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TESTES PARA A VACINA CONTRA O CORONAVÍRUS AVANÇAM PARA FASES DECISIVAS NO BRASIL

04.08.2020
TESTES PARA A VACINA CONTRA O CORONAVÍRUS AVANÇAM PARA FASES DECISIVAS NO BRASIL

A pandemia do novo coronavírus, declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março de 2020, já afetava mais de 115 países naquele momento. Desde então, vivenciamos uma crise sanitária e econômica sem precedentes na história moderna.

Este cenário crítico e extremamente dinâmico compeliu uma série de adaptações urgentes nas relações de trabalho, consumo e convivência e na manutenção e prevenção da saúde humana e — principalmente —  impulsionou a urgência inédita para uma série de estudos e protocolos científicos.

O surgimento do novo coronavírus, ainda em dezembro de 2019, na cidade chinesa de Wuhan, foi o gatilho para que cientistas e pesquisadores de todas as partes do planeta travassem uma verdadeira guerra contra o relógio. O mundo começou a assistir a uma incansável corrida da ciência para compreender o comportamento e formas de transmissão do ainda desconhecido e letal SARS-CoV-2, causador da covid-19.

Com velocidade jamais vista, a busca por uma vacina eficiente para a imunização da população contra o novo coronavírus avança a passos largos. Antes da pandemia, os estudos, protocolos e testes para a aprovação e fabricação de uma vacina levava, em média, mais de 10 anos, no entanto, as estimativas para a finalização dos testes e produção em massa da vacina para controlar o atual surto viral no Brasil apontam para sua distribuição pelo SUS já em 2021. Caso o cenário se confirmar por aqui e no mundo, poderemos definir esta como a vacina desenvolvida mais rapidamente em toda a história da humanidade.

Cenários de testagem


Até este levantamento, a OMS registrou mais de uma centena de vacinas contra o coronavírus em fase de estudo. Destas,
apenas treze estavam liberadas para a fase de testes até o início de maio de 2020. A boa notícia é que duas das mais promissoras delas já estão em fase de testes no Brasil: a CoronaVac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac, e a ChAdOx1 nCoV-19, elaborada pela Universidade de Oxford.

É importante ressaltar que o Brasil foi severamente impactado pela pandemia, ultrapassando os 2 milhões de infectados e mais de 88 mil óbitos e que, infelizmente, esses números trágicos continuam crescendo. Portanto, o cenário adiantado dos testes das vacinas contra o coronavírus (já em fase clínica 3 aprovada pela Anvisa) é animador para toda a sociedade. 

Os riscos


Mesmo com um cronograma incrivelmente adiantado, o final dos testes e ensaios clínicos estão previstos para o
segundo semestre de 2021. E como ocorre em qualquer aprovação de medicamentos no Brasil e no mundo, os riscos para os voluntários devem ser calculados e controlados com muita atenção.

"Devido à grande movimentação de testes para a imunização contra o coronavírus, é de extrema importância que as empresas que estão realizando a produção dessas, tenham apólices de seguros que protejam os voluntários que se habilitam a testar a eficiência desses novos medicamentos” alerta Caio Carvalho, Diretor de Riscos Empresariais da MDS Brasil.

O executivo ressalta ainda que, como se trata de um processo padrão de validação de medicamento, caso algum dano à saúde dos voluntários se concretize, pode haver uma série de ações e responsabilizações às empresas que produzem as vacinas em testes. "Existem as apólices especialmente desenvolvidas para laboratórios de análises clínicas, empresas farmacêuticas e indústrias químicas cuja finalidade é amparar o voluntário e seus familiares em caso de sinistros durante a testagem das vacinas”. É importante considerar as opções securitárias também nesta importante empreitada, explica Carvalho.

MDS junto à pesquisa clínica


Atenta aos desafios para amparar indústrias farmacêuticas e demais instituições que estão atuando nas importantes e necessárias pesquisas clínicas em seres humanos ‒ e agora também no combate ao coronavírus ‒, a MDS disponibiliza o
Seguro Clinical Trials para a cobertura de eventuais danos físicos decorrentes das vacinas em testes.


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Para promover a pesquisa e o desenvolvimento das vacinas (ou demais medicamentos) com salvaguardas tão específicas e indispensáveis, o Seguro Clinical Trials cobre indenização aos participantes da pesquisa em caso de riscos adversos previstos (esperados) e imprevistos (inesperados), como danos corporais, estéticos e morais que possam ocorrer até 3 anos após o término da experimentação clínica, incluindo custos judiciais da defesa do segurado.

Para saber mais como podemos ajudar a resguardar os negócios e manter a continuidade das operações durante esta crise, entre em contato com nossa equipe. Os experts da MDS estão de prontidão e completamente conectados às novas demandas que a pandemia impôs à realidade de pessoas e empresas. E não deixe também de acompanhar nossas páginas no Facebook, LinkedIn e Instagram para conferir todas as nossas novidades e iniciativas.

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