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COMO SERÃO OS SEGUROS DE VIDA DAQUI PARA FRENTE?

08.04.2020
Seguro de Vida COVID-19 MDS
As perdas humanas em decorrência do COVID-19 pelo mundo ultrapassaram 80 mil mortes até o início de abril. O cenário, infelizmente, é tão dinâmico que a universidade norte-americana Johns Hopkins criou um dashboard  no qual os dados segmentados podem ser acompanhados em em tempo real. Enquanto isso, na esfera da economia global, os impactos ainda são incalculáveis: no início de março, economistas desenvolveram alguns modelos de análise com base na experiência chinesa e, no mais dramático dos cenários, a projeção chegou a mais de US$2,7 trilhões em prejuízos

No ramo dos seguros, a situação é igualmente preocupante. Estima-se que os intervalos entre uma pandemia e outra variam entre 25 e 50 anos e, por isso, quase não há históricos sobre episódios anteriores que sirvam como base para cálculos atuariais. Mas, por mais que calcular perdas e desenvolver coberturas apropriados para esta conjuntura seja muito complexo, alguns players de seguros vêm tomando medidas pontuais rumo a uma aproximação maior com seus clientes acometidos pelo Coronavírus e seus dependentes.


Tudo vai mudar?

Para Filipe Nicodemos, Diretor de Benefícios da MDS Brasil, a mudança é gradual. "O conceito de cláusulas excludentes em casos de pandemia e outras catástrofes se justifica pela dificuldade enfrentada pelas seguradoras de calcular o risco envolvido e precificar a cobertura de forma ampla e irrestrita. Entretanto, a disseminação do COVID-19 tem despertado a atenção dos clientes para este tipo de cláusula e, por isso, as seguradoras estão sendo levadas a rever suas formas de atuação”, explica o executivo. "Haverá demanda para novas coberturas e avaliação consultiva das apólices, e estas serão discutidas nas esferas técnica, comercial, regulatória e legislativa para encontrar novas alternativas que atendam o mercado”, conclui Filipe.

Coberturas de seguros pessoais e empresariais estão sendo impactadas em todo o planeta à medida que o COVID-19 transpõe continentes e barreiras. E como principal objetivo de uma apólice de seguros é oferecer coberturas para riscos previsíveis, tudo o que é considerado imprevisível demanda tempo, estudos e projeções para ser devidamente analisado, precificado e coberto. 

Mas vale lembrar que os últimos acontecimentos transcendem o campo das cotações atuariais e chamam a atenção para questões vitais. Seguradoras e brokers começam a se perguntar: "como fazer para respaldar pessoas e empresas durante esta situação de atentado à vida?”


Novos posicionamentos - cases reais

"A princípios, as medidas estão sendo tomadas pelos players do segmento baseadas em suas análises internas e não configuram uma mudança permanente ou uma ruptura absoluta com as regulações securitárias vigentes”, reforça Filipe. 

Contudo, é importante observar as novas atitudes quanto ao funcionamento do mercado. Duas Seguradoras Multinacionais, por exemplo, já apresentaram posturas diferenciadas:

  • A primeira – uma multinacional de origem americana com atuação no Brasil – comunicou publicamente que, mesmo que suas cláusulas de Condições Gerais excluam a obrigatoriedade do pagamento dos sinistros em casos de epidemia e pandemia, continuará cedendo as indenizações por morte, além de diárias por internação hospitalar, despesas funerárias, invalidez permanente e viagem decorrentes do novo coronavírus. A decisão, válida inicialmente por 120 dias, inclui as apólices vigentes de Vida em Grupo, Vida Individual e Seguros Prestamistas. Para as novas contratações, a decisão também se aplica aos sinistros ocorridos após 45 dias da contratação dos seguros. 
  • Já segunda – também multinacional de origem suíça – se declarou comprometida a avaliar os casos possivelmente relacionados à pandemia e arcar com coberturas vigentes caso compreenda que os sinistros obedecem às regulações do setor diante deste momento atípico. 

Assim como as anteriores, as empresas nacionais do segmento de Seguros também têm se posicionado em relação à pandemia:

  • Uma grande seguradora brasileira cobrirá, excepcionalmente, as indenizações de Seguro de Vida em Grupo e Individuais e Seguro Prestamista em casos de óbitos por COVID-19. A medida vale tanto para as apólices já contratadas como para novos clientes, desde que estes respeitem alguns requisitos, como ausência de doenças pré-existentes.

Filipe pontua que ainda é muito cedo para determinar quais serão as diretrizes que permanecerão entre as seguradoras. De qualquer forma, como especialista em Seguros, Resseguros, Gerenciamento de Riscos e Gestão de Benefícios, a MDS Brasil está atenta à conjuntura e mantém parceria empresas de referência mercado segurador. "Reconhecida por sua consultoria, a MDS segue trabalhando juntamente com os parceiros de seguros para definir e disponibilizar as soluções em Seguro de Vida mais assertivas para cada negócio e mais aderentes ao cenário atual”, finaliza o Diretor.  

Quer saber se a sua seguradora já oferece coberturas adaptadas ao cenário atual? Entre em contato com a nossa equipe de especialistas! E caso ainda não possua um Seguro De vida em Grupo, fale conosco e saiba como trazer esta solução para a sua empresa.

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*Estas informações têm como fonte as recomendações das seguradoras. O mediador não assume a cobertura dos riscos. A MDS não poderá ser legalmente responsável pelas informações sobre o produto. A informação constante deste site não dispensa a consulta da informação pré-contratual e contratual legalmente exigida.

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