No Brasil, a proteção de dados na internet caminha para se tornar mais segura

No Brasil, a proteção de dados na internet caminha para se tornar mais segura

No Brasil, a proteção de dados na internet caminha para se tornar mais segura

Depois do grande escândalo de vazamentos de dados de usuários do Facebook, ninguém mais quer arriscar: para cadastrar dados em sites de empresas ou redes sociais, as pessoas exigem, primeiro, ter garantido o direito de anonimato na internet.

Pensando nisso, o Plenário do Senado aprovou, no dia 10 de julho, um marco legal que objetiva regulamentar o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil. Aprovado por unanimidade, o texto visa garantir maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais. Dessa maneira, a ideia é tornar a internet um espaço mais democrático para cidadãos que não querem ter seus dados compartilhados sem seu consentimento. Apenas após a autorização explícita para coleta e uso de dados  – seja no âmbito do poder público ou no privado – é que se poderá utilizar as informações cadastradas. Além disso, será obrigatória a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir os dados caso queira. O texto foi aprovado e segue para a sanção do presidente Michel Temer.

Este é um problema que pode ser mais comum do que parece. Para compreendê-lo melhor, pense, por exemplo, que a sua empresa conta com um funcionário que é desonesto. Vamos supor que ele decida roubar dados ou envie informações para pessoas que não deveriam recebê-las. Imagine o que poderia acontecer se ele perdesse um hardware – pode ser um celular – ou se decidisse extorquir alguém em troca de benefícios pessoais. Só aqui já temos muitos motivos para tentar pensar em soluções que mitiguem esses riscos.

Fora isso, deve-se pensar nas ameaças externas à empresa. Pode haver espionagem vinda de um concorrente, queda do sistema operacional da companhia, falhas de segurança na proteção de dados, interrupção de rede, entre outros riscos. Ou seja, são diversas as ameaças e, assim sendo, também precisam ser diversas as maneiras de contê-las.

A MDS, atenta a esses tipos de riscos, oferece já há alguns anos uma proteção contra essas ameaças. O Seguro Cibernético da empresa visa antecipar e neutralizar as consequências da violação de dados corporativos e pessoais. Entre as coberturas oferecidas estão: apoio em tecnologia da informação, que cobre custos de incidentes cibernéticos e determina se os dados atacados podem ser restaurados; gestão de crise, criada para proteger a reputação da empresa; riscos financeiros, que visa cobrir dados e redes afetados, entre outros serviços que podem ser checados diretamente em nossa página.

Desde o vazamento de dados do Facebook até o ataque sofrido pela campanha de Hilary Clinton por hackers russos em 2016, um fato se consolidou: os riscos cibernéticos podem prejudicar enormemente tanto a reputação quanto as finanças de uma empresa. Por isso, é importante estar cada vez mais atento a esse problema e, havendo soluções, utilizar todos os antídotos disponíveis.

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Por Thiago Tristão.