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Riscos cibernéticos crescem cada vez mais, e o Brasil está na lista de países mais suscetíveis

Riscos cibernéticos crescem cada vez mais, e o Brasil está na lista de países mais suscetíveis

Reportagem do jornal DCI analisa o crescimento da ação de hackers no país.

 

Nas últimas décadas o avanço dos chamados cibercrimes se tornou realidade no mundo todo e o Brasil não foge à regra. De acordo com reportagem publicada pelo jornal DCI, no ano passado esse tipo de delito causou um rombo de R$ 1,8 bilhão somente no sistema bancário. O Brasil está na lista dos países mais suscetíveis a ataques cibernético. A legislação é insuficiente, a repressão é branda e os hackers têm procedimentos cada vez mais elaborados, incentivados pela comunicação suscetíveis.

O aumento nos riscos faz com que o mercado de seguros se volte para essa realidade com a intenção de oferecer soluções. A busca por apólices com proteção contra ataques cibernéticos pode crescer até 50% em 2016, na avaliação do diretor da MDS Insure, Jacques Goldenberg. Ele ressalta que embora a cultura de prevenção ainda seja tímida no Brasil, a tendência é de que o assunto atraia cada vez mais atenção: “Ainda não tivemos sinistros a serem regulados. Mesmo assim, a preocupação com a segurança da informação é constante, visto que os métodos de violação desenvolvidos pelos hackers evoluem na mesma velocidade em que novas tecnologias de segurança são lançadas.”

A matéria publicada pelo DCI informa ainda que o uso de celulares para transações bancárias, a exposição em redes sociais e a falta de cuidado em sites suspeitos são comportamentos que facilitam a vida dos crimininosos. Mas além dos cuidados que cada cidadão deve ter, é preciso chegar a um consenso quanto à punição desses crimes. Apesar de existirem três projetos de lei sobre proteção de dados em tramitação, não há perspectiva de que nenhum deles seja aprovado ainda este ano.