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Resolução Normativa nº 433 | RESUMO DAS NOVAS REGRAS

Resolução Normativa nº 433 | RESUMO DAS NOVAS REGRAS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou na quinta feira passada, dia 28/06, mudanças nas regras de cobranças de coparticipação e franquia. No quadro abaixo, comparamos o cenário atual com o futuro para facilitar a visualização dos seus benefícios quando entrarem em vigor.

Como era antes e o que muda?

Como era antes:

  • Operadoras podiam cobrar do consumidor qualquer percentual pelos procedimentos realizados em planos com coparticipação. Não havia a definição de um limite de cobrança por procedimento nem valor máximo por período mensal ou anual;
  • Cobrança podia incidir sobre qualquer procedimento. E permitia ainda cobrança diferenciada por doença ou patologia e em casos de internações por evento realizado;
  • Apenas em caso de internação exigia a cobrança de valor monetário fixo e único;
  • Não havia regras claras nem transparência para o consumidor.

Como fica:

  • Haverá um percentual máximo de 40% a ser cobrado por procedimentos no caso da coparticipação. E haverá ainda limites para o valor pago ao mês ou ano no caso de coparticipação e franquia (esses limites não serão aplicados a planos odontológicos);
  • Limite anual: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário no período de um ano não pode ultrapassar o valor correspondente a 12 mensalidades;
  • Limite mensal: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário a cada mês não pode ser superior ao valor da mensalidade devida pelo beneficiário.
  • A cobrança da coparticipação e da franquia está proibida em mais de 250 procedimentos, entre eles consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos como câncer e hemodiálise. Fica proibida ainda a cobrança de coparticipação e franquia diferenciada por doença ou patologia, exceto na hipótese de internação psiquiátrica.
  • Estabelece valor monetário fixo e único para atendimento em internação e pronto-socorro;
  • Operadoras devem disponibilizar ao consumidor o extrato de utilização do plano com os valores aplicados;
  • Estabelece regras claras, suprindo lacunas da legislação, garantindo maior previsibilidade, clareza e segurança jurídica aos consumidores.

Definições:

Coparticipação – é o valor pago pelo consumidor à operadora em razão da realização de um procedimento ou evento em Saúde.

Franquia –  é o valor estabelecido no contrato do plano de saúde até o qual a operadora não tem responsabilidade de cobertura, em caso de Internação e Pronto Socorro.

A cobrança não poderá ultrapassar o valor da mensalidade mensal ou anual (12 mensalidades).

Ex.:  caso o valor da mensalidade seja R$100,00 o valor da cobrança não poderá ser maior que R$100,00.

As novas regras entrarão em vigor em 180 dias a contar da data de publicação da RN (28.06.2018) e serão válidas para os novos contratos.

Veja na integrada publicação realizada no site da ANS: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/consumidor/4499-ans-define-regras-para-cobranca-de-coparticipacao-e-franquia-em-planos-de-saude

Fonte: https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/noticia/planos-de-saude-entenda-o-que-muda-com-as-novas-regras-de-coparticipacao-e-franquia.ghtml

A milestone for Inclusion & Diversity at MDS

A milestone for Inclusion & Diversity at MDS

Many changes have struck MDS in the last 9 months. Some of them are very clear and straightforward to the market. When it comes to HR policies and Organizational Development strategy, we are still discreet. But May 17th (International Day Against Homophobia, Transphobia and Biphobia) was one piece of evidence: all employees received a postcard mentioning the importance of the date, a set of “respect diversity” button + layard and had access to 2 blog posts (Portuguese only) – Post 1 and Post 2.

It was a day for creating awareness, promoting acceptance and fostering respect. But also the opportunity to communicate stakeholders that we choose to be among companies that follow the positive significant correlation between team diversity and financial performance. According to McKinsey’s study from 2017*, “companies in the top-quartile for gender diversity on their executive teams were 21% more likely to have above-average profitability than companies in the fourth quartile. For ethnic/cultural diversity, top-quartile companies were 33% more likely to outperform on profitability”. And these are just two types of diversity among many that we need to value!

Since it was granted with a Directory, MDS’s HR has tried to be closer to the main sources of energy drain in the workforce. And the feeling of not fitting in has to be out of our way. HR team has been responsible for a slow but driven cultural change. As part of it, Inclusion and Diversity is key to win the war for talent, refine customer insight, and improve employee satisfaction.

Besides the candid approaches to the subject, such as social justice and legal compliance, we regard I&D as important action for the business. It is a source of competitive advantage and significant enabler for innovation and growth.

I&D seconds our values of collaborative, professional, creative and client oriented. As an article of HBR** states “Diverse teams are more likely to constantly reexamine facts and remain objective. They may also encourage greater scrutiny of each member’s actions, keeping their joint cognitive resources sharp and vigilant. By breaking up workplace homogeneity, you can allow your employees to become more aware of their own potential biases — entrenched ways of thinking that can otherwise blind them to key information and even lead them to make errors in decision-making processes”.

If a diverse and multidisciplinary team is responsible for creating the solutions at a company, chances are that they are going to have the best fit with a broader profile of clients.

And it is so rewarding and motivating to see that this spreads through our ecosystem. According to the already mentioned study, Sodexo, one of our important clients, “is an outspoken champion of diversity. Led by an enthusiastic CEO and board chairwoman, the global multinational services company has publicly committed to improving five dimensions of diversity: gender, people with disabilities, generations (age), cultures and origins, and sexual orientation and gender identity”. We received encouraging feedback from many other clients in the last days. That moves us forward and empowers our employees, who are proud to belong to an organization where respect is above all. We want to thank the insight Reinaldo Bulgarelli shared with us. The CEO panel he organizes reinforces the power of building a strong ecosystem for I&D. Special thanks to Luciana and João as well, who put energy and good ideas to this campaign.

At MDS we still have a long journey ahead of us, especially when it comes to reducing unconscious bias. But we begin a new chapter. And it speaks different languages, reflects many colours, learns from neglected boundaries, profits from new perspectives and sees human beings with positive lenses.

*Delivering through Diversity https://www.mckinsey.com/~/media/mckinsey/business%20functions/organization/our%20insights/delivering%20through%20diversity/delivering-through-diversity_full-report.ashx

**Why diverse teams are smarter https://hbr.org/2016/11/why-diverse-teams-are-smarter

 

Por Beatriz Bergamaschi Cabral.

SEMPRE MUDANÇAS

SEMPRE MUDANÇAS

A pluralidade cultural nas organizações é cada vez mais real, vemos gente com sua própria identidade cultural visível no ambiente de trabalho. Pessoas que se vestem de forma diferente, cabelos de cores diferentes. Mesmo que algumas pessoas ou empresas não estejam atentas, percebemos que as mudanças estão acontecendo. O dress code tem mudado também com novos jovens entrando no mercado de trabalho, encontrando seu espaço nas organizações. O terno e a gravata vão ficando cada vez mais reservados às áreas com maior formalidade no relacionamento.

Algumas pessoas têm me perguntado se o mundo está mais tolerante ou se estamos mais atentos a isso. Difícil responder, mas até poucos anos questões de vestimenta e opção sexual não eram vistas ou discutidas pelas organizações.

Um outro exemplo são as tatuagens que eram ligadas a desvios sociais, e hoje estão cada vez mais comuns. Me lembro de um líder que tive no início de carreira me aconselhando a não fazer que isso iria me prejudicar profissionalmente.

Vivemos um momento histórico em que as transformações sociais são mais aceleradas, consequência dessa era digital.  O convívio com a diferença não é mais uma escolha, temos contato com o diferente o tempo todo. As empresas começam a perceber que esta pluralidade traz também ganhos de criatividade, de segmentação, permitindo maior engajamento quando há respeito às diferenças.

Questões sobre homofobia e raciais são muito caras à sociedade, e estão no radar de grandes empresas que não querem seus nomes ou ambientes manchados por estas questões. Risco de imagem e rejeição são problemas reais. Na era das redes sociais, ninguém quer conviver com este tipo de problema.

Com tantas mudanças, sempre pergunto aos meus pares e colegas, ao presenciar uma situação de discriminação: o que você faz? Toma partido ou simplesmente olha para o lado?

Conviver com a diferença é aprender inclusive sobre si, admitir os seus preconceitos pode ser um caminho para entender melhor todas as mudanças.

 

Por João Carlos Petronilho da Silva.

17 de maio: dia da conscientização contra a homofobia

17 de maio: dia da conscientização contra a homofobia

Como diz o ditado, onde há vontade, há caminho.

Na MDS, nossa vontade leva-nos sempre mais longe, porque nos faz crescer e mudar.

E é com essa cultura que criamos valor por meio da diferença, da inovação e da diversidade.

“Somos sensíveis a causa e respeitamos a diversidade. Queremos lembrar no dia de hoje, um marco na luta contra a homofobia, que tratamos de forma aberta e transparente dentro da empresa”, explica João Petronilho, gerente de Desenvolvimento Organizacional da MDS Brasil.

O 17 de maio foi escolhido como o Dia Internacional Contra a Homofobia por ter sido neste dia, em 1990, que a OMS (Organização Mundial da Saúde) excluiu a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID).  

Para Reinaldo Bulgarelli, educador e consultor, que trabalha desde 1978 com temas de direitos humanos, desenvolvimento sustentável, valorização da diversidade, investimento social, voluntariado e responsabilidade social empresarial, a data é um símbolo de uma luta que vem de muito antes.

“Dia 17/05 representa o dia em que a área de saúde disse não à discriminação de pessoas homossexuais, retirando da lista de doenças a homossexualidade. Isso é fruto de muitos anos de luta e que só em 1990 se tornou possível”, afirma.

Nesta quinta-feira (17), todos os colaboradores da MDS Brasil receberão um cordão de crachá personalizado com a bandeira do arco-íris, símbolo mundial da luta contra homofobia.

Como professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e consultor empresarial, Bulgarelli destaca a importância do papel das organizações para a conscientização e sensibilização dos colaboradores contra a homofobia.

“As empresas precisam reafirmar seus valores nesta data e explicitar que respeito a todas as pessoas significa dizer esse não à discriminação de pessoas LGBT+. Só de celebrar a data já está contribuindo e muito para dizer a todos os seus públicos que desrespeito é algo inaceitável”.

Vale ressaltar que o governo criou o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência LGBTfóbica no último dia 15. A prioridade desta norma é garantir o respeito à dignidade e à diversidade humana por meio das ações que combatem a violência. Para isso, o pacto promove a integração das ações e decisões tomadas pela União, pelos Estados e pelo Distrito Federal.

A diversidade como catalisadora da criatividade e da inovação

A diversidade como catalisadora da criatividade e da inovação

O ambiente de trabalho pode ser um local com preconceitos e assédios intencionais ou, até, sem querer. Isso determina, entre outros, casos de homofobia, lesbofobia e transfobia. O assédio moral também é determinado pelas brincadeiras, piadas e insultos de algum colega de trabalho, à primeira vista, inofensivos.

Pensando em um trabalho respeitoso e harmonioso, aproveitamos a oportunidade que o dia 17 de maio traz para conscientização e criamos esta campanha para que haja respeito em relação à diversidade.

Alguns links interessantes para aprender mais sobre o assunto:

Sem diversidade, não há inovação

https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2017/11/sem-diversidade-nao-ha-inovacao.html

Cartilha da Organização das Nações Unidas e a Organização Internacional do Trabalho

“PROMOÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DE PESSOAS LGBT NO MUNDO DO TRABALHO”

Utilidade pública – veja como proceder orientação sexual ou identidade de gênero

Como denunciar homofobia e transfobia: Saiba como cada estado brasileiro trata crimes contra LGBT

Livro que relata sobre líderes gays

The G Quotient: Why Gay Executives are Excelling as Leaders… And What Every Manager Needs to Know

Mapas com uma análise digital dos níveis dos direitos, reconhecimento e criminalização dos temas relacionados à LGBT

Maps | sexual orientation laws

Danielle Torres conta como foi se assumir trans em seu ambiente de trabalho

“Um breve relato sobre a minha afirmação de gênero na KPMG no Brasil”

Em alguns países, o debate já começa desde cedo

COMO O REINO UNIDO ESTÁ PROMOVENDO O DEBATE DE GÊNERO E SEXUALIDADE NAS ESCOLAS

Para criar grandes produtos, é necessário ter um grande time, e um grande time é composto por diversidade e inclusão

Where inclusion meets human-centered design

O primeiro passo é assumir que a mudança virá em algum momento

7 em 10 brasileiros admitem expressão preconceituosa

O mundo corporativo e a diversidade pode significar um ambiente mais aberto à criatividade

Por que a diversidade é estratégica para qualquer empresa

Vídeo do TEDx Talks no qual Guilherme Valadares fala sobre a masculinidade tóxica e os malefícios para os homens

Quebrando o silêncio: como os homens se transformam

 

TIRE O PRECONCEITO DO SEU VOCABULÁRIO

Mesmo sem intenção, hábitos e força de expressão carregam a ideia que muitas vezes não queremos passar.

  1. “Mas isso é coisa de viado”
  2. “Seja macho”
  3. “Não seja menininha”
  4. “Ela é uma negra bonita”
  5. “Homem não chora”
  6. “Não tenho nada contra, até tenho amigos gays”
  7. “Isso é coisa de baiano”
  8. “Pode ser gay, mas não precisa beijar em público”
  9. “Mulher tem de que se dar o respeito”
  10. “Tinha que ser mulher”
  11. “Você está parecendo um traveco”
  12. “Cabeça chata”

MUDAR É TER VONTADE DE UM RECOMEÇO! COMECE A SUA MUDANÇA!

Incêndio em prédio: quem paga pelo seguro?

Incêndio em prédio: quem paga pelo seguro?

Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial de mortes por incêndio. Só em 2011, foram 1.051 mortes causadas pelo fogo ou pela exposição à fumaça.

No dia 1º de maio, o edifício Wilton Paes de Almeida, localizado no centro da cidade de São Paulo, desabou após pegar fogo durante a madrugada, deixando ao menos seis pessoas desaparecidas. Além dos moradores do edifício, prédios e estabelecimentos vizinhos também foram atingidos. Ao todo, a Defesa Civil interditou quatro edifícios e uma igreja.

As 116 famílias que ocupavam o edifício que desmoronou e estão cadastradas na prefeitura receberam ajuda financeira emergencial. Além disso, moradores tiveram que abandonar prédios vizinhos por causa do risco de desabamento e só puderam retornar para seus apartamentos para retirar pertences três dias depois do ocorrido. Até hoje (10), os prédios adjacentes continuam interditados.

Em casos assim, independente do edifício sinistrado não contar com nenhuma cobertura securitária, a pergunta que muitos se fazem é de quem é a responsabilidade pelos danos causados aos apartamentos das vítimas indiretas. Em um caso assim, a seguradora seria obrigada a indenizar as famílias por eventuais perdas materiais? Fuligem, mau cheiro, rachaduras, o seguro residencial ou condominial cobriria esses sinistros? Quem deve amparar os moradores vizinhos?

Especialista explica

“No seguro residencial, os danos decorrentes da fumaça estariam cobertos inclusive pela cobertura mais básica na maioria das companhias, além de qualquer outro dano decorrente de incêndio. Já nos seguros de condomínio, o evento estaria coberto apenas na parte predial e nas áreas comuns, ou seja, o conteúdo de cada apartamento não estaria segurado”, esclarece Caio Carvalho, Superintendente de Property&Casualty da MDS Brasil.

Situação comum de muitos brasileiros, o aluguel também deixa as pessoas em dúvida na hora de decidir quem paga pelo seguro. “O conteúdo dos apartamentos – móveis, eletrodomésticos e bens pessoais – é de interesse do locatário, por isso é ele quem deve contratar o seguro. A parte predial do condomínio é de responsabilidade do próprio condomínio e, eventualmente, o locador contrata o seguro contra incêndio do imóvel através da imobiliária que intermedeia a locação”, diz Carvalho. “Nos dois produtos, estão cobertos os custos de aluguel temporário desde que contratada a cobertura de Pagamento de Aluguel, respeitando o limite máximo de indenização”, diz o executivo sobre os seguros para condomínio e para residência.

Mais comum do que parece

O Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial de mortes por incêndio. A constatação se baseia no cruzamento de dados do Sistema Único de Saúde (SUS) com uma pesquisa realizada pela Geneva Association. Em 2011, o Sistema de Informações sobre mortalidade do SUS registrou 1.051 mortes por incêndio ou por exposição à fumaça. Mas, mesmo com números altos, dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) revelam que o Índice de Penetração do seguro residencial ficou em 14,5% em 2016, ainda considerado um número baixo para o especialista.

O executivo da MDS acredita que “tanto o seguro para condomínio quanto residencial tem um preço bastante acessível à população”. Ele ainda cita que um acidente como o que ocorreu no edifício no centro de São Paulo motiva as pessoas a revisarem seus contratos e ir atrás de novas apólices. “Diante de tragédias assim, ocorre um aumento instantâneo de contratação nos seguros residenciais e condominiais, além da revisão dos termos da apólice que já está contratada, o que será positivo para o mercado”, complementa.

Sobre a maior parte da população não ter seguro para seu patrimônio, Carvalho opina que “o maior motivo para não contratação do seguro residencial no Brasil é prioritariamente cultural, considerando que o custo anual de seguro residencial é, em geral, menos da metade do custo de um seguro automóvel. Não vejo outro motivo plausível para a população não contratá-lo”.

Fonte: Maike Silva | Revista Apólice

DORMIR BEM, FAZ BEM!

DORMIR BEM, FAZ BEM!

A hora de dormir é um dos momentos mais importantes do dia, pois é neste período que o corpo repõe as energias, nossa mente é revigorada e nos preparamos para uma nova jornada.

É durante este intervalo que o corpo fortalece o sistema imunológico, libera a secreção de determinados hormônios e consolida a memória, entre outras funções de extrema importância para o funcionamento correto do organismo.

O indicado é dormir de 6 a 8 horas por dia, sem interrupções. Mas existem variações de acordo com cada indivíduo.

A falta de sono pode causar, além do conhecido cansaço no dia seguinte, fadiga, irritabilidade e lapsos de memória. A principal manifestação dos problemas crônicos é a sonolência diurna exagerada, passando por alterações do humor, da memória e das capacidades mentais, como aprendizado, raciocínio e pensamento.

DICAS PARA UMA BOA NOITE DE SONO

  1. Não exagere na alimentação antes de dormir, entretanto, é difícil dormir sentindo fome: coma algo leve antes de deitar-se
  1. Evite consumir cafeína, nicotina e álcool pelo menos 4 horas antes de ir para a cama
  1. Um padrão diário de sono é essencial: procure ir para a cama na mesma hora todas as noites e tente manter essa rotina nos finais de semana
  1. Caso não consiga dormir em 30 minutos, levante-se e procure uma atividade relaxante, como ouvir música ou ler
  1. Evite fazer anotações, utilizar o telefone celular ou assistir à TV na cama
  1. Tome um banho morno, tente relaxar e evite pensamentos desagradáveis
  1. Evite o sedentarismo: pessoas fisicamente ativas possuem uma melhor qualidade do sono
  1. Exercite-se mais cedo, pelo menos 3 horas antes de dormir 
  2. Atenção com a iluminação: geralmente, as pessoas dormem melhor em ambientes escuros
  1. Caso você tenha insônia ou dificuldade de pegar no sono, evite dormir durante o dia ou, se estiver muito cansado, procure dormir menos de 1 hora
  1. Aprenda a dominar o estresse: faça um planejamento do seu dia para diminuir o ritmo, especialmente no período próximo ao seu horário de dormir
  1. O controle do peso também é essencial para melhorar a qualidade do seu sono, pois a obesidade é um dos fatores de risco para desenvolvimento de apneia obstrutiva

SOBRE OS DISTÚRBIOS DO SONO

Insônia

É a dificuldade de iniciar o sono, mantê-lo continuamente durante a noite ou o despertar antes do horário desejado. Estes episódios de insônia podem estar relacionados a vários fatores, e são bastante individuais: expectativas, problemas clínicos e excitação associada a determinados eventos.

Apneia obstrutiva do sono

É a interrupção da respiração pelo fechamento da passagem do ar na garganta. Ocorre um colabamento das paredes da faringe, geralmente enquanto a pessoa está dormindo. Este fechamento pode demorar vários segundos e a pessoa só volta a respirar quando um reflexo do organismo força a reabertura da passagem do ar.

Ronco

O tônus muscular do pescoço e da faringe diminui durante o sono e com isso ocorre um estreitamento da faringe e a passagem do ar inspirado se faz a uma velocidade maior, o que leva a uma vibração maior dos tecidos (palato mole, úvula, língua etc.), gerando o ruído que conhecemos como ronco. Além de prejudicar a qualidade do sono, ao longo do tempo, o indivíduo que ronca pode ficar hipertenso e/ou apresentar infarto do miocárdio ou derrame cerebral.

ENTENDA OS RISCOS PARA CADA SEGMENTO DE NEGÓCIOS: TRANSPORTE DE CARGAS

ENTENDA OS RISCOS PARA CADA SEGMENTO DE NEGÓCIOS: TRANSPORTE DE CARGAS

O roubo de cargas nas rodovias do país gerou um prejuízo de R$ 1,36 bilhão em 2016, segundo dados da Associação Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística. Ao todo foram registrados quase 25 mil casos, com maior incidência no Sudeste. “As cargas mais visadas são os produtos de alto valor agregado, além de cosméticos, medicamentos, alimentos, têxteis, químicos e metalúrgicos”, diz Luciano Póvoa, gerente de riscos em transportes da Herco Consultoria de Risco. “Mas a tecnologia sozinha não dá conta de evitar o problema. É necessário estabelecer processos e condutas para todos os profissionais envolvidos”, diz Póvoa.

O primeiro passo é conferir a idoneidade dos motoristas. É fundamental ainda mapear a rota previamente, afastando-se de regiões de perigo e reforçando os cuidados nas áreas de alto risco. O rastreamento pode ser feito por satélite (ideal para longos percursos ou área rurais) ou pelo GPS do celular, mais comum em regiões urbanas.

Há soluções que já funcionam de forma híbrida e integram tecnologias, como sensores, travas, telas, botão de pânico e câmeras na cabine e no baú. Os preços variam de R$ 1,5 mil a R$ 6 mil. “Qualquer desvio de rota, violação de travas ou disparo do alarme indica suspeita de roubo, com envio automático de um sinal de alerta para a central de monitoramento”, diz Póvoa. O contrato com a central varia de R$ 100 a R$ 700 por mês, em função de pacote. Em operações de alto risco, podem ser usadas escoltas armadas, com custos a partir de R$ 300. Uma tendência para o futuro, ainda não regulamentada, é o uso de drones para acompanhar o trajeto. Também é possível instalar sensores na carga.

 

Fonte:

Lara Silbiger

Revista PEGN | https://revistapegn.globo.com/

 

07 de abril | Dia Mundial da Saúde

07 de abril | Dia Mundial da Saúde

ALIMENTAÇÃO: Normalmente relacionamos reeducação alimentar com sacrifício. Entretanto, mesmo que uma reeducação contemple certas limitações, não há proibições absolutas. O mais importante de uma boa dieta não é excluir completamente algum alimento, mas sim saber equilibrar as quantidades e fazer escolhas corretas. Caso tenha dificuldade em realizar sozinho uma mudança neste aspecto, procure apoio de um especialista.

HIDRATAÇÃO: A água é a substância mais abundante do corpo humano. Seu consumo é importante, pois ela é um componente essencial para tecidos e funções do organismo. Atenção ao seu consumo principalmente em dias de calor e em atividades físicas.

ESTRESSE: Trata-se de uma resposta natural do ser humano, porém quando em excesso e de forma persistente pode trazer efeitos negativos sobre o organismo. As atividades de lazer representam um excelente momento para equilibrar seu lado emocional, convívio familiar, amigos ou para ficar consigo mesmo. Faça o que gosta: ler, passear, curtir a natureza, praticar esportes.

TABAGISMO: Grande parte dos fumantes, em algum momento, pensou em parar de fumar e conhecem os males que o tabagismo acarreta. A decisão de cessar com o tabagismo deve ser feita pelo próprio fumante, mas não necessariamente deve ocorrer sozinha. Sua família, seus amigos e seu médico devem estar envolvidos e apoiando você nesta mudança. Que tal pensar sobre esta decisão agora?

SONO: Uma boa noite de sono é essencial para aguentar essa rotina mais intensa que nós enfrentamos atualmente. Procure manter um ritmo adequado de sono, ir para a cama na mesma hora todas as noites, mantendo essa rotina também nos fins de semana.

ATIVIDADE FÍSICA: Movimente-se! Pequenas mudanças na sua rotina podem te ajudar a tornar-se uma pessoa mais ativa. Mas lembre-se: é perigoso ser um “atleta de final de semana” praticando esportes num só dia, com grande intensidade e duração prolongada, sem o devido preparo. Exercite-se de forma regular e sempre com aconselhamento do seu médico.

IMPORTÂNCIA DO BEM-ESTAR: Não existe uma definição específica para bem-estar. Entretanto, acredita-se que o bem-estar está correlacionado principalmente pela presença de emoções positivas, resiliência, bom humor e satisfação pessoal. O bem-estar é parte integrante da saúde física e mental, resultando diretamente em prevenção de doenças e promoção da saúde.

 

FONTES

Organização Mundial de Saúde

http://www.who.int/campaigns/world-health-day/

2018/campaign-esse

 

Center for Prevention and Disease Control

https://www.cdc.gov/hrqol/wellbeing.htm#two

 

Portal De Bem Com A Vida

http://debemcomavida.mdsinsure.com/

MDS participará do I Encontro Brasileiro de Gestão de Sinistralidade em Saúde Suplementar

MDS participará do I Encontro Brasileiro de Gestão de Sinistralidade em Saúde Suplementar

A APAMT (Associação Paranaense de Medicina do Trabalho) organiza o I Encontro Brasileiro de Gestão de Sinistralidade em Saúde Suplementar em Curitiba nos dias 13 e 14 de abril, com o apoio da ANAMT (Associação Nacional de Medicina do Trabalho) e da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida).

O evento reunirá importantes profissionais do setor que discutirão assuntos inovadores como, gestão de benefícios, gestão de custos, gestão de tecnologia para a sustentabilidade na saúde, medicina do futuro, entre outros assuntos, que visam debater alternativas para promoção à saúde e prevenção de doenças, sem abrir mão de uma gestão financeira saudável.

A conferência que contará com grandes referências profissionais, terá a participação do diretor executivo de benefícios da MDS Brasil, Gustavo Quintão, graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais e tem uma extensa experiência como Head de Saúde e Segurança do Trabalho.

Em sua palestra, Gustavo levará à discussão o tema de mapeamento epidemiológico eficaz, que tem o objetivo de explanar as ferramentas que podem contribuir para uma triagem de perfil populacional mais efetiva.

O evento que ocorrerá no Radisson Hotel Curitiba, é aberto a participação de médicos, executivos da saúde, CEOs e CFOs.

 

SERVIÇO:

I Encontro Brasileiro de Gestão de Sinistralidade em Saúde Suplementar

Data: 13 e 14 de abril de 2018

Horário: 8h às 18h

Local: Radisson Hotel Curitiba – Av. Sete de Setembro, 5190 – Batel, Curitiba/PR

Informações e inscrições: http://www.apamt.org.br/evento_det.php?cod=82