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Brokerslink, HighDome e Ed. como destaques em Londres

Brokerslink, HighDome e Ed. como destaques em Londres

É com muito orgulho que anunciamos as nomeações da Brokerslink e da HighDome para o European Risk Management Awards 2017 nas categorias de Broker Innovation of the Year e Captive Solution of the Year, respectivamente.

É uma honra, também, mencionar que a Ed., o corretor independente de referência no mercado ressegurador londrino, do qual somos acionistas, foi distinguida com dois prêmios Broker of the Year e Broking Initiative of the Year, na 6ª edição do Insurance Insider Honours.

O European Risk Management Awards é uma iniciativa conjunta da FERMA e da revista especializada londrina Commercial Risk Europe. Foi lançado em 2016 com o objetivo de premiar a excelência, inovação e os melhores desempenhos na gestão de risco a nível europeu.

Em 2017, a difícil escolha dos finalistas entre as mais de 114 inscrições de 50 empresas foi realizada por um grupo de juízes que representam algumas das maiores associações de gestão de risco de toda a Europa, num rigoroso e imparcial processo de seleção. A cerimônia de entrega dos prêmios será dia 6 de novembro, em Londres.

O Insurance Insider Honours é uma iniciativa promovida pela revista Insurance Insider, que procura reconhecer o trabalho daqueles que se distinguiram nas diferentes categorias a votação. Na cerimônia deste ano que decorreu em Londres em 7 de setembro estiveram presentes mais de 800 profissionais da indústria a nível mundial.

Este é mais um claro reconhecimento do excelente trabalho desenvolvido pelas empresas do universo MDS, que vêm sendo consolidadas como players de referência no mercado segurador mundial.

O que faz um broker de seguros?

O que faz um broker de seguros?

O desafio do broker de seguros é criar uma cultura de gerenciamento de riscos dentro da empresa com base em dados analíticos e investimento em tecnologia e informação

O mercado de seguros no Brasil está crescendo e passa por um período em que produtos e serviços são cada vez mais personalizados para atender às necessidades de cada empresa. Entender esse mercado nem sempre é tarefa fácil e, para facilitar a intermediação entre o segurado e o segurador, entra em cena o broker de seguros. O termo é derivado do francês broceur e significa “pequeno comerciante”. A expressão também é utilizada para dar nome a uma empresa ou grupo de pessoas que atuam como facilitadores em uma transação.

Condições, prazos dos contratos, coberturas e garantias: o broker está bem preparado para fazer todas essas análises, atuar como consultor, avaliar riscos recorrentes na empresa e ajudar, principalmente, nas decisões de seus gestores. O investimento na especialização e formação de pessoas tanto em certificações nacionais quanto internacionais pode, portanto, ser um grande diferencial, para que estejam aptas a lidar com desafios de diferentes esferas.

Uma equipe técnica qualificada é indispensável para desenvolver internamente uma cultura de gestão de crise que preveja os piores cenários. Além disso, o relacionamento internacional e a comunicação com o mercado fazem a diferença no desenvolvimento dessa cultura.

O broker de seguros precisa estar atento aos novos sistemas e tecnologias. As empresas tendem a automatizar todos os seus processos e estão mais alerta a perigos como ataques cibernéticos, um dos principais riscos enfrentados atualmente. Por isso, o mundo globalizado pede um estudo mais aprofundado nas áreas analíticas de produção e gestão de informações. Com esses dados em mãos e experiência na área o broker torna-se um verdadeiro consultor com diversas soluções disponíveis para os problemas específicos de seus clientes.

Atualmente, o grande desafio do broker de seguros é passar a segurança necessária para que os dirigentes e gestores tenham liberdade e confiança em suas negociações, podendo seguir por caminhos alternativos de gestão sem grandes preocupações.

Referência nos ramos de seguros, resseguros e riscos, a MDS está entre os maiores brokers de seguros do mercado nacional. Para chegar a este nível, a empresa investiu em todos os itens essenciais: uma equipe bem preparada, tecnologia e sistemas e também na comunicação com o mercado nacional e internacional. Só dessa maneira é possível estar à frente dos riscos e garantir a segurança de todos os clientes.

As obrigações do Pilar 3

As obrigações do Pilar 3

Desafios para os seguradores

A legislação que consagrou a exigência de apresentação dos relatórios que constituem o Pilar 3 do regime Solvência II entrou em vigor a 1 de janeiro de 2016. Como consequência, além dos Modelos de Informação Quantitativa (Quantitative Reporting Template – QRT), as empresas têm de elaborar dois relatórios narrativos: um relatório sobre a situação financeira e de solvência (Solvency & Financial Condition Report – RSSF) – divulgado publicamente uma vez por ano – e um relatório regulamentar de supervisão divulgado em privado, e na sua totalidade, à autoridade de supervisão, de três em três anos, e na forma de resumo uma vez por ano.

Antoine Bourdais, diretor de Banca e Seguros da Invoke, uma empresa de soluções de software, analisa qual a melhor forma de elaborar estes relatórios em conformidade com o Pilar 3, explicando os desafios que as empresas enfrentam e a razão por que devem “blindar” os seus processos preparando‑os para o futuro.

Fazendo a retrospetiva de 2016, quais foram os principais desafios que os seguradores enfrentaram no que respeita à apresentação de relatórios ao abrigo do Pilar 3?
Depois de muitos anos de preparação, o regime Solvência II trouxe para o mercado de seguros da União Europeia (UE) o mais completo pacote de reporte que o setor já conheceu. Com base na experiência da fase preparatória de 2015, os seguradores pareciam estar preparados para enfrentar os primeiros desafios colocados pela necessidade de apresentação de relatórios ao abrigo do Pilar 3. No entanto, o principal problema ocorreu no final de 2016, altura em que as regulações exigiam a apresentação dos relatórios de dados anuais desse mesmo ano.

Os primeiros relatórios iniciais e trimestrais ao abrigo do regime Solvência II foram apresentados em maio de 2016. Embora se tratasse de um processo muito semelhante ao que os seguradores viveram durante a fase preparatória de 2015, o desafio consistiu verdadeiramente em preparar a apresentação dos primeiros relatórios anuais ao abrigo do Solvência II, com base nos dados de dezembro de 2016.

Para os clientes, um dos fatores fundamentais para o sucesso era não subestimar o volume de trabalho necessário para este primeiro relatório anual. Parte do desafio residia na reorganização eficiente dos recursos internos das empresas, de modo a que pudessem responder às exigências de vária ordem impostas em termos de reporte ao abrigo do Pilar 3. As empresas tiveram não só de respeitar as exigências já em vigor em 2016 e de preparar os relatórios de 2017, mas também de antecipar possíveis alterações na regulamentação.

Estas alterações incluiam um grupo de alterações relativamente aos requisitos principais e obrigações adicionais de reporte, como os Modelos Nacionais Específicos (National Specific Templates – NST), obrigatórios na Irlanda em 2016 e em França, em 2017.

Enquanto que as grandes empresas criaram equipas distintas dedicadas à resolução destas questões, as empresas mais pequenas depararam‑se com um verdadeiro desafio organizacional e optaram por atribuir, às mesmas pessoas, a responsabilidade pela produção dos relatórios atuais e pela preparação dos relatórios futuros.

O próximo desafio para os seguradores consiste na industrialização dos processos de produção de relatórios. Muito poucos estão 100% preparados para automatizar a produção de todo o conjunto de modelos de relatório previstos.

Em 2016, os seguradores tiveram de elaborar relatórios sobre dados estatísticos adicionais (novas exigências de relatórios de BCE e do FSB), alguns dos quais não podiam ser extraídos de informação existente ao abrigo do regime Solvência II. O desafio consistia, pois, em recolher dados para efeitos de Solvência II, enriquecendo‑os com informação adicional, e assegurar que tinham qualidade suficiente para compor um relatório.

É importante ter em conta que o volume e o escopo das exigências continuarão a aumentar e não a diminuir. A introdução dos modelos de relatório de estabilidade financeira adicionais pelo Banco Central Europeu (BCE) é um exemplo típico disto mesmo, e não há dúvidas de que as regulações do regime Solvência II estarão sujeitas a melhoramentos deste tipo no futuro.

Estamos atualmente a liderar projetos em seguradores que estão a ir muito além de, simplesmente, dar início à automatização da produção dos relatórios exigidos por lei. Os clientes estão a usar a plataforma de elaboração de relatórios da Invoke mais a montante nos seus sistemas de informação como um data warehouse regulamentar.

A plataforma da Invoke permite‑lhes recolher, armazenar e processar os dados necessários para responder às exigências iniciais do regime Solvência II da Autoridade Europeia dos Seguros e Pensões Complementares de Reforma (European Insurance and Occupational Pensions Authority – EIOPA), bem como os dados estatísticos necessários para responder às exigências adicionais do BCE e do Conselho de Estabilidade Financeira (Financial Stability Board – FSB). Os dados são extraídos de uma grande variedade de sistemas e mantidos centralmente no data warehouse. Posteriormente, o software realiza verificações de consistência de dados em todo o sistema e valida a qualidade dos mesmos.

A qualidade dos dados é o ponto‑chave, nomeadamente porque os reguladores informaram repetidamente o setor de que, embora tenha havido progressos, a qualidade dos dados apresentados não era suficiente. O objetivo é passar de um simples sistema de informação para uma plataforma abrangente, conforme com o regime legal e regulamentar aplicável, que assegure a qualidade dos dados antes da produção dos relatórios.

Qual a chave de uma estratégia de comunicação de informação bem‑sucedida ao abrigo do Pilar 3?
Independentemente da empresa ou do contexto, a meta é a mesma: conseguir a automatização total da elaboração de relatórios ao abrigo do Pilar 3. A questão é como consegui‑lo sem grandes sobressaltos.

Os seguradores devem fazer uma avaliação clara da maturidade dos seus sistemas de TI. Só assim conseguirão identificar quais os dados que estão prontos para o Solvência II e quais os que não estão suficientemente maduros para serem usados para a produção automática de relatórios.

Para que os processos evoluam, é preciso definir marcos relevantes. Algumas companhias de seguros chegaram à conclusão de que os seus sistemas não estão suficientemente preparados para o Solvência II, e preferem usar uma solução «tática» de software para a elaboração de relatórios em conformidade com este regime. Preparam os dados manualmente e usam software como o e‑Filing Insurance da Invoke, ou uma solução de serviço para a cloud, de modo a passar os dados em Excel para o formato XBRL exigido.

Os clientes mais preparados, que fazem uso do sistema «estratégico» de comunicação de informação regulamentar da Invoke, gerem e centralizam todos os dados, o que lhes permite produzir relatórios conformes e que cumprem os critérios de qualidade do Solvência II, satisfazendo também as suas necessidades internas de comunicação.

10 Porto Icons

10 Porto Icons

Eugenio
de Andrade

Um dos nomes maiores da cultura portuguesa do século XX não nasceu no Porto mas é, de um modo incontornável, um dos seus grandes poetas. Eugénio de Andrade (1923‑2005) veio viver para a cidade em 1950 e de imediato se apaixonou de tal forma por esta terra –

“ (…) a pequena praça onde há tantos anos aprendo metodicamente a ser árvore (…) ” – que aqui passaria o resto da sua vida. Aos ambientes e paisagens do burgo, às suas gentes, à sua identidade e aos amigos que aqui fez, o poeta dedicaria muitas das páginas e versos que escreveu. À cidade legou igualmente, organizado por si, aquele que é um dos mais belos livros sobre o Porto: “Daqui houve nome Portugal”.

Porto
A cidade da MDS

Nascido na Idade do Bronze, há mais de 2500 anos, num morro estratégico debruçado sobre o estuário de um dos grandes rios da Península Ibérica, o Porto jamais deixou de sublinhar a sua vocação primordial, mercantil e portuária, perpetuada no seu próprio nome. Cidade de dimensão assinalável durante o Domínio Romano (altura em que terá sido batizada como “portus”), o burgo conhecerá novos e importantes desenvolvimentos urbanos no final da Idade Média, quando a dinâmica e o pioneirismo dos seus mercadores serão cruciais para o espoletar do processo de expansão marítima que os portugueses desenvolverão a partir do século XV. As características empreendedoras e inconformadas das suas gentes marcarão sempre o espírito e a identidade da cidade que, já no século XIX, foi fundamental para a implantação do Liberalismo, para um novo arranque comercial e industrial e, posteriormente, para o triunfo do regime Republicano. O velho morro da Penaventosa, coroado pela medieva catedral, de tudo isto foi testemunha e está desde 1996 classificado pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Casa da Música ©Matilde Ramos

Casa da
Música

Um dos elementos mais icónicos do Porto são os carros‑elétricos, que circulam na cidade desde 1895. Durante décadas a principal oficina e espaço de recolha deste transporte público localizava‑se na rotunda da Boavista. No seu lugar nasceu, já no início do século XXI, uma outra construção que, rapidamente, se converteu também num dos mais emblemáticos edifícios do Porto: a Casa da Música. Inaugurada em 2005, com um concerto de Lou Reed, esta estrutura foi concebida pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas, tendo a sua construção apresentado diversos e novos desafios para a engenharia. O “New York Times” considerou a Casa da Música como “uma das mais importantes salas de espetáculos construída nos últimos cem anos”. A título de coincidência, o Diretor da FULLCOVER, José Manuel Fonseca, presidiu à Casa da Música desde a sua fundação até 2014.

Festas de São João

Embora “Nossa Senhora da Vandoma”, cuja imagem medieval se pode contemplar no interior da catedral, seja a padroeira da cidade, o santo mais popular do Porto é S. João Baptista, celebrado a 24 de junho. As festividades consagradas ao santo estavam já profundamente enraizadas no Porto no século XIV, como descreve nas suas crónicas Fernão Lopes, evidenciando as milenares raízes, profundamente pagãs, destas celebrações que se alicerçam no solstício do verão. A festa de S. João, com centenas de milhares de pessoas pelas ruas, misturando gastronomia tradicional com música, dança, saltos de fogueiras, espetáculos pirotécnicos, rusgas, e “troca de odores” entre portadores de alhos‑porros, ervas de cheiro e manjericos, atrai hoje multidões ao Porto e foi classificada pela revista norte‑americana “National Geographic” como um dos acontecimentos mundiais do mês de junho a não perder.

Belmiro
de Azevedo

Nascido em Marco de Canaveses, próximo do Porto, em 1938, Belmiro de Azevedo é um dos mais destacados empresários portugueses de todos os tempos. Formado em Engenharia Química, em 1974 assume o controlo da empresa SONAE e, no ano seguinte, especializa‑se em Gestão de Empresas na Universidade de Harvard. As suas raras capacidades de empreendedor, a sua visão pioneira e a cultura que implementou no grupo transformaram a SONAE, a partir do Porto, numa das mais dinâmicas empresas do país, com uma forte aposta nos hipermercados e no retalho especializado, na comunicação e nas telecomunicações, numa estratégia que passou também pela internacionalização. É uma das personalidades mais respeitadas de Portugal, por todos reconhecido pela ousadia e espírito empreendedor, uma inabalável verticalidade, inconformismo e intransigente defesa dos seus valores, presentes de forma muito forte no grupo que criou. Esteve também ligado a várias organizações internacionais e foi agraciado pelo seu trabalho em vários países, entre eles Espanha e Brasil.

Ângelo Paupério, Paulo Azevedo e Belmiro de Azevedo. ©Pedro Granadeiro

 

 

Vinho do Porto

É um segredo… conhecido desde a Idade Média. Mas só a partir do século XVII, graças aos comerciantes ingleses, se tornou mundialmente famoso. Um segredo impossível de copiar noutro recanto do planeta. Produzido a mais de 200 quilómetros de distância, a partir dos vinhedos do alcantilado vale do Douro – a mais antiga região vinícola demarcada e regulamentada do mundo ‑ transportado e envelhecido no estuário do grande rio, nas caves voltadas para a área da cidade classificada pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, o Vinho do Porto junta de um modo quase miraculoso o melhor de dois mundos: um néctar muito doce e, simultaneamente, de elevado teor alcoólico. E está na origem de algumas das melhores produções vinícolas de sempre, de que são exemplo as garrafas da Taylor’s e Fonseca da colheita de 1994 que receberam 100 pontos da “Wine Spectator” em 1997.

Eduardo
Souto Moura

Em 2011, e pela segunda vez na História, aquele que é considerado o Nobel da arquitetura ‑ o prémio Pritzker – foi entregue por um presidente norte‑americano. O escolhido, descrito por Barack Obama como alguém que “nunca se satisfaz com soluções fáceis”, foi um arquiteto portuense nascido na cidade em 1952: Eduardo de Souto Moura. Autor de projetos por todo o mundo e de obras tão representativas como o Estádio Municipal de Braga ou a Casa das Histórias de Paula Rego, Souto Moura foi responsável, no Porto, pela regeneração de edifícios emblemáticos e históricos como o da Cadeia da Relação e o da Alfândega Nova. É também o autor dos projetos de arquitetura das premiadas estações do metro na cidade.

Manoel de Oliveira

Quando faleceu em 2015 o país com dificuldade acreditou na notícia. Manoel de Oliveira, nascido no Porto em 1908, contava já 106 anos, mas para os portugueses ele transformara‑se numa figura imortal, ainda em vida. O cineasta foi/é o mais velho realizador de sempre e o de mais longa carreira na história do cinema. Começou como figurante na empresa “Invicta Filmes”, pioneira do cinema‑mudo português. O primeiro filme que realizou – “Douro, Faina Fluvial” (1931) – foi ainda mudo. Cruzou depois toda a história do cinema analógico do século XX, realizando obras incontornáveis como “Aniki‑Bóbó” (1942), “Amor de perdição” (1979), “Francisca” (1981) ou “Vale Abraão” (1993), tendo produzido as suas últimas obras já em formato digital. Realizou 32 longas‑metragens e o seu último filme data de 2014. Premiado, entre outros, com o Leão de Ouro do Festival de Veneza, Manoel de Oliveira dirigiu atores consagrados internacionalmente como Marcelo Mastroianni, John Malkovich ou Catherine Deneuve.

Casa de Chá
da Boa Nova

Edificada entre 1958 e 1963 a apenas dois metros de altura do oceano e numa das zonas mais rochosas da frente atlântica do Grande Porto, a Casa de Chá da Boa Nova é uma das mais conhecidas obras‑primas da arquitetura portuguesa, projetada por aquele que é também o seu maior arquiteto: Álvaro Siza Vieira. Às suas singulares características arquitetónicas, o imóvel junta uma outra valência que lhe confere reconhecimento internacional: a gastronomia e a restauração de excelência, sublinhada muito recentemente (2016) pela atribuição de uma estrela Michelin ao seu restaurante dirigido pelo Chef Rui Paula.

Casa de Chá da Boa Nova. ©Nelson Garrido

Álvaro Siza

Em 2005 a Câmara Municipal do Porto atribuiu as chaves da cidade àquele que é um dos mais premiados arquitetos vivos: Álvaro Siza. Nascido em 1933, na vizinha e costeira povoação de Matosinhos, a linear e despojada paisagem marítima marcou de um modo indelével o espírito do criador que não renega as influências de Adolf Loos, Alvar Aalto e Frank Lloyd Wright. Siza de algum modo sintetizou esses incontornáveis mestres do século XX numa linguagem e estética muito próprias que, desde os anos 60, se vêm alicerçando como uma referência mundial, reconhecida em 1992 com a atribuição do prémio Pritzker ou, em 2009, da Royal Gold Medal pela rainha Elizabeth II.

Arquiteto Álvaro Siza. ©Arquivo Siza Vieira
Filipe Nicodemos: empresas buscam tranquilidade na sucessão de sócios

Filipe Nicodemos: empresas buscam tranquilidade na sucessão de sócios

Ainda incipiente no Brasil, o seguro de sucessão empresarial é uma alternativa para pequenos e médios negócios ou até para as corporações com capital aberto, mas com controle familiar não pulverizado, em um momento crucial: a morte de um dos sócios. É basicamente um seguro de vida.

Em geral, é contratado pela empresa, que também paga o prêmio e é a beneficiária. Os segurados são os sócios. Se um deles morre, a empresa recebe o seguro e destina o dinheiro ao pagamento de seus herdeiros. A precaução evita a necessidade de buscar capitalização para a despesa de indenização, com a busca de um novo sócio ou de empréstimo bancário. Também livra a companhia de ter que aceitar a participação de um parente do sócio falecido sem qualquer intimidade ou vocação para o negócio. A ideia é impedir que a empresa corra riscos.

Nos Estados Unidos e Europa, o seguro de sucessão empresarial é um segmento com 10% a 15% de participação no mercado segurador. No Brasil ainda é pouco mais que traço. Mal chega a 1%, de acordo com especialistas. A falta de cultura de seguridade explica a baixa procura pelo produto. Empresas norte-americanas e europeias fazem seguro de sucessão empresarial de até US$ 5 milhões. Por aqui, funciona até a casa dos R$ 10 milhões, mas as operações mais comuns giram em torno de R$ 5 milhões. Dependendo do valor, a concessão do benefício exige a participação de seguradoras internacionais e resseguradoras.

Em regra, ainda de acordo com corretores e consultores, a aceitação é mais simples até R$ 2 mil. Depois, se torna mais complexa, com exigência de exames completos de saúde e questionários meticulosos de hábitos e históricos de doenças. A avaliação de saúde é anual, assim como o reajuste do prêmio pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A idade dos sócios e o valor do capital segurado são essenciais para a concessão. O seguro tem que cobrir o valor da cota acionária do segurado. Todos os sócios vão receber a indenização para comprar a cota do que morreu. Só pode contratar o seguro entre 18 e 65 anos. O benefício pode ser negado a empresas com sócios com mais de 70 anos, mas se for aceito, ainda assim o seguro terá um cálculo diferente.

A MDS Brasil, terceiro maior broker de seguros do mercado nacional, de acordo com relatório da Finaccord, líder em pesquisa e consultoria de mercado internacional especializada em serviços financeiros, e parte do Grupo MDS, com uma carteira de prêmios emitidos da ordem de US$ 1,8 bilhão, fez no fim do ano passado um seguro no valor de R$ 11 milhões de uma empresa do setor financeiro. As apólices variaram de R$ 5 milhões para apenas um dos sócios e de R$ 6 milhões para todos os outros cinco associados. O prêmio foi calculado em R$ 1.200,00 por mês. A taxa mensal corresponde a 0,011% do capital da companhia.

Nos seguros de vida tradicionais, individuais ou em grupo, o prêmio varia de 0,07% a 0,030% do valor segurado. De acordo com especialistas, chega a 8% no seguro de automóvel. O cálculo do valor depende do ramo do negócio, do histórico de sinistros e da idade dos funcionários. “O seguro de sucessão empresarial era uma modalidade que nunca era lembrada há dez anos. Agora, começa a ser mais procurada”, diz Filipe Garcia Nicodemos, superintendente de benefícios da MDS Brasil, que tem outros seis clientes na fase de avaliação de proposta.

A MetLife, uma das maiores seguradoras do mundo, com uma carteira de 100 milhões de clientes em 50 países, comercializa o produto no Brasil para executivos que tenham participação societária em uma empresa e queiram garantir aos herdeiros, em caso de incidente, amparo financeiro e tranquilidade de não precisar se preocupar com a administração do negócio. Em uma simulação de um seguro para uma empresa com quatro sócios, um com 41 anos e R$ 1 milhão de capital, o segundo com 42 anos e participação de R$ 1,5 milhão, o terceiro com 43 anos e capital de R$ 2 milhões e o quarto com 44 anos e R$ 2,5 milhões de participação, chegou ao valor de R$ 2 mil de custo.

“O seguro de sucessão empresarial permite que o negócio continue sem prejuízo dos herdeiros e sem conflito com eles”, afirma Fábio Torres, advogado da Kennedys, dos Estados Unidos, um dos maiores escritórios do mundo em seguros e resseguros. “O ideal é que todos os sócios sejam assegurados”, diz Barbara Bassani de Souza, advogada sênior da área de seguros e resseguros da TozziniFreire Advogados. “O seguro de sucessão empresarial não resolve problema de sucessão na empresa, mas é um seguro de vida que tenta minimizar o impacto da morte de um sócio”, afirma Thiago Brehmer, sócio da consultoria Grant Thornton, consultoria global com presença em mais de 130 países.

Por Paulo Vasconcellos | Valor Econômico

10 de junho: dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

10 de junho: dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

No dia 10 de junho comemora-se o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. No Brasil, marcamos a data junto a um evento belíssimo oferecido pelo Consulado Geral de Portugal. A comemoração foi no Theatro Municipal de São Paulo, onde a MDS teve a satisfação de apoiar e prestigiar uma celebração inesquecível. A noite teve as presenças ilustres do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Primeiro-Ministro, Antonio Costa. Ambos foram recepcionados pelo prefeito da capital paulista João Dória.

A ocasião solene enalteceu a troca cultural entre os governos, ilustrada também por um vídeo que transmitia as evoluções nessa relação entre Brasil e Portugal. A noite que emocionou a todos os espectadores contou também com um eloquente discurso do presidente português, que expressou a sua gratidão pela oportunidade de participar da cerimônia. Marcelo Rebelo ainda fala sobre o orgulho da aliança que existe entre as nações, dizendo que “uma vitória do Brasil e dos brasileiros é uma vitória nossa. Uma vitória de Portugal e dos portugueses é uma vitória do Brasil e para os brasileiros”. E reforça que “O que nos une é mesmo a alma, são os mesmos valores, é um patrimônio comum feito de geração em geração, pelo trabalho, pelo esforço desses portugueses no Brasil e dos brasileiros em Portugal”.

As celebrações a esta data festiva tiveram duração de 28 horas e iniciaram com um desfile militar descrito como “extraordinário” pelo presidente português. Ele lembrou a todos das diversas comunidades do mundo que são necessitadas da nossa atenção e estão presente em nosso coração.

A noite se estendeu com uma maravilhosa apresentação da artista Gisela João, que abrilhantou a comemoração com seu concerto de fado e distribuiu sorrisos. Para encerrar com chave de ouro a solenidade, um coquetel com as autoridades, a comitiva de ministros, apresentadores e a cantora produziu muitos registros em meio ao público de um festejo tão memorável.

 

Por Emily Daisy Naves de Almeida

MDS PORTUGAL FAZ NOVA AQUISIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO

MDS PORTUGAL FAZ NOVA AQUISIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO

A MDS, holding de corretagem da Sonae, adquiriu 45% da FlexBen, tecnológica que desenvolve soluções que permitem às empresas definir, implementar e gerir os seus planos de benefícios flexíveis a entregar aos trabalhadores.

 

É a maior empresa portuguesa do sector financeiro a nível mundial. Chama-se MDS e foi criada em 1984 como corretora cativa do grupo Sonae. A partir do Porto, tornou-se uma multinacional na área da corretagem de seguros, tendo ao longo destes anos investido fortemente no crescimento por aquisição.

 

Líder em Portugal e terceira no Brasil, detém 9,72% da ED, maior “broker” independente do mundo, lidera a gigante rede global Brokerslink e, no final do ano passado, adquiriu uma participação de 35% no capital da operação espanhola da francesa Filhet-Allard, dando origem à Filhet-Allard MDS. Uma transacção então classificada como “o maior investimento de sempre” de um grupo português no sector dos seguros em Espanha.

 

Hoje, 21 de Março, a MDS anunciou mais uma compra, desta vez em Portugal, com a aquisição de 45% do capital da empresa especializada em benefícios flexíveis, passando assim a cobrir todas as áreas de “employee benefits” numa parceria com o grupo Trivalor (que detém também 45% da FlexBen) e a Advantis (parceiro tecnológico que detém os restantes 10% da FlexBen).

 

A FlexBen é uma empresa portuguesa de base tecnológica que desenvolve soluções que facilitam e apoiam as empresas na definição de diferentes tipos de benefícios a entregar aos colaboradores.

 

“A aquisição da FlexBen, criando uma parceria estratégica com o grupo Trivalor e a Advantis, vem reforçar a nossa área de seguros de ‘employee benefits’ e coloca-nos na linha da frente no incontornável tema dos benefícios flexíveis”, afirma Ricardo Pinto dos Santos, CEO da MDS Portugal, em comunicado.

 

Segundo o mesmo documento, “a solidez accionista da FlexBen permite-lhe explorar novas oportunidades de crescimento, estando a MDS empenhada em potenciar as suas mais-valias no mercado nacional e internacional”

 

Tendo em conta que “os benefícios flexíveis são hoje fundamentais para as empresas na captação e retenção dos seus colaboradores, dando vantagem competitiva às empresas que dispõem deste tipo de soluções”, para Mário Vinhas, Deputy Executive Director da MDS Portugal, “a solução tecnológica disponibilizada pela FlexBen é uma mais-valia para os gestores e responsáveis de recursos humanos, bem como para os próprios colaboradores, já que facilita a gestão de programas de benefícios flexíveis, cada vez mais personalizados”.

Fonte: www.jornaldenegocios.pt

REESTRUTURAÇÃO DA DIRETORIA DA MDS BRASIL

REESTRUTURAÇÃO DA DIRETORIA DA MDS BRASIL

Com o compromisso de oferecer soluções cada vez melhores para o mercado segurador, a MDS Insure Brasil entra em 2017 com novidades que  incluem a criação de uma área focada em Novos Negócios, além de movimentações na diretoria. As alterações representam um reconhecimento pelo trabalho realizado pelos profissionais da empresa – e que contribuíram para transformá-la em um dos maiores brokers de seguros do mercado brasileiro.

“Responsabilidade, dinamismo e preparação para enfrentar os desafios do mercado. Esses são alguns valores que a MDS desenvolve na equipe. A empresa valoriza cada profissional e essas mudanças são a prova desse reconhecimento”, comenta Hélio Novaes, presidente da MDS Insure Brasil.

Com as mudanças, Victor Garibaldi assume a recém-criada diretoria de Novos Negócios. Há 7 anos na empresa, Garibaldi é um dos responsáveis pela consolidação da MDS Insure Brasil. “O Victor é um profissional diferenciado, pois consegue entender quais são as reais necessidades dos nossos clientes, transmitindo segurança e confiança”, argumenta Novaes.

Denis Teixeira passa a responder como diretor da Unidade Regional de Negócios São Paulo. Formado em Administração de Empresas com pós-graduação em Comércio Internacional e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Teixeira está na MDS há quase 6 anos. Após mais de 5 anos à frente da regional Sul, Teixeira retorna a São Paulo.

Romano Brandenburg será alçado a diretor da região Sul, baseado em Blumenau. Na  equipe da MDS Insure Brasil desde 2016, Brandenburg ganhou rápido destaque graças ao trabalho à frente da gerência regional de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina. “Quando um colaborador traz excelentes resultados,  temos que reconhecer seu talento, dando novas oportunidades e desafios. É o caso do Romano, um profissional que surpreendeu a todos e superou as expectativas da empresa”, completa Novaes.

Thiago Tristão permanece à frente da diretoria regional do Rio de Janeiro, respondendo também pelo Nordeste, e o médico Gustavo Quintão se mantém no comando da diretoria de Benefícios.

“A evolução e a mudança fazem parte da história da MDS Brasil e são conceitos essenciais para entregarmos serviços cada vez melhores para os nossos clientes e construirmos um futuro de sucesso sustentável”, finaliza Novaes.

GUSTAVO QUINTÃO: MÉDICO DE FAMÍLIA PODE SIGNIFICAR ATENDIMENTO MAIS PERSONALIZADO E CUSTOS OTIMIZADOS.

GUSTAVO QUINTÃO: MÉDICO DE FAMÍLIA PODE SIGNIFICAR ATENDIMENTO MAIS PERSONALIZADO E CUSTOS OTIMIZADOS.

A Medicina da Família, funcionando de forma integrada com a rede de especialistas, é uma grande tendência para a saúde nos próximos anos.

O médico de família não é nenhuma novidade (a especialidade existe no Brasil há mais de 30 anos), mas perdeu espaço diante da valorização dos médicos especialistas em prol dos generalistas nos últimos anos.

Essa preferência por especialistas já na primeira consulta, no entanto, hoje mostra suas grandes desvantagens: o crescimento dos custos da saúde, o excesso de exames desnecessários, a falta de visão global da saúde e, principalmente, a perda do vínculo médico-paciente.

“A barreira para esse modelo no Brasil é, acima de tudo, cultural. O paciente prefere fazer a primeira consulta com o médico especialista por acreditar que esse profissional tem mais condições de resolver o seu problema. No entanto, as pesquisas de países que adotam o modelo mostram que o Médico de Família consegue resolver mais de 80% dos casos, e quando precisa remeter a um especialista o faz de maneira mais informada, considerando histórico do paciente e a necessidade real. Evita-se, portanto, que o paciente vá de especialista em especialista e faça inúmeros exames desnecessários por não saber a causa de sua condição”, diz Gustavo Quintão, Diretor Executivo de Benefícios na MDS Insure Brasil.

O conceito de Médico de Família já é bastante difundido em países como Inglaterra e Canadá, e costuma ter altos índices de satisfação, além de permitir que a saúde seja tratada de modo proativo, uma vez que o médico acompanha o paciente ao longo dos anos.  

Do ponto de vista do paciente, um benefício imediato é o resgate do vínculo com o médico, que permite focar na saúde do paciente de modo global e não apenas no problema presente, considerando sempre o histórico familiar e os hábitos de vida.

Outro benefício potencial é a maior disponibilidade do atendimento, uma vez que o médico de família tende a conseguir acomodar consultas de seus pacientes na agenda, evitando o uso de pronto-socorro.

Sistemicamente, os impactos podem ser ainda mais positivos. Isso porque o conceito, se bem aplicado, pode significar uma otimização dos custos por meio do uso inteligente da rede de especialistas e da redução significativa de exames desnecessários, além da redução da lotação nos prontos-socorros dos hospitais.

Embora o conceito ainda esteja muito associado à saúde pública no Brasil, a difusão do Médico de Família na rede privada pode abrir espaço, inclusive, para serviços de altíssimo nível.

Nos EUA, por exemplo, alguns planos já começam a ofertar um serviço premium, chamado de Médico Concierge, onde o médico generalista fica à disposição do paciente em horários alternativos e até o acompanha em exames e consultas com especialistas.

A estruturação de um sistema baseado em Médicos de Família ainda está em fase inicial no Brasil e há certamente algumas barreiras importantes a serem ultrapassadas. Mas as primeiras experiências na rede privada têm se mostrado promissoras e, se bem-sucedido, o modelo pode representar uma rara oportunidade de aliar atendimento mais personalizado com qualidade e otimização de custos.

FROTAS AUTÔNOMAS, CARROS COMPARTILHADOS E O FUTURO DO MERCADO DE SEGUROS

FROTAS AUTÔNOMAS, CARROS COMPARTILHADOS E O FUTURO DO MERCADO DE SEGUROS

O seguro automotivo vem sendo reinventado ao longo dos últimos anos. O mercado de varejo agregou valor ao produto com serviços para a casa, conserto de eletrodomésticos e diversas outras amenidades. No universo corporativo, novas tecnologias, como o monitoramento de frota, permitiram redução de riscos e valores. Mas nada se compara a grande revolução que aponta no horizonte, com mudanças estruturais na forma de conduzir e utilizar veículos automotivos.

A primeira grande revolução e talvez a mais disruptiva, será a presença das frotas autônomas. Esse tipo de veículo sem motorista tende a ser mais seguro e previsível que os veículos tradicionais, o que deve, em teoria, levar a uma significativa redução nos valores dos seguros. No entanto, a imputação da culpa por acidentes torna-se bastante complexa.  

Afinal, quando o computador dirige e provoca um acidente, de quem é a culpa?

Muitos especialistas defendem que essa situação resultará numa mudança radical na visão dos seguros automotivos, que provavelmente vão se relacionar muito mais com as montadoras de veículos que com os motoristas. Alguns defendem que as montadoras criarão suas próprias seguradoras, uma vez que é provável que o perfil do motorista passará a ser irrelevante e o valor da apólice deverá variar de acordo com a tecnologia ou a confiança na tecnologia.

A Tesla, pioneira no setor, parece ir nessa direção com o lançamento, em agosto, de uma oferta de seguros próprios no mercado em Hong Kong e na Austrália.

Podemos dizer que hoje ainda não há solução adequada para uma frota de carros autônomos, especialmente se pensarmos no mercado corporativo, onde os ganhos com redução de riscos podem ser imensos. Mas é um desafio que já faz incomodar as melhores mentes das montadoras e deve fazer parte do planejamento de toda seguradora que queira crescer. Afinal, segundo as projeções do Bank of America Merril Lynch, a indústria de carros autônomos deve movimentar US$ 87 bilhões em 2030.

A segunda grande revolução é o crescimento da economia compartilhada no mercado automotivo.

Sistemas como Uber, que permite transformar o carro privado em serviço de transporte de passageiros e Fleety, que permite compartilhar o carro, cobrando uma taxa, crescem em ritmo acelerado no Brasil e representam grandes oportunidades e desafios para as seguradoras.

E é fácil imaginar cenários bastante complexos, como um motorista que usa seu carro no dia a dia, faz serviços rápidos de Uber nas horas vagas e compartilha o veículo nos fins de semana.

Esse motorista não mais encontra soluções que se adaptem ao seu uso misto de veículo no dia a dia, mas certamente deseja a mesma proteção que antes. E as seguradoras que se adaptarem com mais velocidade a esse novo cenário têm enormes potenciais de crescimento no horizonte.

O cenário é de grandes mudanças, oportunidades e enormes desafios. A certeza é a de que, nos próximos dez ou quinze anos, as corretoras e seguradoras que terão sucesso serão as que tiverem a tecnologia e a inovação encravadas no coração da companhia.