Blog : Seguros Empresariais

Gestão de riscos ajuda a administrar e melhorar práticas internas

Gestão de riscos ajuda a administrar e melhorar práticas internas

 

Uma tendência cada vez mais expressiva no mundo corporativo é a estruturação de uma área de gestão de riscos dentro das grandes corporações, a fim de ajudar a definir um conjunto de ações estratégicas, principalmente para a tomada de decisões mais assertivas por parte dos gestores. Apesar de a prática ainda engatinhar no País (já que antes se confundia com governança, controle e auditoria internos), estima-se um cenário crescente e otimista para os serviços de Gestão de Riscos, com cerca de 1/3 das empresas que já abordam o assunto, seja internamente ou com serviços de consultoria externa.

A ideia principal é atuar de forma preventiva para evitar perdas diversas, com o auxílio de profissionais altamente qualificados e preparados para fazer um planejamento abrangendo a administração, identificando e conduzindo ações contra os riscos ligados ao segmento das atividades da empresa. Em um mundo globalizado e em constante evolução, com cenários políticos oscilantes, a previsibilidade é um bem necessário. Não é preciso ser nenhum especialista para chegar à conclusão de que crises mal administradas podem gerar mais custos financeiros do que qualquer investimento prévio.

É válido lembrar que um dos grandes problemas que uma companhia pode ter em relação à opinião de seus clientes é o prejuízo à imagem. Na era da internet, é muito difícil fazer com que alguém fale bem de um produto ou serviço sem um motivo muito especial – mesmo os clientes que não tenham do que reclamar e, em tese, estariam dispostos a elogiar a marca. Por isso, contar com soluções inteligentes que ajudem a gerenciar crises com dados estratégicos e de operação é imprescindível.

O maior diferencial de trabalhar com gestão de riscos é estar atento a possíveis (e necessárias) melhorias, que podem ser implementadas a partir de uma observação planejada e com auxílio profissional baseado na experiência. Com forte know-how neste setor, a MDS lança o serviço de ERM (Enterprise Risk Management), que oferece o mapeamento das principais áreas de vulnerabilidade de uma empresa, sejam elas estratégicas, táticas ou operacionais.

A análise é feita a partir de entrevistas e questionários com os executivos dos setores, para, posteriormente, registrar uma compilação de dados estratégicos. Na fase seguinte, essas informações são quantificadas e classificadas em “Probabilidade x Severidade”, com métricas específicas. Além disso, é possível entender melhor os riscos para que as decisões sejam mais assertivas. Esse verdadeiro heat map é dinâmico, com calibragens e atualizações frequentes, e serve para apoiar as avaliações de riscos respondidos aos comitês e auditorias.

Por que a Gestão de Risco é importante para sua empresa?

Por que a Gestão de Risco é importante para sua empresa?

Estruturar uma área de ERM (Enterprise Risk Management) nas grandes empresas já é uma tendência mundial e, lentamente, vem ganhando espaço no Brasil. Segundo estudos de mercado, somente 33% das grandes corporações estão trabalhando o assunto, seja internamente ou com consultoria externa. Não apenas questões regulatórias têm exigido maiores esforços das Companhias, como muitas delas entenderam o real foco de uma gestão de riscos estratégicos, trazendo o benefício de redução de custo de capital e visão holística do negócio, além de um forte direcionamento dos executivos para a tomada de decisões mais assertivas.

Como o mercado exige cada vez mais respostas à riscos das empresas de forma organizada, as operações têm se preocupado mais com o assunto. A INCVM 552 deixa claro que, a partir de 2016, as empresas de capital aberto deverão se organizar melhor quanto a resposta a riscos. O formulário de referência está muito mais exigente nos tópicos de riscos e as informações hoje contidas deverão ter mais detalhamento e conhecimento dos riscos de forma holística. E isso não se confunde mais com respostas amplas, evasivas e proforma.

As normas ISO 31.000 (norma da família de gestão de risco criada pela International Organization for Standardization com o objetivo de estabelecer princípios e orientações genéricas sobre gestão de riscos) tratam do tema do ERM muito seriamente e aplicam seus princípios. Poucas empresas teriam uma estrutura como as normas indicam. As normas do COSO (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission – uma organização privada criada nos EUA em 1985 para prevenir e evitar fraudes nos procedimentos e processos internos da empresa) apontam uma profissionalização do Enterprise Risk Management.

Hoje o mercado está entendendo melhor a função da área de gestão de riscos, que há pouco tempo se confundia com governança, controles internos e auditoria interna. O processo de ERM é uma ferramenta de auxílio na consolidação da visão integrada do negócio e um pilar muito importante para suporte e atuação da Auditoria Interna, Planejamento Estratégico e Controles Internos. Gerenciar riscos é função da área de gestão de riscos, que deve trata-los de forma contínua, engajando todo o negócio, criando o portfólio de riscos e suas principais exposições, não limitando o gerenciamento de riscos, sejam ele seguráveis ou não.

Desta forma, gerir riscos é determinar o nível de incertezas e preparar a empresa para entender quando deverá tolerar e estabelecer apetite a seus riscos para tomada de decisões.

A MDS possui ampla experiência em projetos de ERM com uma área exclusiva dedicada ao tema. Nosso projeto oferece o mapeamento dos principais riscos da empresa (estratégicos, táticos e operacionais), como por exemplo riscos de continuidade de negócios, cambial, regulatório, sucessão e muitos outros. Esse mapeamento de risco dá-se através de questionários e entrevistas junto aos executivos. Não podemos fazer todo esse processo de coleta, análise e compilação de dados, mas podemos evoluir para a quantificação (matriz “Probabilidade x Severidade”) desses riscos identificados (com métrica específica), desenvolvendo uma matriz de risco para tomada de decisões (riscos mitigáveis, tratados e transferidos). Esse mapeamento de risco (Heat Map) é dinâmico, com calibragens e atualizações posteriores frequentes. Uma outra vantagem desse processo é o apoio aos questionários de avaliação de riscos, usualmente respondidos para comitês e auditorias, inclusive CVM.

Escrito por Jorge Luzzi (presidente da Herco)

SEGURO DE CRÉDITO

SEGURO DE CRÉDITO

O seguro de crédito indeniza as empresas no caso de inadimplência por parte de seus clientes.

Tradicionalmente utilizado em transações internacionais, o seguro atualmente tem se mostrado atraente também para negócios domésticos. Afinal, é a forma encontrada por muitas empresas para ampliar o seu potencial de vendas com riscos reduzidos.

A partir da mitigação dos riscos da carteira comercial, as empresas ganham confiança para oferecer mais crédito aos seus clientes, o que pode significar um grande diferencial competitivo – especialmente num momento de restrição de caixa.

No mundo todo, diversas empresas passaram a considerar esse tipo de seguro uma ferramenta comercial estratégica, reduzindo os riscos da carteira para alimentar os seus times de venda, com prazos estendidos de pagamento e menos restrições a clientes antes considerados de maior risco, acelerando as vendas.

Um outro uso que tem ganhado popularidade é a redução dos riscos da carteira com a finalidade de melhorar os índices da empresa como um todo, facilitando os caminhos para a abertura das linhas de crédito necessárias para o crescimento da empresa e até a ampliação de seu valuation.

A MDS tem larga experiência multinacional na oferta de seguros de crédito e um time técnico capaz de avaliar a carteira de clientes da empresa interessada, e auxiliar na formatação da melhor solução de custo e mitigação de risco para cada empresa.

Saiba mais sobre essa solução, fale com a MDS Brasil e solicite a sua cotação.

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Ataques cibernéticos e transferência de risco

Ataques cibernéticos e transferência de risco

Está bastante claro que a evolução da tecnologia e, principalmente, o incremento da conectividade à internet nos últimos anos alavancou a presença de empresas e pessoas no meio digital. Consequentemente, o aumento desse “mundo digital” trouxe maior exposição a eventos de ataques cibernéticos.

Em 2014 a quantidade de ataques de hackers no Brasil teve um incremento de 197% em relação ao ano anterior (fonte: cert.br). Hoje somos o terceiro país que mais registra ataques cibernéticos, atrás apenas dos EUA e China (fonte: Akamai).

Os segmentos de empresas mais afetados por esses ataques são do segmento de saúde, transporte, educação, energia e instituições financeiras. (fonte: 2014 Cost of Data Breach Study).

Os ataques podem desdobrar diferentes prejuízos à empresa, como custo de recomposição de dados, despesas em comunicação e interlocução com clientes, custos adicionais com reparo de sistema, contingência e proteção da imagem. Isso além de  custos consequentes do ataque como perda de receita e danos causados a terceiros.

Em 2015 ocorreram casos relevantes de ataque cibernético no mundo. A divulgação de dados pessoais de 32 milhões de usuários do site de relacionamento Ashley Madison. Hackers tiveram acesso às informações pessoais de 2,4 milhões de clientes (nome, endereço, data de nascimento e detalhes bancários, etc.) da rede de lojas Carphone Warehouse. A rede varejista Target se propôs a pagar USD 10 milhões para encerrar um processo movido contra ela por ataques cibernéticos em que dados de 40 milhões de cartões de clientes foram roubados.

Exemplos assim mostram o aumento da exposição das empresas à ataques cibernéticos. Apesar de planos de contingência e elevados gastos no desenvolvimento de softwares e sistemas de proteção, esses gastos mitigam o risco, mas não liquidam a exposição.

A MDS Insure possui um corpo técnico especialista em riscos cibernéticos, com plena capacidade de avaliar todos os riscos e exposições da empresa. Nossa execução inclui o desenvolvendo de mapas de risco e eventos, quantificando esses itens e estabelecendo matrizes de decisão utilizadas em planos de mitigação e contingência. Nosso objetivo é elaborar um plano de transferência de risco através da contratação da Cobertura de Seguros ideal à empresa.

Riscos cibernéticos crescem cada vez mais, e o Brasil está na lista de países mais suscetíveis

Riscos cibernéticos crescem cada vez mais, e o Brasil está na lista de países mais suscetíveis

Reportagem do jornal DCI analisa o crescimento da ação de hackers no país.

 

Nas últimas décadas o avanço dos chamados cibercrimes se tornou realidade no mundo todo e o Brasil não foge à regra. De acordo com reportagem publicada pelo jornal DCI, no ano passado esse tipo de delito causou um rombo de R$ 1,8 bilhão somente no sistema bancário. O Brasil está na lista dos países mais suscetíveis a ataques cibernético. A legislação é insuficiente, a repressão é branda e os hackers têm procedimentos cada vez mais elaborados, incentivados pela comunicação suscetíveis.

O aumento nos riscos faz com que o mercado de seguros se volte para essa realidade com a intenção de oferecer soluções. A busca por apólices com proteção contra ataques cibernéticos pode crescer até 50% em 2016, na avaliação do diretor da MDS Insure, Jacques Goldenberg. Ele ressalta que embora a cultura de prevenção ainda seja tímida no Brasil, a tendência é de que o assunto atraia cada vez mais atenção: “Ainda não tivemos sinistros a serem regulados. Mesmo assim, a preocupação com a segurança da informação é constante, visto que os métodos de violação desenvolvidos pelos hackers evoluem na mesma velocidade em que novas tecnologias de segurança são lançadas.”

A matéria publicada pelo DCI informa ainda que o uso de celulares para transações bancárias, a exposição em redes sociais e a falta de cuidado em sites suspeitos são comportamentos que facilitam a vida dos crimininosos. Mas além dos cuidados que cada cidadão deve ter, é preciso chegar a um consenso quanto à punição desses crimes. Apesar de existirem três projetos de lei sobre proteção de dados em tramitação, não há perspectiva de que nenhum deles seja aprovado ainda este ano.

Seguro de responsabilidade civil ambiental em debate

Seguro de responsabilidade civil ambiental em debate

O rompimento de uma barragem da mineradora Samarco no interior de Minas Gerais em outubro colocou o Brasil frente ao maior desastre ambiental de sua história. As discussões em torno do ocorrido foram o gatilho para que o país começasse a tratar de temas que normalmente são deixados em segundo plano: os cuidados com o meio ambiente e a necessidade de investimento em empreendimentos sustentáveis e seguros.

Texto publicado pela revista Apólice deste mês analisa a importância do setor de seguros frente a tragédias como a presenciada em Mariana.  A reportagem fala sobre o chamado Seguro de Responsabilidade Civil e Ambiental e sobre a necessidade de planos de contingenciamento criteriosos.

Jacques Goldenberg, diretor internacional da MDS Insure participa da matéria. Ele avalia que “Situações de desastre devem seguir os procedimentos do plano (de contingenciamento) e não se pode, em hipótese alguma, improvisar soluções sob risco de piora no controle da situação”.

Confira a reportagem completa: http://revistaapolice.com.br/revistas/edicao206/files/assets/basic-html/page26.html

Mercado de Seguros oferece soluções para enfrentamento da crise

Mercado de Seguros oferece soluções para enfrentamento da crise

Períodos de crise econômica aumentam os riscos que empresas em geral correm de não honrar dívidas e até mesmo fechar as portas. Os pedidos de recuperação judicial seguem aumentando e alcançaram a soma de 766 até agosto deste ano, segundo dados da Serasa Experian. É o maior número acumulado para o período em dez anos. A situação de pequenos e médios empreendimentos nesse cenário é alarmante. Pequenas empresas entraram com 393 dos pedidos e médias com 228.

Mas os pedidos de recuperação judicial não podem ser encarados como solução para os problemas ocasionados pela crise. Como em qualquer situação, o planejamento é a saída mais segura. Nesse sentido, empresas seguradas conseguem proteção mais efetiva. São possibilidades como o seguro de crédito – que protege contra calotes – o seguro garantia judicial e o seguro contra erros e omissões profissionais.

“A primeira coisa que eu diria é que precisamos identificar quais são os principais fatores de risco para fazer uma blindagem nas empresas. São diversas possibilidades frente a uma crise: variação cambial, inadimplência de clientes, crise no setor de atividade.” Explica Leandro Martins de Freitas – gerente de riscos financeiros da MDS Insure.

Até mesmo proteções mais tradicionais, como seguros contra incêndio e catástrofes ambientais, podem ser essenciais em momentos de crise. Sem preocupações com a estabilidade física dos negócios, os empresários têm mais possibilidade de focar as atenções em soluções para a saúde financeira das empresas.

Leandro completa: “Deve-se começar a fazer uma análise de cima pra baixo. Qual é o máximo risco que a empresa corre? Como se proteger dele? Blindar a empresa contra possíveis catástrofes, contratar um seguro contra invasões cibernéticas (Cyber Risk), são caminhos positivos.” Segundo o executivo, esses produtos complementam os seguros que atuam para garantir o bom andamento das finanças.

Por mais imprevisíveis e abrangentes que sejam as crises econômicas, há possibilidades de amenizar os riscos. O incremento da cultura da prevenção mostra que atualmente crescem os recursos para que os negócios sobrevivam a momentos de tensão. Frente a incertezas o planejamento criterioso é sempre o caminho mais seguro.

Ficou com alguma dúvida de como o mercado de seguros pode ajudar sua empresa enfrentar a crise? Entre em contato com os nossos corretores para receber uma consultoria!

MDS fala sobre mudanças climáticas em reportagem especial do Valor Econômico

MDS fala sobre mudanças climáticas em reportagem especial do Valor Econômico

Em matéria publicada no jornal Valor Econômico o diretor da MDS Insure, Jacques Goldenberg, fala sobre a atuação do mercado de seguros frente às mudanças climáticas. A reportagem avalia os desafios no processo de adatpação a novos cenários ambientais no Brasil e no mundo. Goldenberg ressalta que “É evidente que em várias regiões brasileiras os fenômenos climáticos se tornaram anormais, desde as secas intensas no Sudeste e Nordeste, até chuvas acima do padrão no Sul, reflexos da intensificação do El Nino”.

Na visão do executivo, ainda há obstáculos no Brasil para o crescimento de seguros na área ambiental. Mesmo com o aumento no número de desastres e situações emergenciais – ocasionadas pelas mudanças climáticas – a demanda ainda é pequena. “No mercado internacional de seguros e resseguros, os produtos ‘climate index’ estão se tornando cada vez mais comuns. Isso ainda não ocorre no Brasil porque temos uma falta de cultura do seguro.”

Confira a íntegra da matéria (somente para assinantes) no link: http://www.valor.com.br/brasil/4331746/hora-da-adaptacao,

MDS e Fitch discutem riscos no setor de energia

MDS e Fitch discutem riscos no setor de energia

As perspectivas para o setor energético no Brasil foram tema de encontro promovido pela MDS Insure com participação da agência de notas de crédito Fitch Rating. O debate tratou de riscos e da situação atual nos três segmentos do setor: geração, transmissão e distribuição.

A situação hidrológica do país e a falta de planejamento a longo prazo foram apontados como grandes gargalos. O grupo trouxe à tona também a necessidade de ações que possam reverter esse quadro.

“Por ser um setor estratégico, é necessária atenção especial, mas as mudanças constantes nas regras deixam as expectativas pouco claras e os envolvidos não conseguem se planejar a longo prazo.” Afirma o director senior da Fitch, Ricardo Carvalho.

Pela ótica do crédito, as conclusões do grupo apontam que o maior risco está na distribuição – diretamente ligada a questões macroeconômicas e ao consumidor final. Geração e transmissão também são segmentos que necessitam de estratégias elaboradas e cuidados específicos. Fatores como sazonalidade, relevância de riscos ambientais, diversificação de ativos, entre outros, precisam ser observados.

MDS Insure inova em parceria com o Rock in Rio

MDS Insure inova em parceria com o Rock in Rio

Com mais de 100 artistas nacionais e internacionais, previsão de um público de 560 mil pessoas e estrutura que ocupa 150 mil metros quadrados, o Rock in Rio se firma como maior festival do mundo. Comemorando trinta anos, o evento de sete dias deve receber cerca de 80 mil pessoas por dia, numa área que comportará, além dos palcos, espaços de lazer, praças de alimentação e outras facilidades para o público. Garantir que um festival deste porte esteja protegido de eventuais problemas exige esforço e preparo em medidas grandiosas.

O evento tem proporções tão impressionantes que, para buscar o seguro mais apropriado, a MDS Insure – broker oficial do Rock in Rio – buscou parcerias entre grandes empresas brasileiras e estrangeiras. Não há no Brasil uma seguradora capaz de absorver os riscos do evento sozinha. Frente a isso, a MDS uniu expertises e chegou a um modelo ideal. A atuação no Rock in Rio coloca a MDS em um patamar de excelência na seguridade de grandes eventos.

Público, bandas, equipamentos e toda a estrutura do festival contam com proteção garantida. Desde algum eventual não comparecimento de artistas até possíveis danos ou acidentes. Os valores da cobertura chegam dezenas de milhões de reais. Tudo para garantir a tranquilidade do evento. O Rock in Rio acontece nos dias 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro, na chamada Cidade do Rock, que fica na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.