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Brokerslink Conference: tradição em debates e tendências que marcam a Gestão de Risco

Brokerslink Conference: tradição em debates e tendências que marcam a Gestão de Risco

Conheça detalhes da edição 2019, que celebra os 15 anos da Brokerslink, e relembre as discussões apresentadas nas versões anteriores

 

Transformação digital, internet das coisas, leis de proteção de dados, transposição de barreiras geográficas, constantes alterações no cenário político e econômico, mudanças nos hábitos dos consumidores. Esses são alguns dos fatores que permeiam o mundo contemporâneo. Do ponto de vista empresarial, quais os impactos de fatores como estes nos negócios, finanças, reputação e relacionamento com clientes? Quais os riscos que este contexto – em constante movimento – representa para as companhias?

As soluções de Gestão de Risco existem justamente para analisar, gerenciar e mitigar eventuais ameaças derivadas destes âmbito e capazes prejudicar empresas. Entretanto, manter-se atualizado em relação a regras, normas e práticas não deixa de ser um desafio inerente ao mundo globalizado. Logo, a Brokerslink Conference nasceu justamente para atender a estas e outras necessidades.

A conferência abraça a missão de unir os principais representantes do segmento de Gestão de Risco e áreas correlatas em uma mesma atmosfera de discussão. “A cada ano, o evento reúne um número maior de participantes, oriundos de várias partes do mundo, incluindo corretores de varejo, especializados em segmentos específicos e em resseguros, além de empresas de consultoria de risco e gerentes de risco. O objetivo do encontro é discutir tendências importantes, desafios e inovações que impactam a comunidade de seguros e o gerenciamento de riscos”, destaca José Manuel Dias da Fonseca, Chairman da organização, CEO do Grupo MDS e anfitrião do evento.

 

Overview da programação: Brokerslink 2019 Conference

Realizada na nova sede do Crédit Agricole d’Aquitaine, em Bordeaux, a edição 2019 do encontro marca o 15º aniversário da Brokerslink. A convenção se estende por três dias e espera receber mais de 330 profissionais vindos de cerca de 82 países. Reunidos, os participantes integraram debates sobre as mudanças ocasionadas pela indústria 4.0 e as adaptações necessárias para satisfazer as demandas dos consumidores que vivenciam este contexto. 

Na noite anterior ao início oficial da conferência, o coquetel oferecido pela Zurich na La Cité du Vin, um local destinado a exposições e seminários voltados à temática do vinho, deu início às trocas de informações entre os presentes. Ontem, após a solenidade de abertura e os updates da companhia terem sido conduzidos, respectivamente, pelo Presidente do evento, Grégory Allard, e por José Manuel, os principais assuntos abordados foram, em sua maioria, direcionados a parceiros e afiliados.

Entre as principais atividades do dia destaca-se a apresentação sobre o crescimento de Brokerslink através do continente africano, ministrada pelo gerente regional de África, Tiago Mora, e também o painel “The New North America”, apresentado pelo CEO da MDS Brasil e novo Americas Regional Manager, Ariel Couto. Neste, o executivo apresentou as perspectivas e desafios que tem em mente para o desenvolvimento da região. Na sequência, sid Garcia, Chairman da Trinity Insurance Brokers, dedicou-se a apresentar os três novos afiliados da rede na Asia-PAC, e o Regional Manager Europe, Christos Gavriel, introduziu os novos afiliados do continente. O dia se encerrou com o Risk Managers Forum, moderado pelo Risk Manager Pierre Sonigo e por Jorge Luzzi, Executive President da RCG. Por fim, os participantes foram encaminhados a um jantar de networking.

A sexta-feira trouxe abordagens mais abrangentes a todo o mercado de seguros e gestão de risco. Thomas Buberl, CEO mundial da AXA, aborda o tema “Como o seguro pode ajudar e preparar a sociedade para riscos globais?”; Michael Morrissey, presidente e CEO do International Insurance Society (IIS), fala sobre “Insurance 4.0”; e Lauren Bailey, Head Global de Entretenimento da Allianz, convida os presentes a refletirem sobre os riscos da indústria de Entretenimento por meio da provocação “O entretenimento é arriscado?”. 

A programação segue com o CEO da BGC Insurance Broker, Steven Hearn, e o Global Head of Business Development do Lloyd’s, Umron Ahmed, juntos no diálogo “London Calling”,  voltado ao mercado britânico. Na sequência, o dia reserva ainda uma mesa redonda com risk managers e o painel “Os desafios da longevidade e os impactos no seguro saúde”, conduzido por nomes como Humphrey Cuzner, da Allianz Care; Jean-Louis Etienne, doutor e cientista; e Maria Carmo-Fonseca, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa & President e do Instituto de Medicina Molecular (IMM). Finalmente, para o fechamento com chave de ouro, o tão esperado anúncio do país anfitrião da edição 2020 da conferência será realizado e, em seguida, brindado no famoso Gala Dinner do encontro.

 

Raio-X das edições anteriores 

Cada edição da Brokerslink Conference é extremamente alinhada aos acontecimentos mundiais que a permeiam. Não por acaso, a versão 2017, realizada em Marrakesh, trouxe à pauta assuntos como o impacto do Brexit no mercado internacional – temática que, à época, trouxe à tona questionamentos políticos, comerciais e socioeconômicos relevantes para as seguradoras. A importância das redes sociais também esteve entre os painéis, uma vez que tais plataformas já atuam como meios de informação, compra e venda. A preocupação com eventos extremos – tais como alterações climáticas, desastres naturais, conflitos entre estados, migração, cyber ataques e terrorismo – também foram apresentados como pontos de atenção sob o ponto de vista da Gestão de Risco. 

Em 2018, Hong Kong foi a cidade anfitriã e o palco de plenárias como “Oportunidades e desafios apresentados pela Iniciativa Belt and Road”; “A relação entre a China e a economia global”; “Iluminação para Macau” (após o Tufão que atingiu a cidade); “Blockchain”; “Indústria de luxo”, entre outros. 

Como esperado, esta edição está gerando insights e boas práticas que transcendem barreiras geográficas e devem passar a reger as decisões e os negócios futuros do mercado de risco. E por falar em negócios, o encontro traz consigo a proposta de funcionar como um hub de novas parcerias capazes de gerar produtos, serviços e soluções cada vez mais globalizadas aos clientes. Para saber mais e obter acesso a conteúdos exclusivos em primeira mão, continue acompanhando a MDS Brasil no Facebook, LinkedIn e Instagram e siga também as redes sociais e o blog da jornalista Denise Bueno, que viajou a nosso convite para cobrir o evento.

OUTUBRO ROSA

OUTUBRO ROSA

O movimento Outubro Rosa tem o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama e conscientizar sobre a doença, proporcionando maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, e assim contribuir para a redução da mortalidade.

 O QUE É CÂNCER DE MAMA?

O câncer de mama é uma doença causada por uma multiplicação desordenada de células da mama, causando o aumento de células anormais, formando o tumor.

FATORES DE RISCO DO CÂNCER DE MAMA

  • Idade acima de 50 anos
  • Obesidade e sobrepeso após menopausa
  • Sedentarismo
  • Consumo de bebida alcoólica
  • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona)
  • Histórico familiar de câncer de mama na família

SINAIS E SINTOMAS

  • Caroço/nódulo na mama, geralmente indolor
  • Alterações no mamilo
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços/axilas ou no pescoço
  • Saída de líquido anormal das mamas

Essas alterações precisam ser investigadas o quanto antes.

Mas lembre-se: NÃO NECESSARIAMENTE SIGNIFICAM CÂNCER DE MAMA. Por esse motivo, mantenha consultas regulares com seu médico

PREVENÇÃO

Segundo o Instituto de Nacional de Câncer (INCA), cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis.

  • Praticar atividade física
  • Ter uma alimentação saudável
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas
  • Amamentar

Toda mulher, independentemente da idade, deve ser estimulada a conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maioria dos diagnósticos de câncer de mama são descobertos pelas próprias mulheres.

Se tocar e se conhecer para saber identificar qualquer anormalidade que venha aparecer, é primordial.

É tempo de se informar, prevenir e cuidar!

 

Fontes:

https://www.inca.gov.br/noticias/ministerio-da-saude-promove-live-em-comemoracao-ao-outubro-rosa

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/cancer-de-mama

Adequação de plano de saúde: um caso real e efetivo

Adequação de plano de saúde: um caso real e efetivo

Optar por um plano de saúde que reúna eficiência, satisfação dos colaboradores e administração otimizada é um dos grandes desafios das áreas de Recursos Humanos das empresas. Não por acaso, falamos sobre diversas opções para adequação de planos em um de nossos posts anteriores. Mas chegou a hora de comprovar – por meio de resultados efetivos – que nossas dicas preciosas podem se transformar em grandes resultados quando alinhadas e implementadas junto à consultoria de uma empresa especializada em Gestão de Benefícios Corporativos. Quer saber como? Confira:

 

Do redesenho à migração: um case de sucesso em três fases

A necessidade de redução de custos diagnosticada pela MDS junto a um grande cliente do ramo de Atendimento colocou em pauta a reavaliação dos planos de saúde oferecidos aos colaboradores. Após apresentação dos indicadores e resultados dos contratos, os executivos da empresa identificaram que o valor pago pelo benefício assistência médica disponibilizado aos funcionários estava acima do orçamento da companhia. A partir desta necessidade, as áreas de Gestão de Benefícios e Relacionamento da MDS mapearam as próximas etapas a fim de atingir aos objetivos esperados.

Primeira fase: redesenho

“Após avaliação, optamos por focar na estratégia de Reenquadramento dos benefícios, Redesenho e Auditoria. Em poucas palavras, trata-se de uma espécie de pacote de readequação que, neste caso específico, envolveu estudo e desenvolvimento de produtos específicos junto ao mercado, revisão das políticas de coparticipação, contribuição, reembolso e elegibilidade”, explica Filipe Nicodemos, Diretor de Relacionamento da área de Benefícios. “Um exemplo das ações realizadas foi o estabelecimento de um critério para disponibilização da cobertura do plano com obstetrícia – um dos serviços mais frequentemente utilizados na apólice”, completa o executivo. E o método foi certeiro: a análise minuciosa dos perfis ajudou a coibir casos de má utilização, ajustou as coberturas a formatos mais apropriados e trouxe à empresa um saving de R$ 16,5MM ao ano.

Segunda fase: negociação de reajuste

Nos meses seguintes, o cliente reportou que, apesar da economia ocasionada pela estratégia anterior, os gastos com assistência médica ainda não estavam equilibrados quando comparados às demais despesas administrativas da empresa. As ações implantadas anteriormente tiveram um sucesso significativo, no entanto, o reajuste projetado para o período seguinte apontava para um patamar não tão saudável para o budget corporativo. “A partir dessa sinalização, nossa equipe se respaldou no bom relacionamento com as seguradoras parceiras e no estudo aprofundado das características financeiras do contrato vigente”, enfatiza Filipe. Foi possível negociar custos e condições que chegariam a reduzir ¼ dos gastos com o plano, mesmo assim, a redução não foi considerada suficiente pelo cliente – o que nos leva à próxima fase.

Terceira fase: migração para outra operadora

A terceira e última fase do case é considerada um dos últimos recursos para resolver problemas relacionados a planos de saúde: a troca. Tal medida costuma ser escolhida quando as demais estratégias de manutenção e readequação não são capazes de reverter questões-chave, como satisfação interna, qualidade dos serviços e custo-benefício à altura. 

Complexa, porém eficiente, esta medida coloca em prática duas dicas abordadas no post anterior sobre o mesmo assunto: estar atento à relação custo versus qualidade e pesquisar, de forma aprofundada, as operadoras do mercado a fim de avaliar quais delas são realmente aderentes às demandas da empresa contratante. Por se tratar de um trabalho que envolve análise, poder de negociação, domínio do mercado e, principalmente, conhecimento técnico de produtos, a migração para outra operadora tende a atingir mais sucesso quando tocada com o apoio de uma consultoria especializada em Gestão de Benefícios. “Por essa razão, esta etapa também foi conduzida por nós. À frente da pesquisa e mediação das partes envolvidas, nossos profissionais trouxeram ao cliente a opção mais condizente com sua nova realidade. O resultado foi a transição para um novo plano com coberturas satisfatórias, gestão organizada e o principal: um saving de R$ 19, 1MM  – número superior ao atingido nas etapas anteriores”, reitera Filipe.

Ainda tem dúvidas de que a adequação – ou mesmo a mudança – de plano de saúde é capaz de proporcionar economia sem impactar a qualidade do benefício? Então, entre em contato conosco! Estamos preparados para apresentar nossas soluções direcionadas ao tema. E não deixe de nos acompanhar no Facebook, LinkedIn e Instagram para ficar a par das novidades.