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MDS apoia João de Macedo, surfista de ondas grandes

MDS apoia João de Macedo, surfista de ondas grandes

No dia 25 setembro, a MDS realizou o Almoço Conferência com João de Macedo, o surfista de Ondas Grandes. O encontro aconteceu no Hotel Farol Design, em Cascais, Portugal, e foi a primeira iniciativa relacionada ao patrocínio estabelecido com o atleta a fim de garantir sua presença no Circuito Mundial de Ondas Gigantes e também nas ondas Mavericks, na Califórnia.

Esta parceria se baseia nos valores que a MDS e João compartilham no âmbito da gestão de riscos, pois, como se sabe, o surf de ondas gigantes acarreta um nível de periculosidade significativo, e gerenciá-lo é fundamental não somente para ter sucesso na modalidade, mas também para assegurar a saúde e o bem-estar do atleta. A MDS tem a gestão de riscos como uma de suas principais soluções e, por isso, faz parte de sua missão ajudar os clientes a se protegerem dos perigos que os cercam, por meio de soluções em seguros personalizadas conforme suas necessidades.

“Esta parceria com João de Macedo é muito relevante, dada a dimensão do desafio esportivo que ele representa. Por meio deste apoio, reforçamos os valores que partilhamos em relação ao gerenciamento dos riscos do dia a dia, e também evidenciamos nossa busca por excelência em tudo o que fazemos, com conhecimento, preparação e trabalho”, destaca Ricardo Pinto dos Santos, CEO da MDS Portugal.

João de Macedo é licenciado em Economia e, no ano 2000, fundou a  João Macedo Surf Academia, na Praia Grande e em Carcavelos, Portugal. Foi o primeiro surfista profissional – Português e Europeu – a se qualificar para disputar o Mundial de Ondas Grandes de remada (World Surf League), e terminou no Top 5 na época de 2012/2013. Foi também cofundador do Movimento de Reservas Mundiais de Surf na Califórnia.

Jacqueline Legrand faz parte das Women to Watch EMEA 2018

Jacqueline Legrand faz parte das Women to Watch EMEA 2018

É com enorme prazer que informamos que Jacqueline Legrand, CEO da Brokerslink e COO do MDS Group, foi reconhecida pela prestigiada revista americana Business Insurance como uma das Women to Watch EMEA 2018. A executiva é uma das 15 vencedoras entre as mais de 500 nomeadas.

A premiação

O Women to Watch Awards, criado em 2006 pela Business Insurance, reconhece as mulheres em posições de liderança nas áreas de seguros, gestão de risco e afins e que se destacaram pelo excelente trabalho, conhecimento, realizações, gestão e contribuição para o desenvolvimento do setor em que atuam. Em 2017,  foram lançados os Women to Watch EMEA para homenagear as executivas femininas da Europa, Oriente Médio e África.

A cerimônia de entrega dos prêmios Women to Watch EMEA 2018 acontecerá no dia 16 de novembro, em Londres.

Parabéns, Jacqueline Legrand!

Portugal sediará Alarys e Apogeris Congress pela primeira vez

Portugal sediará Alarys e Apogeris Congress pela primeira vez

Neste ano, o congresso promete interação entre nacionalidades e debates sobre o cenário global da Gestão de Riscos

Entre os dias 12 e 14 de setembro, a cidade de Porto sediará pela primeira vez a Alarys e Apogeris Congress, uma das principais convenções do mundo no ramo de Gerenciamento de Riscos em Seguros. Esta será também a primeira atividade ibero-americana do setor em Portugal.

O país tem atraído a atenção internacional para negócios, eventos e até mesmo turismo. Tal atratividade se deve à disponibilidade de mão de obra local somada aos bons resultados econômicos atingidos nos últimos anos: de acordo com o Instituto Nacional de Estatística do País, em 2017, o PIB português cresceu 2,7% – a maior alta desde os anos 2000. Já para 2018, a estimativa é semelhante –  espera-se alta de 2,1%.

Situado no Porto Palácio Hotel, o evento será uma espécie de aporte cultural para o setor, uma vez que trará palestrantes de países como Portugal, Espanha, Itália, Bélgica, Inglaterra, Alemanha, Suíça, Malta, Estados Unidos, Canadá, Cingapura, Bermuda e República Dominicana. A América Latina também comparecerá em peso: Brasil, México, Argentina, Colômbia e Panamá estarão representados. Por fim, a edição contará com tradução simultânea para português, inglês e espanhol a fim de facilitar a integração e o entendimento das informações.

Programação

O cronograma foi cuidadosamente elaborado para trazer à tona debates e esclarecimentos sobre os diferentes perfis de riscos modernos globais e regionais, e também para discutir temas variados – de riscos cibernéticos a roubos de cargas em regiões específicas.

O primeiro dia será marcado por um coquetel de recepção. “Este é um momento fundamental para incentivar o entrosamento e as trocas de experiências entre os executivos”, destaca Jorge Luzzi, presidente da consultoria de riscos Herco e da Alarys. Já o segundo dia dará início aos ciclos de palestras e debates sobre os desafios do mercado atual de resseguros: entre os temas de destaque está a palestra “Global Insurance Programs”, ministrada pelos profissionais Jacqueline Legrand (CEO da Brokerslink), Cristiane França Alves (Gerente de Risco da CSN Brasil) e Rodrigo Ávila (Gerente de Risco da Suzano Papel e Celulose); em seguida, o bate-papo “Risk Management at the Olympic Games”, liderado pelo gerente de risco do Comitê Olímpico Rio 2016, Marcelo D’Alessandro, promete resgatar as principais precauções tomadas pelo Brasil enquanto sede de um dos maiores eventos do mundo – as Olimpíadas.

No terceiro dia, Ariel Couto, CEO da MDS Brasil, entra em cena junto a Angelo Colombo (CEO para América Latina da Allianz Global Corporate Soluction) e Santi Cianci (CEO de Portugal da Generalli), com a apresentação “Insurance Market in a changing environment – focus in Latin America and Europe”. Finalmente, o evento será encerrado pela palestra “Closing Remarks – Risk Management in the Broker’s view”, apresentada por José Manuel Dias da Fonseca, CEO do Grupo MDS.

Para José Luzzi, a conferência é uma forma de educar e preparar o setor: “A ideia central desse encontro é  fornecer aos profissionais de gestão de risco uma visão mais atual e globalizada do nosso ramo. Dessa forma, quando os clientes optarem pela contratação de um seguro, os profissionais estarão mais aptos a entender os detalhes cruciais de cada escolha”, explica o presidente da HERCO e da Alarys.

Saiba mais sobre o evento através deste link: https://portaldagestaoderiscos.com/alarys-apogeris-congress/

MDS no CONARH 2018

MDS no CONARH 2018

Gustavo Quintão ministrará a palestra “Saúde 4.0: novas tecnologias e inovações para as empresas”, no dia 14 de agosto às 15 horas.

Você já parou para pensar em como o RH pode ter influência direta nas finanças ou reputação de uma empresa? O departamento tem ao seu dispor um banco com informações valiosas sobre seus funcionários, e por meio da análise deste banco, é possível melhorar a gestão de risco de saúde de cada empresa, além de prever melhor a auditoria de contas hospitalares, ou até mesmo reduzir a tributação previdenciária dos clientes.

“O banco de RH das empresas dita comportamentos, tendências de riscos, padrões de consumo, entre outros hábitos importantes de seus funcionários. Analisar esses dados ajuda a entender quem são os seus colaboradores, e pode contribuir também para a retenção de grandes talentos na companhia”, explica Gustavo Quintão, Diretor de Benefícios da MDS Brasil.

O executivo estará presente no Fórum de Saúde Corporativa, lançado na edição 2018 do CONARH 2018 – o Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, que ocorrerá no São Paulo Expo durante os dias 14, 15 e 16 de agosto. A MDS, pela primeira vez, será uma das patrocinadoras do evento, que é considerado um dos maiores do mundo quando se trata da discussão de gestão de pessoas. Gustavo ministrará a palestra “Saúde 4.0: novas tecnologias e inovações para as empresas”, no dia 14 de agosto, às 15 horas. A companhia quer contribuir para o Congresso mostrando toda a sua vanguarda e expertise em produtos únicos no mercado.

O CONARH tem como objetivo compartilhar conhecimento e provocar reflexões sobre os temas mais atuais em gestão de pessoas e desenvolvimento humano. A MDS quer dividir com o público presente como é possível aumentar a performance dos funcionários de uma empresa por meio de um melhor conhecimento do seu banco de talentos.

“A área de Recursos Humanos pode se tornar protagonista de ações que vão desde a gestão de saúde ao simples estímulo à análise e conhecimento do público que trabalha na companhia”, ressalta Quintão. Para o Diretor, participar do Congresso é uma ótima oportunidade de mostrar as possibilidades que as empresas têm a ganhar ao voltarem seus olhares para novas tecnologias. Ganha-se em bem-estar dos funcionários, saúde financeira da companhia e até em reconhecimento no mercado. “Temos uma missão de trazer soluções customizadas aos clientes. A MDS montou um escopo de produtos que nenhuma outra corretora tem”, destaca.

O IMPACTO DO DIGITAL NO SETOR SEGURADOR

O IMPACTO DO DIGITAL NO SETOR SEGURADOR

“O desafio é sermos capazes de explicar coisas complicadas”

Christophe Antone é o primeiro diretor para a Área Digital na corretora de seguros MDS. Temos como desafio explicar o complicado dos contratos de seguros de forma friendly”.

“O digital não é uma moda, mas uma forma de servir o negócio; é um meio e não um fim”. A frase é do novo diretor para a Área Digital do Grupo MDS, multinacional portuguesa líder na corretagem de seguros e consultoria de riscos. A era digital é já uma realidade em todas as indústrias e os seguros estão mais à frente do que outros setores de atividade devido à complexidade e responsabilidade inerentes. Antone quer alavancar o negócio no mercado digital e promover ferramentas de ‘e-commerce’e tem uma estratégia.

Antes de mais, os seguros digitais vão permitir simplificar os contratos. “É incontornável, entramos na procura da simplificação e da rapidez. Se não formos capazes de explicar um seguro a uma criança de cinco anos não atingimos os nossos objetivos. Temos de explicar as coisas de forma simples aos clientes, para quem os seguros são uma necessidade”, adianta o especialista, que enfatiza que “o digital é um risco mas também uma oportunidade para simplificar a nossa oferta”.

Na relação entre clientes e produtores o digital “irá transformar a cadeia de valor. Tudo será modificado desde o início porque as tecnologias digitais permitem-nos classificar e identificar as melhores ofertas para os nossos clientes. Permitem-nos criar novas ofertas via internet e dentro de um modelo totalmente transparente. Será
algo novo na relação que temos com os nossos fornecedores porque vamos solicitar-lhes produtos à medida dos nossos clientes e também será novo no modelo de distribuição junto dos clientes”.

Aliás, o digital vai contribuir positivamente para a rentabilidade do setor. Um exemplo paradigmático “é o sistema pay as you drive nos seguros auto, em que os clientes pagam um prêmio de seguro consoante a utilização, ou mesmo o dos carros autônomos, onde se esperam muito menos acidentes porque os carros podem identificar e evitar obstáculos”. Um outro aspeto realçado por Antone é o fato de o digital, dentro da cadeia de valor dos seguros “permitir otimizar um certo número de processos que hoje sofrem com redundâncias e que no futuro serão mais rápidos. Será feito não por bots, mas por automatismos”. Acrescenta que o setor terá menos colaboradores, sendo que esse não é o objetivo da transformação, mas antes “libertar tempo e recursos para que os colaboradores
possam responder a necessidades relevantes dos segurados e que um computador não pode suprir”. O digital
vem também facilitar o emergir de novos tipos de seguros, tanto no setor automóvel, com o aluguer de viaturas entre particulares, assim como seguros para novos usos de habitação. “Vão ser criadas novas ofertas e do lado dos corretores haverá exigências perante as seguradoras de que haverá necessidade de criarem novas ofertas”.

E sobre a inteligência artificial e a utilização progressiva de bots, o diretor da MDS diz existirem experiências
que estão a ser desenvolvidas pelos grandes grupos seguradores para colocarem a funcionar modelos a partir de chatbots, mas “no curto prazo não poderá haver substituição da compreensão, do conhecimento e da inteligência emocional por parte dos chatbots”. Mas, frisa, “em contrapartida os chatbots vão permitir mais tempo útil. Podemos
imaginar a gestão de um conjunto de atividades simples que podem ser feitos pela tecnologia e que vão libertar tempo para que os colaboradores se concentrem em coisas que poderão não ter concorrência por parte dos robôs. A inteligência emocional repito, é impeditiva dessa substituição”.

Mas será que a revolução tecnológica será idêntica na banca e nos seguros? Christophe Antone diz que há diferenças. “Os bancos são mais transacionáveis e os seguradores funcionam num outro registo pois respondem a uma promessa
de serviço depois de identificarem uma necessidade e encontrarem a solução”.

FUTURO NAS INSURTECH
E quando se fala da era digital é incontornável tratar do tema das insurtech, as empresas tecnológicas que se dedicam a criar modelos de transformação no setor segurador. “Constatei o entusiasmo que existe pelas insurtech portuguesas, são empresas com ideias brilhantes que podem ajudar no objetivo da transformação. E desde que sejam
integradas na nossa cadeia de valor, vão ampliar a promessa de serviço. Num segundo nível as insurtech vão antecipar disrupções”, afirma.

Os seguros do futuro serão simplificados. “Os clientes não querem entrar na complexidade dos nossos produtos, pelo contrário, o que querem é, de uma forma instantânea via dispositivos móveis, poderem segurar o carro ou a partilha
do carro, a viagem no aeroporto, ou o animal de estimação apenas com uma foto. O contrato terá de ser simples, instantâneo e transparente, e para conseguir estes objetivos temos agora as melhores ferramentas que nos oferece a era digital. Através de plataformas de distribuição temos acesso ao mercado e ao cliente. O centro de contato
terá de estar operacional durante 24 horas/ dia e deve poder incluir igualmente uma presença física nas instalações do corretor, quando necessário. A função do corretor na era digital é agilizar a informação base nos vários canais que o cliente usou, tanto via net como via a sua própria rede física de contato com o cliente”. As plataformas colaborativas irão permitir seguir a via zero-papel, sendo que a MDS tem vindo já a trabalhar nesse sentido através da implementação de soluções junto dos clientes, nomeadamente no acesso às várias versões dos documentos necessários para os contratos, minimizando a utilização de papel. Contudo, Antone não acredita no nível zero papel no futuro imediato.

Nas empresas o grande desafio coloca-se a nível dos processos, diz o gestor. “A MDS desenvolveu um conjunto de iniciativas que nos permite estarmos totalmente integrados ao nível dos processos com os clientes e isso faz-se via net ou via aplicações”.

ESTRATÉGIA DA MDS
“Em termos preditivos temos de explorar e ter em atenção as novas tecnologias, atuando com modelos disruptivos por antecipação”, diz Antone. A MDS integra várias tecnologias “não porque são digitais mas porque fazem sentido no nosso negócio. Desde logo queremos identificar as necessidades do cliente, que podem ser de seguros de habitação, saúde, automóvel ou caça, entre muitas outras, e de seguida procurar a melhor oferta ou, em alternativa, termos a capacidade de criar as soluções que ainda não existem para aquele tipo de cliente”.

Fonte: Jornal Económico

MDS confirma presença no RIMS 2018

MDS confirma presença no RIMS 2018

A MDS tem uma vontade que a move, a de querer ir mais longe e poder atendê-lo onde quer que esteja. Por isto, nos dias 16 à 20 de abril, executivos da MDS participarão da conferência anual do RIMS | Risk Management Society 2018 no Centro de Convenções Henry B. Gonzalez, em San Antonio – Texas, onde terão acesso às novidades do setor.

Considerado o maior evento da indústria seguradora a nível mundial, o Risk and Insurance Management Society trará à discussão os novos modelos de gestão de riscos. O evento foi separado em grandes temas: Big Achievers, Big Solutions, Big Connections, Big Results e Big Ideas.

O primeiro tema terá 3 grandes palestrantes que falarão sobre como chegaram até o ponto mais alto da carreira deles. O segundo trata-se do maior marketplace no mundo com as empresas líderes do mercado e as inovadoras que estão mudando a forma de fazer negócio apresentando soluções para todas as necessidades. Terão também 4 eventos para networking além das apresentações educacionais. Serão workshops, exames de certificação e aulas que tem início nesta sexta feira, dia 13 e vão até sexta feira, dia 20. O Big Ideas tem como foco apresentações de 20 minutos sobre os mais diversos temas.

O RIMS é uma organização sem fins lucrativos que representa mais de 3.500 entidade corporativas, industriais, de serviços e governamentais do mundo. A entidade possui aproximadamente 11.000 profissionais de riscos localizados em mais de 60 países.

Você pode saber mais sobre o programa do RIMS Go Big 2018 acessando:

https://www.rims.org/RIMS2018/Attendee/Documents/RIMS18_Con_Program_single.pdf

Navio da Maersk Honam sofre acidente

Navio da Maersk Honam sofre acidente

Fomos informados, por meio de um importante parceiro da companhia, a BSI Serviços Internacionais, da ocorrência de um acidente de navegação envolvendo o navio porta-containers de grande porte Maersk Honam, inaugurado em outubro de 2017 e que faz a linha regular entre portos asiáticos e europeus.

Por volta das 12h20 (15h20 GMT) da última terça-feira, 6 de março, o navio Maersk Honam, então em trânsito de Singapura para Suez, navegava ao sudeste da Índia quando sofreu explosão seguida de incêndio no interior de um de seus porões.

O acidente aconteceu a 390 milhas náuticas a oeste da Ilha Agatti, mar das Laquedivas, sudoeste da Índia, e a aproximadamente 900 milhas náuticas ao sudeste de Salalah, Omã.

O Maersk Honam carregava 7.860 containers a bordo, o que corresponde a 12,416 TEU (demonstrando que a maioria das unidades são containers de 40 pés). Há cargas destinadas ao Brasil, com mais de 200 containers possivelmente tendo como destino os portos brasileiros.

A tripulação do Maersk Honam era composta por 27 pessoas. Ainda em 6 de março, a empresa MRCC Mumbai realizou o resgate imediato de 23 tripulantes, que foram conduzidos pelo navio Als Ceres para Kochi (porto mais próximo, a cerca de 650 MN do local do acidente). Um dos tripulantes, infelizmente, não resistiu às queimaduras e faleceu. Outros quatro ainda estão desaparecidos, com chances mínimas de ainda estarem com vida. No mesmo dia, o navio ICG shoor foi desviado para prestar assistência adicional.

A Guarda Costeira Indiana lidera, neste momento, as operações de resgate e combate ao incêndio e reporta que boa parte da carga incendiada é de produtos inflamáveis líquidos e sólidos. No momento, apenas o navio GC 12 (MMSI 419001028) é a única embarcação trabalhando no socorro e combate ao fogo.

Esforços adicionais de resfriamento e combate ao incêndio foram conduzidos em Port Louis, sendo prudente esperar que quantidade significativa de água tenha sido lançada no interior do porão para controlar a situação. Não há previsão para a retomada da viagem.

Como resposta à emergência, a Maersk acionou o mecanismo administrado pelo ramo de arbitragem de salvamento da Lloyd’s of London (SAB), mediante formulário LOF (Lloyd’s Open Form) e invocando a sua cláusula SCOPIC, celebrados para a remuneração e contribuição equitativa dos componentes da aventura marítima (casco, bunkers, cargas e containers).

Por conta dos alegados altos custos até agora incorridos com o salvamento do navio e demais providências para a extinção do incêndio, os armadores proprietários do navio Maersk Honam decidiram declarar avaria grossa.

​Os árbitros reguladores nomeados foram os Srs. Richards Hogg Lindley (RHL – Londres).

Ainda não se sabe o nível (percentual) da contribuição provisória estimada. Caso algum porão tenha sido deliberadamente alagado para a contenção do fogo (hipótese que julgamos altamente provável), então, os danos de avaria grossa poderão ser severamente altos.

Todos os casos relacionados aos clientes MDS já estão mapeados e as medidas cabíveis tomadas.

MDS Natal 2017: festa de confraternização promove a integração

MDS Natal 2017: festa de confraternização promove a integração

A MDS Brasil realizou sua festa de confraternização no dia 17/12, no Espaço Vila Primavera, em São Paulo. A festa reuniu pela primeira vez, os colaboradores de todos os seus escritórios: São Paulo, Rio de Janeiro, Blumenau, Curitiba, Jaraguá do Sul, Salvador e Recife. A celebração contou ainda com a presença do CEO da MDS Group, José Manuel Dias da Fonseca, e da COO Jacqueline Legrand, que abrilhantaram a festa com um discurso inspirador de agradecimento.

Relembrando os principais momentos do ano, houve uma retrospectiva onde os colegas de Portugal desejaram boas festas, fortalecendo ainda mais a união da MDS Group. Como forma de homenagear os destaques do ano, ocorreu também a entrega de prêmios nas seguintes categorias: MDS Team of the year, MDS Outstanding Contribution, MDS Employee of the year, MDS Champion e Programa Passaporte.

A premiação da categoria “MDS Team of the Year” foi para o time de Marketing. Luciana Gonçalves, Coordenadora de Inovação da área, comentou: “Ver o nosso trabalho reconhecido e honrado com a premiação de melhor time do ano foi algo gratificante para a equipe. Todo esforço para alcançarmos bons resultados no ano não seria possível sem a dedicação de todos integrantes”.

Maiyumi Izumi, Gerente de Riscos Empresariais, ganhadora do “MDS Employee of the Year” agradece: “ter meu trabalho reconhecido como colaboradora destaque do ano me faz acreditar que estou no caminho certo e atingindo os objetivos propostos. Não posso deixar de dedicar o prêmio à minha equipe, que me apoia todos os dias com dedicação e compromisso.”

A última categoria “Programa Passaporte” retribuiu ao esforço de três colaboradoras em 2017 com uma viagem para Portugal, para conhecer o escritório de Porto e Lisboa. “Ser premiada com uma viagem à sede do grupo foi simplesmente maravilhoso. Não tenho dúvidas de que será uma oportunidade única de aprimorar meus conhecimentos e compartilhar experiências com os colegas de Portugal, além do enriquecimento cultural que será adquirido. Obrigada MDS por este reconhecimento” – Giselle Vila Nova, Executiva de Contas de Riscos Financeiros do Rio de Janeiro e uma das selecionadas para o programa, agradece animada.

Durante toda a festa, os colaboradores dispunham de diferentes atrações. Havia impressão de caricaturas em canecas e fotos impressas em formato polaroid após a postagem no Instagram com a hashtag #mdsnatal17. Por fim, eles tinham a possibilidade de conhecer e testar uma alternativa sustentável à mobilidade urbana: a bicicleta elétrica da E-Moving.

Com esta festa, a MDS Brasil conseguiu tangibilizar as palavras do discurso de seu CEO, José Manuel, “Um general não vence nenhuma batalha sozinho, ele sempre estará apoiado por uma equipe, por um time…”.

 

A MDS e toda sua equipe desejam a todos boas festas!

Brokerslink, HighDome e Ed. como destaques em Londres

Brokerslink, HighDome e Ed. como destaques em Londres

É com muito orgulho que anunciamos as nomeações da Brokerslink e da HighDome para o European Risk Management Awards 2017 nas categorias de Broker Innovation of the Year e Captive Solution of the Year, respectivamente.

É uma honra, também, mencionar que a Ed., o corretor independente de referência no mercado ressegurador londrino, do qual somos acionistas, foi distinguida com dois prêmios Broker of the Year e Broking Initiative of the Year, na 6ª edição do Insurance Insider Honours.

O European Risk Management Awards é uma iniciativa conjunta da FERMA e da revista especializada londrina Commercial Risk Europe. Foi lançado em 2016 com o objetivo de premiar a excelência, inovação e os melhores desempenhos na gestão de risco a nível europeu.

Em 2017, a difícil escolha dos finalistas entre as mais de 114 inscrições de 50 empresas foi realizada por um grupo de juízes que representam algumas das maiores associações de gestão de risco de toda a Europa, num rigoroso e imparcial processo de seleção. A cerimônia de entrega dos prêmios será dia 6 de novembro, em Londres.

O Insurance Insider Honours é uma iniciativa promovida pela revista Insurance Insider, que procura reconhecer o trabalho daqueles que se distinguiram nas diferentes categorias a votação. Na cerimônia deste ano que decorreu em Londres em 7 de setembro estiveram presentes mais de 800 profissionais da indústria a nível mundial.

Este é mais um claro reconhecimento do excelente trabalho desenvolvido pelas empresas do universo MDS, que vêm sendo consolidadas como players de referência no mercado segurador mundial.

O que faz um broker de seguros?

O que faz um broker de seguros?

O desafio do broker de seguros é criar uma cultura de gerenciamento de riscos dentro da empresa com base em dados analíticos e investimento em tecnologia e informação

O mercado de seguros no Brasil está crescendo e passa por um período em que produtos e serviços são cada vez mais personalizados para atender às necessidades de cada empresa. Entender esse mercado nem sempre é tarefa fácil e, para facilitar a intermediação entre o segurado e o segurador, entra em cena o broker de seguros. O termo é derivado do francês broceur e significa “pequeno comerciante”. A expressão também é utilizada para dar nome a uma empresa ou grupo de pessoas que atuam como facilitadores em uma transação.

Condições, prazos dos contratos, coberturas e garantias: o broker está bem preparado para fazer todas essas análises, atuar como consultor, avaliar riscos recorrentes na empresa e ajudar, principalmente, nas decisões de seus gestores. O investimento na especialização e formação de pessoas tanto em certificações nacionais quanto internacionais pode, portanto, ser um grande diferencial, para que estejam aptas a lidar com desafios de diferentes esferas.

Uma equipe técnica qualificada é indispensável para desenvolver internamente uma cultura de gestão de crise que preveja os piores cenários. Além disso, o relacionamento internacional e a comunicação com o mercado fazem a diferença no desenvolvimento dessa cultura.

O broker de seguros precisa estar atento aos novos sistemas e tecnologias. As empresas tendem a automatizar todos os seus processos e estão mais alerta a perigos como ataques cibernéticos, um dos principais riscos enfrentados atualmente. Por isso, o mundo globalizado pede um estudo mais aprofundado nas áreas analíticas de produção e gestão de informações. Com esses dados em mãos e experiência na área o broker torna-se um verdadeiro consultor com diversas soluções disponíveis para os problemas específicos de seus clientes.

Atualmente, o grande desafio do broker de seguros é passar a segurança necessária para que os dirigentes e gestores tenham liberdade e confiança em suas negociações, podendo seguir por caminhos alternativos de gestão sem grandes preocupações.

Referência nos ramos de seguros, resseguros e riscos, a MDS está entre os maiores brokers de seguros do mercado nacional. Para chegar a este nível, a empresa investiu em todos os itens essenciais: uma equipe bem preparada, tecnologia e sistemas e também na comunicação com o mercado nacional e internacional. Só dessa maneira é possível estar à frente dos riscos e garantir a segurança de todos os clientes.