GLOBAL INSURANCE & RISK CONSULTANTS – MDS

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JACQUES GOLDENBERG: DO EGITO AO BRASIL, UM PERCURSO TRAÇADO PELA PAIXÃO

ENRIQUE SCHOCH: UM MARINHEIRO NO MUNDO DOS SEGUROS

O PODER DA VONTADE: DESCUBRA A NOVA MARCA MDS

MDS NEWS

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Jacques Goldenberg

Do Egito ao Brasil, um percurso traçado pela paixão

São já mais de cinco as décadas que o separam da viagem que o afastou do Egito, mas Jacques Goldenberg descreve com minúcia um passado que parece distante, mas que se mantém bem presente na sua memória. “Acho interessante contar um pouco da nossa vida, das experiências, das emoções que passamos. Assim pelo menos voltamos a viajar”, confessa. Talvez por isso mesmo, pela vontade de manter presente as suas origens, o seu último companheiro de cabeceira tenha sido o livro “Nasser, a águia do Egito”1. Com um percurso profissional ímpar, Jacques Goldenberg é atualmente Diretor Internacional e de Riscos Empresariais da MDS Brasil e mais do que um profissional, é hoje um modelo e uma inspiração para muitos.

 

A queda da monarquia em 1952 e a eleição de Gamal Abdel Nasser como presidente ditaria um novo rumo para o Egito e também para Jacques Goldenberg, que com apenas 12 anos, se viu forçado a deixar o Cairo na sequência do processo de nacionalização da companhia do Canal do Suez, até então propriedade da Inglaterra. “Para algumas nacionalidades foram concedidas 24 horas para abandonar o país”, recorda. “No caso dos judeus não havia propriamente um prazo, mas o meu pai ficou preocupado com a situação” e acabaria por rumar a Israel, de onde era natural. A estadia viria a ser no entanto bastante curta e em 1958 a família de Jacques juntar-se-ia aos restantes familiares que se encontravam no Brasil.

No ADN trazia já o “bichinho” dos seguros, uma herança do pai, também ele profissional do setor e, embora a medicina fosse o seu sonho, acabou por se licenciar em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC). “Sempre quis ser médico mas quando o meu filho Dov decidiu seguir medicina, pensei, o meu sonho está de uma certa forma a concretizar-se”, explica. “Não me arrependo do caminho que segui, só tive resultados ótimos”.

1  N.T.: Título Original: Sinoué Gilbert – Nasser, l’aigle égyptien

 

O início da carreira

Iniciou a sua carreira na área dos seguros como office boy, com apenas 17 anos. Dois anos mais tarde assumia já a função de gerente de seguros nas áreas de Automóvel, Acidentes de Trabalho, Vida, Patrimonial. O seu percurso profissional ficaria indiscutivelmente marcado pela influência do pai, durante muitos anos responsável pela gestão da carteira de seguros da Mercedes-Benz, no seio da própria empresa. Nessa altura Jacques chegava a ir com o pai 3 a 5 vezes por semana para a Mercedes, num período de aprendizagem que considera ter sido bastante importante e que lhe permitiu adquirir um vasto know-how no setor automóvel.

Jacques recorda a realidade do setor segurador, na altura monopólio do Estado: “quando comecei, no Brasil  a área dos seguros era uma coisa muito quadrada. Existia uma tarifa e era aquilo que se chama de bíblia”. Depois, dependendo das características do risco, através de um processo específico, poder-se-ia solicitar um tratamento diferente. “O meu pai dizia: está aqui a tarifa de incêndio e você vai ler do início ao fim. Era algo sem graça, mas aprendi assim, lendo as tarifas, lendo os clausulados de todas as apólices. Foi desta aprendizagem que nasceu o hábito, ainda hoje, de efetuar uma constante auditoria a tudo”, explica Jacques.

O pai acabaria por criar a sua própria corretora, a Integridade, sem nunca ter perdido no entanto a ligação à Mercedes-Benz, na qual continuou por 23 anos, período em que manteve uma corretora cativa em sociedade com a marca alemã.

Com a criação da Integridade conseguiram alcançar alguns clientes no Egito e conquistar contas importantes no Brasil, como o Banco Bozano Simonsen, a Embraer ou a Anglo American.

 

A paixão pelos seguros e pela vida

Apesar de apaixonado confesso pelos seguros, para além do curso de Administração de Empresas, fez alguns cursos paralelos, entre eles, Técnico de Laboratório, Eletrotécnica e Análise Transacional. Fê-lo por divertimento, para enriquecimento cultural, para ter uma visão diferente daquela que a licenciatura e a própria experiência de vida lhe deram e dão. 

“Gosto muito da área de seguros ao ponto de tomar café, almoço e janta de seguros”, graceja. “Seguros é uma das poucas atividades que faz com que você não se canse, não ache a vida monótona. Porque são situações que não se renovam. Existem sempre coisas novas. É preciso usar a imaginação e a criatividade”.

A par do percurso profissional viu também crescer a família. Teve quatro filhos – Denys, Dov, Cyntia e Ariel – e 6 netos. Não escondendo o carinho por todos eles, não hesita em dizer que uma das suas fontes de energia e inspiração é Denys, aquele que seguiu as pisadas do pai no mundo dos seguros e que quis o destino que seguisse uma “outra missão, num outro mundo”.

Tendo sempre acompanhado a evolução do setor no Brasil e a nível global, rapidamente se apercebeu do movimento de consolidação entre os corretores e, não tendo a possibilidade de adquirir uma outra corretora, mas tendo consciência da solidez da Integridade, encetou negociações e em Agosto de 2004 junta-se à Lazam-MDS (corretora de seguros resultante da joint venture entre o grupo Sonae e o grupo Suzano).

Quando iniciou o seu percurso na Lazam-MDS era suposto ficar o tempo suficiente para assegurar a transição da carteira. Juntamente com 7 outros colaboradores, o filho Denys acompanhou-o neste percurso tendo assumido a função de Diretor Comercial. Infelizmente Denys não pode terminar o seu percurso e Jacques decidiu continuar o sonho do filho.

 

Um encontro decisivo

É por ocasião da aquisição da Integridade pela    Lazam-MDS que Jacques vem a conhecer o CEO da MDS, José Manuel Fonseca. Nos primeiros tempos trabalham em conjunto,  e  cria-se  uma  grande  empatia  entre  ambos – talvez, pensa Jacques, pelo facto de ambos terem um passado de seguros em comum. Jacques reconhece em José Manuel Fonseca uma grande visão de futuro e o facto de conseguir transmitir essa vontade de planear a médio/longo prazo – sem esquecer, todavia, o presente.

É nesse período que nasce a Brokerslink, e rapidamente se constata que a rede à qual a Lazam pertencia anteriormente – Uniba – nada tinha a ver com o perfil da MDS, pois tratava-se de uma rede de pequenos corretores. Ao invés, a Brokerslink era uma associação de brokers maiores e tinha outra ambição – começou como uma rede e transformou-se em algo maior”. O José Manuel foi pai e mãe da Brokerslink” diz Jacques, sorrindo.

Para Jacques, José Manuel tem uma faceta muito humana, a par da sua visão objetiva de negócio e de uma grande exigência. Reconhece-o como um homem de cultura – conhece história, geografia, música, o mercado de seguros e resseguros, e é respeitado em todos os continentes.

E, a propósito, Jacques conta-nos uma história: “Num passeio de barco em Nova Iorque, falando com o José Manuel de algumas personalidades políticas, ele disse-me que tinha lido dois livros fantásticos – um sobre Golda Meir e outro sobre Nasser, e aconselhou-mos. Li ambos com muita atenção, até porque, tendo nascido no Egipto com origem judaica ambos me interessavam. E por incrível que pareça, tocou-me mais a história de Nasser que a de Golda Meir – algo que só foi possível graças ao conselho do José Manuel, sem o qual nunca teria comprado esses livros!”. E conclui: “a nossa é uma amizade muito bonita”.

 

A relação com a MDS

“Estou na MDS há 11 anos e espero ficar aqui ainda alguns anos. Eu gosto de trabalhar, sempre gostei. Até hoje não levo um Não para casa. Tento que o Não seja um Talvez e, quando possível, se torne um Sim”, refere Jacques.

É com orgulho que fala do percurso da MDS, do crescente reconhecimento do mercado como “corretora técnica, ética, dedicada aos seus clientes. A MDS de hoje é fruto do trabalho de pessoas que já estiveram, que ainda estão, da filosofia, e particularmente, do facto de existir uma orientação que vem da matriz – os grupos Sonae e Suzano”. Estes dois grupos fornecem “raízes muito profundas, com fortes valores associados – seriedade, pujança, solidez”. Mas acrescenta: “a imagem da empresa era muito respeitada no mercado, mas José Manuel queria uma imagem mais ousada. E o facto é que hoje estamos no topo do ranking de corretores no Brasil. José Manuel encontrou no Hélio Novaes (CEO MDS Brasil) a pessoa que tornou possível realizar a sua visão para a empresa, que continua a ser respeitada, mas também, muitas vezes, temida pelos seus concorrentes”. Jacques recorda ainda um momento muito especial para si: “Foi no aniversário dos 30 anos da MDS. Fui convidado para vir à celebração no Porto. A dada altura, qual é a minha surpresa quando José Manuel Fonseca me chama ao palco para receber um prémio, como agradecimento pela minha colaboração de 10 anos com o grupo. Este gesto tocou-me muito, vindo do profissional, mas também do amigo”.

Jacques Goldenberg discursa após receber um prémio das mãos de José Manuel Fonseca no 30° aniversário da MDS.
Jacques Goldenberg discursa após receber um prémio das mãos de José Manuel Fonseca no 30° aniversário da MDS.

 

O papel do broker no futuro e a Brokerslink

“A visão do broker vendedor vai, pouco a pouco, ser substituída pelo broker consultor, aquele que orienta o cliente, as empresas sobre o melhor caminho, a melhor alternativa, a melhor forma de  gerenciar  todos  os  riscos que possam colocar o negócio em risco”, explica.  “O corretor tem de aprender a ser menos vendedor, tem de ser um consultor e oferecer ao cliente instrumentos    e ferramentas que facilitem as tarefas e tenham sempre uma visão geral, a qualquer momento – online”.

Referindo-se à Brokerslink, reconhece que tem desempenhado um papel importante para a MDS no Brasil. “A partir de uma ideia, constituiu-se uma organização mundial respeitada, reconhecida, com bases sólidas de crescimento. A ideia é que faz a força dela”.

Uma energia inesgotável

Incansável, dentro e fora do escritório, os seus hobbies são a leitura, a música e o ginásio. Todos os dias de manhã, bem cedo vai para o ginásio, “é muito importante para mim, sinto-me bem. É mais do que um hobbie, faz parte da minha vida. É a minha cocaína”.

E afirma com satisfação: “eu não fico velho, quem está ficando velho são os meus filhos. Eu parei no tempo. Nesta idade estou ótimo, vou continuar nela! Com ela tenho a experiência de vida, a sabedoria que os jovens têm de conquistar com o tempo”. E deixa-nos um aviso: “É habitual as pessoas reformarem-se a partir de uma certa idade, mas eu não tenho planos para tal. Gosto tanto do que faço e da empresa onde trabalho, que enquanto estiver bem e de saúde, estarei por cá!”.

Detentor de um sentido de humor apurado afirma que “o mercado de seguros tem uma relação direta com a culinária. Sempre que você apresenta um negócio com um risco diferente, algumas pessoas falam que não temos apetite por esse tipo de risco!”. E partilha connosco o seu lema de vida: “Eu vivo o momento que é a equação entre ontem, hoje e amanhã. Hoje é o sonho de ontem, hoje sonho o amanhã”. •

 

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Enrique Schoch

Um marinheiro no mundo dos seguros

Em final de 2015 Enrique Schoch assumiu o cargo de CEO da joint venture entre a Filhet-Allard e a MDS. Em conversa com a FULLCOVER falou-nos dos seus 25 anos de experiência no mercado segurador, dos planos para o futuro e da sua visão para o sucesso.

 

Enrique Schoch sempre gostou do mar e foi por isso que iniciou a sua carreira na Marinha Mercante.

Este amor só poderia vir do seu lado português. “Sou bisneto de um almirante da Armada Portuguesa”, diz com orgulho. Parece até quase natural que a sua escolha profissional tenha sido a vida de marinheiro. Esteve na Marinha Mercante durante oito anos até que o destino lhe trocou as voltas. Com a queda do muro de Berlim e a desagregação da União Soviética, o mercado da navegação comercial fica saturado com a chegada de um sem número de marinheiros dos países de Leste – da Polônia, da Rússia, etc. E, de repente, Enrique percebeu que estava na hora de mudar de rumo/profissão.

Felizmente, a sua formação académica tinha-o preparado bem. Para além de todos os temas relacionados com a navegação, estudará muitos temas legais, de seguros, de economia marítima, entre outros, que lhe permitiram encontrar um novo rumo.

 

O início no mundo dos seguros

E é aqui que a sua vida se cruza com o mundo dos seguros. Quis um feliz acaso que, nessa altura, as companhias de seguros em Espanha procurassem pessoal para alguns dos ramos que estavam em desenvolvimento: além do Ramo Vida, o Ramo de Transportes e, neste em particular, o seguro marítimo.

Uma dessas companhias, a Sun Alliance, procurava um responsável para o departamento de Transportes. E, a 1 de outubro de 1991, Enrique acaba por ser o escolhido para ocupar esta posição, ainda sem saber “realmente” de seguros: “Eu sabia de barcos, de transportes, de negócios de mercadorias – porque tinha navegado por todo o mundo. Mas de seguros, não”.

É nesse momento que surge na sua vida uma figura que se tornará determinante, o diretor do departamento de Transportes da Sun Alliance (hoje já reformado): “Tive um grande padrinho, que me ensinou tudo o que sei de seguros e ensinou-me à moda antiga”. Enrique recorda com carinho o tempo que passou com este verdadeiro mentor, que ao longo de vários anos, todas as tardes, lhe respondia a todas as questões que formulava, enquanto ia estudando entusiasticamente as cláusulas das apólices: “Foi uma época verdadeiramente  maravilhosa”.

Até a assinatura num guardanapo era suficiente para fechar um negócio: “São 500 milhões, aqui está a minha assinatura e já está”. Foi este conceito algo “romântico” de subscrever que o apaixonou.

No mundo dos seguros e na amplitude de possibilidades que os seguros oferecem, Enrique reconhece a grandiosidade do mar: “No final, seguramos tudo”. É possível segurar tudo, desde uma multinacional, uma petrolífera até ao negócio da esquina. E as potencialidades são infinitas.

Recorda uma história que o marcou profissionalmente no seu tempo na Sun Alliance – o “pior 31 de dezembro que vivi durante muitos anos” – quando assumiu o risco de uma exposição (à época com um valor aproximado de 5 milhões de dólares) desconhecendo que não havia cobertura de resseguro para o ano seguinte. O seu diretor, a pessoa que o tinha formado, manteve a calma, disse-lhe que ele se equivocara mas que o risco tinha de ser assumido. “Foi aí que entendi realmente o que era um subscritor e que me tornei um”.

Na Sun Alliance, tornou-se diretor de Transportes e, mais tarde, assumiu a direção de brokers e de negócio industrial pela sua “capacidade para falar com os grandes brokers do mercado”. Quando se dá a fusão com a Royal que cria a Royal Sun Alliance, assume a gestão do negócio  industrial  da companhia.

Em 2001, quando a Liberty compra a Royal Sun Alliance em Espanha, abraça um novo desafio na sua vida. Era sabido no mercado que a companhia pretendia abandonar o negócio industrial. Na época, Enrique dedicava já grande parte do seu tempo ao mercado dos brokers e quando surge o convite da EOS para assumir o cargo de Diretor Geral resolve aceitar: “Toda a gente me dizia que eu estava do lado errado da mesa, que era mais broker do que segurador, e tanto me disseram, que acabei por acreditar”. Pouco tempo depois será nomeado CEO e durante 14 anos, até 2015, fica a gerir a EOS RISK em Espanha.

Um desafio irrecusável

Em 2015, Enrique Schoch é desafiado para um projeto inovador, a joint venture em Espanha de dois brokers europeus de primeiro nível, a Filhet-Allard e a MDS.    “A  união de uma empresa familiar de muitas gerações    e com larga experiência no setor segurador na Europa e de uma empresa com a pujança, o tamanho, a grandiosidade e o volume de negócio como a MDS foi um desafio a que não consegui resistir”.

Enquanto CEO desta joint venture Enrique entende que a empresa reúne todas as condições para ser bem-sucedida: “O mercado a que nos dirigimos é um mercado fundamentalmente de empresas e este mercado necessita de mais brokers que atuem de uma forma profissional e sejam capazes de prestar um serviço especializado aos seus Clientes. Há, de facto, um espaço interessante a ocupar no mercado espanhol de seguros – irá haver uma diminuição do número de atores e um aumento da dimensão destes. E logicamente este movimento de unificação só pode ser levado a cabo pelas empresas líderes e pertencentes a grupos fortes, como é o nosso caso. Temos a experiência, know-how, profissionalismo e dimensão global e desenvolvemos soluções personalizadas à medida das necessidades dos nossos clientes, quer a nível local quer internacional”.

O futuro do setor segurador

Num momento em que a economia espanhola se encontra finalmente em recuperação e Madrid está a tornar-se um centro de seguro e resseguro internacional para o mercado da América Latina, Enrique Schoch identifica três grandes desafios para o setor segurador espanhol.

O primeiro é o impacto do Solvência II no mercado segurador. Não pondo em causa a segurança que o novo regime traz, a verdade é que levanta a questão premente da capacidade das companhias de seguros resistirem às novas imposições e de se manterem em atuação. “Quantos serão, de facto, os players que se manterão no mercado dentro de cinco anos?”

O segundo é questão da dimensão (escala) e da internacionalização. Para Enrique, apenas duas empresas no mercado espanhol corporizam estes princípios. Uma delas é a MAPFRE, que é uma empresa verdadeiramente impressionante e de âmbito internacional. A outra, ainda que num setor muito concreto – o do crédito e caução –, é a Atradius. As restantes não têm capacidade para uma aventura global, atuando esporadicamente, numa ou noutra operação.

Por fim, uma temática de âmbito mais interno, a da eficiência operacional. Num momento em que a preocupação comum ao mercado das companhias de seguros é a captação de cliente, é premente assegurar que todos estão alinhados do ponto de vista de assegurar um serviço de elevada qualidade ao cliente.

O lado pessoal

Nos tempos livres Enrique gosta de praticar desporto. Atualmente dedica-se ao padel, uma modalidade em crescimento nos últimos anos. Os comboios em miniatura e a fotografia, são velhas paixões, agora relegadas para segundo plano.

Quando lhe perguntamos se tem um lema de vida, sorri e confessa-nos: “O meu lema de vida – fazer os outros felizes – mudou”. Com o tempo, Enrique percebeu que a vida é longa e por vezes dura, com muitos obstáculos pela frente. E ainda que continue a ser fundamental fazer os outros felizes, é necessário que também nós sejamos felizes: “também eu tenho de ser feliz”. •

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MDS NEWS

 

 

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MDS reforça aposta no mercado africano

No âmbito do fortalecimento da estratégia de crescimento a nível global e do reforço das suas operações no mercado africano, o grupo MDS nomeou João Alvadia como CEO da MDS África. 

João Alvadia tem uma longa carreira na área dos seguros, em Portugal e África, e terá a responsabilidade de liderar e coordenar toda a operação naquele continente, com prioridade para Angola e Moçambique.

Esta aposta tem por objetivo garantir uma dinâmica de crescimento, consolidando o investimento já realizado e explorando novas oportunidades de desenvolvimento.

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Parceria estratégica com S21sec permite oferta pioneira de serviços de cibersegurança

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Com o objetivo de auxiliar as organizações a lidarem com os riscos cibernéticos, a S21sec e a MDS estabeleceram uma parceria estratégica que visa disponibilizar um serviço completo de cibersegurança para o mercado empresarial a nível mundial.

Esta iniciativa pioneira permite às empresas protegerem-se contra ataques cibernéticos, conjugando uma política ativa de prevenção baseada nas soluções de segurança da S21sec com a minimização dos possíveis impactos através dos seguros específicos disponibilizados pela MDS.

O leque de serviços disponibilizados engloba desde a prevenção, deteção, análise e atuação na área da cibersegurança, até à componente de seguros para riscos cibernéticos, incluindo  a avaliação da maturidade de uma organização para a segurança da informação, auditorias técnicas, ações de sensibilização e formação, monitorização contínua de segurança, equipas de resposta a incidentes críticos de segurança e análise forense, permitindo às empresas uma abordagem assertiva e concreta na gestão de riscos cibernéticos.

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MDS Brasil inaugura nova sede e aposta em inovação e sustentabilidade

A MDS Brasil tem uma nova sede em São Paulo, um escritório mais amplo, eficiente e sustentável e que reflete as transformações conceituais pelas quais a empresa tem passado, apostando num ambiente onde  se valoriza a troca de informações, espaços favoráveis ao conhecimento, e o recurso ao conceito de clean desk, sem mesas  fixas, o que possibilita uma maior flexibilidade e mobilidade.

O escritório fica situado no Eldorado Business Tower, na Avenida das Nações Unidas em Pinheiros, um edifício considerado pela Revista Exame como um dos melhores locais do Brasil para se trabalhar. O prédio foi ainda o primeiro da América Latina a obter LEED® C&S – Platinum, o mais alto nível de certificação ambiental do mundo.

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Estratégia de desenvolvimento global reforçada com contratação de Frederico Casal-Ribeiro

O grupo MDS reforçou a sua equipa de gestão com a contratação de Frederico Casal-Ribeiro, reputado executivo com vasta uma vasta experiência internacional no setor dos seguros, e que assume agora o cargo de Global Business Developer.

Frederico Casal-Ribeiro conta com um relevante percurso internacional no setor, tendo passado por mercados como a Grécia, México, Rússia, Estados Unidos e Brasil, para além de Portugal. No novo cargo tem como missão potenciar as competências da MDS em todas as geografias, alavancando sinergias entre as diferentes equipas locais de forma a apoiar o crescimento da base de clientes nas diferentes linhas de negócio.

Esta contratação veio reforçar a aposta da MDS na internacionalização como um vetor de crescimento, procurando responder às necessidades das empresas portuguesas, mas também colocando o conhecimento e competências ao serviço de empresas a nível mundial, dada a solidez da nossa oferta e capacidade de inovação.

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MDS e Brokerslink na 24ª edição da AMRAE

Jacqueline Legrand representou a MDS e a Brokerslink na 24ª edição dos Encontros da AMRAE – Association pour le Management des Risques et des Assurances de l’Entreprise, que decorreram em Lille, França, entre 3 e 5 de fevereiro. Esta presença espelha a contínua aposta do grupo MDS no apoio ao número crescente de investidores franceses em Portugal.

Fundada em 1993, a AMRAE é a associação que representa a comunidade de gestão de risco e de seguros francesa. Baseada em França, a sua atividade tem uma forte expressão nos países de língua francesa da África do Norte e Ocidental.

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MDS apoia campeão em título no International GT Open

Miguel Ramos volta a envergar a marca MDS no International GT Open, que se iniciou em 23 de abril em Portugal, no circuito do Estoril. O piloto português vai estar ao volante de um BMW M6 GT3, com a equipa Teo Martín, e terá como companheiro de carro o espanhol Roldán Rodriguez.

O International GT Open contará ainda com passagens pelos circuitos de Spa-Francorchamps, Paul Ricard, Silverstone, Red Bull Ring, Monza, terminado em Barcelona no dia 6 de outubro.

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Maílson da Nóbrega no MDS TALKS’

A convite da MDS o reputado orador Maílson da Nóbrega esteve em Portugal para abordar as “Perspetivas da Economia Brasileira” naquela que foi a quarta edição do MDS Talks’. 

Economista, homem de Estado, Maílson da Nóbrega foi ministro da Fazenda entre 1988 e 1990, um dos períodos mais difíceis da economia brasileira. Desde os 20 anos que se dedicou à vida pública envolvendo-se em ações governamentais, obtendo um conhecimento profundo da economia brasileira, tendo desempenhado um papel crucial nas áreas de Financiamento, Negociação e Relações com o Exterior. 

Conta já com cinco livros publicados, inclusive a sua autobiografia – “Além do Feijão com Arroz” -, e vários artigos em jornais e revistas especializadas, sendo ainda Colunista da Revista VEJA. Em 2013 foi considerado Economista do ano, prémio concedido pela Ordem dos Economistas do Brasil.

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