Adequação de plano de saúde: um caso real e efetivo

Adequação de plano de saúde: um caso real e efetivo

Adequação de plano de saúde: um caso real e efetivo

Optar por um plano de saúde que reúna eficiência, satisfação dos colaboradores e administração otimizada é um dos grandes desafios das áreas de Recursos Humanos das empresas. Não por acaso, falamos sobre diversas opções para adequação de planos em um de nossos posts anteriores. Mas chegou a hora de comprovar – por meio de resultados efetivos – que nossas dicas preciosas podem se transformar em grandes resultados quando alinhadas e implementadas junto à consultoria de uma empresa especializada em Gestão de Benefícios Corporativos. Quer saber como? Confira:

 

Do redesenho à migração: um case de sucesso em três fases

A necessidade de redução de custos diagnosticada pela MDS junto a um grande cliente do ramo de Atendimento colocou em pauta a reavaliação dos planos de saúde oferecidos aos colaboradores. Após apresentação dos indicadores e resultados dos contratos, os executivos da empresa identificaram que o valor pago pelo benefício assistência médica disponibilizado aos funcionários estava acima do orçamento da companhia. A partir desta necessidade, as áreas de Gestão de Benefícios e Relacionamento da MDS mapearam as próximas etapas a fim de atingir aos objetivos esperados.

Primeira fase: redesenho

“Após avaliação, optamos por focar na estratégia de Reenquadramento dos benefícios, Redesenho e Auditoria. Em poucas palavras, trata-se de uma espécie de pacote de readequação que, neste caso específico, envolveu estudo e desenvolvimento de produtos específicos junto ao mercado, revisão das políticas de coparticipação, contribuição, reembolso e elegibilidade”, explica Filipe Nicodemos, Diretor de Relacionamento da área de Benefícios. “Um exemplo das ações realizadas foi o estabelecimento de um critério para disponibilização da cobertura do plano com obstetrícia – um dos serviços mais frequentemente utilizados na apólice”, completa o executivo. E o método foi certeiro: a análise minuciosa dos perfis ajudou a coibir casos de má utilização, ajustou as coberturas a formatos mais apropriados e trouxe à empresa um saving de R$ 16,5MM ao ano.

Segunda fase: negociação de reajuste

Nos meses seguintes, o cliente reportou que, apesar da economia ocasionada pela estratégia anterior, os gastos com assistência médica ainda não estavam equilibrados quando comparados às demais despesas administrativas da empresa. As ações implantadas anteriormente tiveram um sucesso significativo, no entanto, o reajuste projetado para o período seguinte apontava para um patamar não tão saudável para o budget corporativo. “A partir dessa sinalização, nossa equipe se respaldou no bom relacionamento com as seguradoras parceiras e no estudo aprofundado das características financeiras do contrato vigente”, enfatiza Filipe. Foi possível negociar custos e condições que chegariam a reduzir ¼ dos gastos com o plano, mesmo assim, a redução não foi considerada suficiente pelo cliente – o que nos leva à próxima fase.

Terceira fase: migração para outra operadora

A terceira e última fase do case é considerada um dos últimos recursos para resolver problemas relacionados a planos de saúde: a troca. Tal medida costuma ser escolhida quando as demais estratégias de manutenção e readequação não são capazes de reverter questões-chave, como satisfação interna, qualidade dos serviços e custo-benefício à altura. 

Complexa, porém eficiente, esta medida coloca em prática duas dicas abordadas no post anterior sobre o mesmo assunto: estar atento à relação custo versus qualidade e pesquisar, de forma aprofundada, as operadoras do mercado a fim de avaliar quais delas são realmente aderentes às demandas da empresa contratante. Por se tratar de um trabalho que envolve análise, poder de negociação, domínio do mercado e, principalmente, conhecimento técnico de produtos, a migração para outra operadora tende a atingir mais sucesso quando tocada com o apoio de uma consultoria especializada em Gestão de Benefícios. “Por essa razão, esta etapa também foi conduzida por nós. À frente da pesquisa e mediação das partes envolvidas, nossos profissionais trouxeram ao cliente a opção mais condizente com sua nova realidade. O resultado foi a transição para um novo plano com coberturas satisfatórias, gestão organizada e o principal: um saving de R$ 19, 1MM  – número superior ao atingido nas etapas anteriores”, reitera Filipe.

Ainda tem dúvidas de que a adequação – ou mesmo a mudança – de plano de saúde é capaz de proporcionar economia sem impactar a qualidade do benefício? Então, entre em contato conosco! Estamos preparados para apresentar nossas soluções direcionadas ao tema. E não deixe de nos acompanhar no Facebook, LinkedIn e Instagram para ficar a par das novidades.