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Brasileiros expatriados em Portugal passam a contar com programa especial de seguros

Brasileiros expatriados em Portugal passam a contar com programa especial de seguros

A MDS, empresa de atuação global de origem portuguesa, desenvolveu

soluções específicas para atender à demanda

 

Cada vez mais brasileiros estão se mudando para Portugal. Atualmente, segundo a Câmara Portuguesa, a estimativa é que haja 85 mil brasileiros residindo no país. Vantagens como segurança, custo de vida mais baixo que o do Brasil, transporte público interligado e bom funcionamento do sistema de saúde pública estão entre os maiores atrativos para a mudança.

“O governo português fez um bom trabalho e conseguiu recuperar áreas importantes, em especial, as de macroeconomia. As estratégias traçadas em longo prazo deram resultado e, hoje, Portugal é forte em diversos setores, como turismo e incentivo à inovação. Por conta desses fatores, o país também representa uma boa opção para quem deseja ter uma aposentadoria tranquila”, pontua Nuno Rabello de Souza, Presidente da Federação das Câmaras Portuguesas no Brasil.  “Como a crise no nosso país ainda não passou e as incertezas econômicas persistem, é natural que os brasileiros escolham uma pátria com bons indicadores econômicos e idioma semelhante para imigrar”, acrescenta o executivo.

Entretanto, apesar de imigrantes do Brasil já estarem adaptados aos hábitos lusitanos, fatores como assistência médica e rede de atendimento devem ser planejados com certa antecedência para que a experiência internacional não deixe a desejar em termos de qualidade de vida. Nesse sentido, ter acesso a um bom seguro pode fazer toda a diferença. E foi justamente pensando em necessidades como essas que a MDS, que atua na área de corretagem de seguro, resseguro, consultoria e gestão de risco, criou a MDS Expat, uma plataforma que disponibiliza soluções em seguros para expatriados.

Por meio de uma rede de especialistas internacionais e de parcerias com as principais seguradoras de Portugal, a ferramenta oferece diferentes tipos de coberturas e proteções para pessoas estabelecidas em terras portuguesas. Com um ano de atuação em Portugal, a MDS Expat já tem experiência no atendimento de imigrantes de línguas inglesa, francesa e espanhola que estão de mudança para o país e, a partir de agora, os brasileiros também passam a ter acesso aos seus serviços.

A rede de escritório MDS Expat abrange todo o país e conta com um call center multilíngue, capaz de fornecer respostas imediatas aos clientes. Por estar presente nos escritórios de Lisboa, Porto, Coimbra e Vilamoura – o que reafirma a sua base e natureza portuguesa –, e representar 42 empresas em 100 países espalhados pelos cinco continentes, a companhia conhece bem o perfil dos segurados de distintas regiões do planeta e pode oferecer modernas soluções digitais que melhoram o contato e o relacionamento com o consumidor.

O papel da MDS Expat consiste, precisamente, em facilitar a compreensão e a comparação entre os prestadores de serviços e os produtos disponíveis, e para isso, a rede disponibiliza seguros como Saúde, Acidentes de Trabalho e Construção desenhados especificamente para expatriados. “Muitos brasileiros chegam a Portugal com dúvidas sobre como funcionam os seguros ou quais são as melhores proteções para eles, e nós fazemos um acompanhamento específico para cada uma dessas pessoas e as ajudamos a escolher, dentre a nossa carteira de produtos, a opção ideal para auxiliar na adaptação ao país”, explica o diretor da MDS em Portugal, Christophe Antone. Trata-se de uma oferta completa, que visa dar todo o respaldo que esse público precisa. “É uma oportunidade grande de ter seguros pessoais e empresariais que podem trazer tranquilidade nesse processo de mudança”, opina o Presidente da Federação das Câmaras Portuguesas no Brasil.

MDS apoia João de Macedo, surfista de ondas grandes

MDS apoia João de Macedo, surfista de ondas grandes

No dia 25 setembro, a MDS realizou o Almoço Conferência com João de Macedo, o surfista de Ondas Grandes. O encontro aconteceu no Hotel Farol Design, em Cascais, Portugal, e foi a primeira iniciativa relacionada ao patrocínio estabelecido com o atleta a fim de garantir sua presença no Circuito Mundial de Ondas Gigantes e também nas ondas Mavericks, na Califórnia.

Esta parceria se baseia nos valores que a MDS e João compartilham no âmbito da gestão de riscos, pois, como se sabe, o surf de ondas gigantes acarreta um nível de periculosidade significativo, e gerenciá-lo é fundamental não somente para ter sucesso na modalidade, mas também para assegurar a saúde e o bem-estar do atleta. A MDS tem a gestão de riscos como uma de suas principais soluções e, por isso, faz parte de sua missão ajudar os clientes a se protegerem dos perigos que os cercam, por meio de soluções em seguros personalizadas conforme suas necessidades.

“Esta parceria com João de Macedo é muito relevante, dada a dimensão do desafio esportivo que ele representa. Por meio deste apoio, reforçamos os valores que partilhamos em relação ao gerenciamento dos riscos do dia a dia, e também evidenciamos nossa busca por excelência em tudo o que fazemos, com conhecimento, preparação e trabalho”, destaca Ricardo Pinto dos Santos, CEO da MDS Portugal.

João de Macedo é licenciado em Economia e, no ano 2000, fundou a  João Macedo Surf Academia, na Praia Grande e em Carcavelos, Portugal. Foi o primeiro surfista profissional – Português e Europeu – a se qualificar para disputar o Mundial de Ondas Grandes de remada (World Surf League), e terminou no Top 5 na época de 2012/2013. Foi também cofundador do Movimento de Reservas Mundiais de Surf na Califórnia.

Jacqueline Legrand faz parte das Women to Watch EMEA 2018

Jacqueline Legrand faz parte das Women to Watch EMEA 2018

É com enorme prazer que informamos que Jacqueline Legrand, CEO da Brokerslink e COO do MDS Group, foi reconhecida pela prestigiada revista americana Business Insurance como uma das Women to Watch EMEA 2018. A executiva é uma das 15 vencedoras entre as mais de 500 nomeadas.

A premiação

O Women to Watch Awards, criado em 2006 pela Business Insurance, reconhece as mulheres em posições de liderança nas áreas de seguros, gestão de risco e afins e que se destacaram pelo excelente trabalho, conhecimento, realizações, gestão e contribuição para o desenvolvimento do setor em que atuam. Em 2017,  foram lançados os Women to Watch EMEA para homenagear as executivas femininas da Europa, Oriente Médio e África.

A cerimônia de entrega dos prêmios Women to Watch EMEA 2018 acontecerá no dia 16 de novembro, em Londres.

Parabéns, Jacqueline Legrand!

Portugal sediará Alarys e Apogeris Congress pela primeira vez

Portugal sediará Alarys e Apogeris Congress pela primeira vez

Neste ano, o congresso promete interação entre nacionalidades e debates sobre o cenário global da Gestão de Riscos

Entre os dias 12 e 14 de setembro, a cidade de Porto sediará pela primeira vez a Alarys e Apogeris Congress, uma das principais convenções do mundo no ramo de Gerenciamento de Riscos em Seguros. Esta será também a primeira atividade ibero-americana do setor em Portugal.

O país tem atraído a atenção internacional para negócios, eventos e até mesmo turismo. Tal atratividade se deve à disponibilidade de mão de obra local somada aos bons resultados econômicos atingidos nos últimos anos: de acordo com o Instituto Nacional de Estatística do País, em 2017, o PIB português cresceu 2,7% – a maior alta desde os anos 2000. Já para 2018, a estimativa é semelhante –  espera-se alta de 2,1%.

Situado no Porto Palácio Hotel, o evento será uma espécie de aporte cultural para o setor, uma vez que trará palestrantes de países como Portugal, Espanha, Itália, Bélgica, Inglaterra, Alemanha, Suíça, Malta, Estados Unidos, Canadá, Cingapura, Bermuda e República Dominicana. A América Latina também comparecerá em peso: Brasil, México, Argentina, Colômbia e Panamá estarão representados. Por fim, a edição contará com tradução simultânea para português, inglês e espanhol a fim de facilitar a integração e o entendimento das informações.

Programação

O cronograma foi cuidadosamente elaborado para trazer à tona debates e esclarecimentos sobre os diferentes perfis de riscos modernos globais e regionais, e também para discutir temas variados – de riscos cibernéticos a roubos de cargas em regiões específicas.

O primeiro dia será marcado por um coquetel de recepção. “Este é um momento fundamental para incentivar o entrosamento e as trocas de experiências entre os executivos”, destaca Jorge Luzzi, presidente da consultoria de riscos Herco e da Alarys. Já o segundo dia dará início aos ciclos de palestras e debates sobre os desafios do mercado atual de resseguros: entre os temas de destaque está a palestra “Global Insurance Programs”, ministrada pelos profissionais Jacqueline Legrand (CEO da Brokerslink), Cristiane França Alves (Gerente de Risco da CSN Brasil) e Rodrigo Ávila (Gerente de Risco da Suzano Papel e Celulose); em seguida, o bate-papo “Risk Management at the Olympic Games”, liderado pelo gerente de risco do Comitê Olímpico Rio 2016, Marcelo D’Alessandro, promete resgatar as principais precauções tomadas pelo Brasil enquanto sede de um dos maiores eventos do mundo – as Olimpíadas.

No terceiro dia, Ariel Couto, CEO da MDS Brasil, entra em cena junto a Angelo Colombo (CEO para América Latina da Allianz Global Corporate Soluction) e Santi Cianci (CEO de Portugal da Generalli), com a apresentação “Insurance Market in a changing environment – focus in Latin America and Europe”. Finalmente, o evento será encerrado pela palestra “Closing Remarks – Risk Management in the Broker’s view”, apresentada por José Manuel Dias da Fonseca, CEO do Grupo MDS.

Para José Luzzi, a conferência é uma forma de educar e preparar o setor: “A ideia central desse encontro é  fornecer aos profissionais de gestão de risco uma visão mais atual e globalizada do nosso ramo. Dessa forma, quando os clientes optarem pela contratação de um seguro, os profissionais estarão mais aptos a entender os detalhes cruciais de cada escolha”, explica o presidente da HERCO e da Alarys.

Saiba mais sobre o evento através deste link: https://portaldagestaoderiscos.com/alarys-apogeris-congress/

MDS NO CONARH 2018 | SAÚDE 4.0

MDS NO CONARH 2018 | SAÚDE 4.0

Empresas respondem por 70% dos planos de saúde, mas não se atentam a soluções para prevenção de doenças, afirma MDS

Gustavo Quintão abriu o Fórum de Saúde Corporativa no CONARH 2018 e explicou como as inovações podem beneficiar a saúde dos colaboradores

Gustavo Quintão, diretor de Benefícios da MDS Brasil, participou da abertura do Fórum de Saúde Corporativa do CONARH 2018. Junto a Andrea Huggard-Caine, diretora de certificação da ABRH, o executivo ressaltou a importância da aplicação de tecnologias em favor do melhor gerenciamento dos quadros de colaboradores das organizações. A palestra “Saúde 4.0: novas tecnologias e inovações para as empresas” marcou a primeira participação da MDS como patrocinadora do Fórum e abordou conceitos importantes, como inteligência artificial, internet das coisas e big data, associados à oportunidade de transformação na oferta de saúde.

Entre melhores momentos da do bate-papo, uma pesquisa da Stanford University, apresentada por Gustavo, ganhou destaque. Conforme o estudo, 53% da saúde da população está relacionada a bons hábitos – como alimentação e exercícios físicos,  enquanto a assistência médica equivale a apenas 10% do total. “Ainda assim, as empresas costumam investir de forma inversa: preocupam-se mais com os custos de planos de saúde do que em propor ações positivas que melhorem o estilo de vida de seus funcionários”, apontou o executivo. A partir desse insight e em tom descontraído,  Gustavo e Andreia convidaram os espectadores a refletirem sobre o desenvolvimento de campanhas e ferramentas mais direcionadas à promoção da qualidade de vida.

Gustavo Quintão também enfatizou que a mudança de mindset e investimentos sugerida pela Saúde 4.0 é benéfica não apenas para os trabalhadores, mas para as finanças da companhia como um todo. “Apesar de financiarem 70% dos planos de saúde do país, as empresas ainda não conhecem formas eficazes de levar seus funcionários a prevenirem lesões e doenças”, explicou o executivo. Nesse contexto, uma boa saída seria redistribuir os investimentos, considerando soluções tecnológicas de suporte – como machine learning, combinadas a  campanhas de incentivo à alimentação saudável, vida ativa, saúde emocional e outros temas. “Juntas, tais frentes resultam em um aproveitamento muito mais inteligente dos fundos destinados à gestão da saúde de colaboradores”, completa.

Por fim, os palestrantes reforçaram que o sucesso das novas medidas de gerenciamento de saúde dependem do engajamento de um personagem-chave dessa dinâmica: o próprio paciente. “Todas as novas ferramentas e iniciativas propostas tendem a transformar os usuários – e não mais os médicos – em protagonistas. O alcance de uma vida equilibrada e de qualidade depende cada vez mais da conscientização e ação dos colaboradores da empresa”,  finaliza Gustavo Quintão.

Confira a palestra completa no CONARH 2018 em: https://youtu.be/Vbo8TzXwNk0

MDS no CONARH 2018

MDS no CONARH 2018

Gustavo Quintão ministrará a palestra “Saúde 4.0: novas tecnologias e inovações para as empresas”, no dia 14 de agosto às 15 horas.

Você já parou para pensar em como o RH pode ter influência direta nas finanças ou reputação de uma empresa? O departamento tem ao seu dispor um banco com informações valiosas sobre seus funcionários, e por meio da análise deste banco, é possível melhorar a gestão de risco de saúde de cada empresa, além de prever melhor a auditoria de contas hospitalares, ou até mesmo reduzir a tributação previdenciária dos clientes.

“O banco de RH das empresas dita comportamentos, tendências de riscos, padrões de consumo, entre outros hábitos importantes de seus funcionários. Analisar esses dados ajuda a entender quem são os seus colaboradores, e pode contribuir também para a retenção de grandes talentos na companhia”, explica Gustavo Quintão, Diretor de Benefícios da MDS Brasil.

O executivo estará presente no Fórum de Saúde Corporativa, lançado na edição 2018 do CONARH 2018 – o Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, que ocorrerá no São Paulo Expo durante os dias 14, 15 e 16 de agosto. A MDS, pela primeira vez, será uma das patrocinadoras do evento, que é considerado um dos maiores do mundo quando se trata da discussão de gestão de pessoas. Gustavo ministrará a palestra “Saúde 4.0: novas tecnologias e inovações para as empresas”, no dia 14 de agosto, às 15 horas. A companhia quer contribuir para o Congresso mostrando toda a sua vanguarda e expertise em produtos únicos no mercado.

O CONARH tem como objetivo compartilhar conhecimento e provocar reflexões sobre os temas mais atuais em gestão de pessoas e desenvolvimento humano. A MDS quer dividir com o público presente como é possível aumentar a performance dos funcionários de uma empresa por meio de um melhor conhecimento do seu banco de talentos.

“A área de Recursos Humanos pode se tornar protagonista de ações que vão desde a gestão de saúde ao simples estímulo à análise e conhecimento do público que trabalha na companhia”, ressalta Quintão. Para o Diretor, participar do Congresso é uma ótima oportunidade de mostrar as possibilidades que as empresas têm a ganhar ao voltarem seus olhares para novas tecnologias. Ganha-se em bem-estar dos funcionários, saúde financeira da companhia e até em reconhecimento no mercado. “Temos uma missão de trazer soluções customizadas aos clientes. A MDS montou um escopo de produtos que nenhuma outra corretora tem”, destaca.

No Brasil, a proteção de dados na internet caminha para se tornar mais segura

No Brasil, a proteção de dados na internet caminha para se tornar mais segura

Depois do grande escândalo de vazamentos de dados de usuários do Facebook, ninguém mais quer arriscar: para cadastrar dados em sites de empresas ou redes sociais, as pessoas exigem, primeiro, ter garantido o direito de anonimato na internet.

Pensando nisso, o Plenário do Senado aprovou, no dia 10 de julho, um marco legal que objetiva regulamentar o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil. Aprovado por unanimidade, o texto visa garantir maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais. Dessa maneira, a ideia é tornar a internet um espaço mais democrático para cidadãos que não querem ter seus dados compartilhados sem seu consentimento. Apenas após a autorização explícita para coleta e uso de dados  – seja no âmbito do poder público ou no privado – é que se poderá utilizar as informações cadastradas. Além disso, será obrigatória a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir os dados caso queira. O texto foi aprovado e segue para a sanção do presidente Michel Temer.

Este é um problema que pode ser mais comum do que parece. Para compreendê-lo melhor, pense, por exemplo, que a sua empresa conta com um funcionário que é desonesto. Vamos supor que ele decida roubar dados ou envie informações para pessoas que não deveriam recebê-las. Imagine o que poderia acontecer se ele perdesse um hardware – pode ser um celular – ou se decidisse extorquir alguém em troca de benefícios pessoais. Só aqui já temos muitos motivos para tentar pensar em soluções que mitiguem esses riscos.

Fora isso, deve-se pensar nas ameaças externas à empresa. Pode haver espionagem vinda de um concorrente, queda do sistema operacional da companhia, falhas de segurança na proteção de dados, interrupção de rede, entre outros riscos. Ou seja, são diversas as ameaças e, assim sendo, também precisam ser diversas as maneiras de contê-las.

A MDS, atenta a esses tipos de riscos, oferece já há alguns anos uma proteção contra essas ameaças. O Seguro Cibernético da empresa visa antecipar e neutralizar as consequências da violação de dados corporativos e pessoais. Entre as coberturas oferecidas estão: apoio em tecnologia da informação, que cobre custos de incidentes cibernéticos e determina se os dados atacados podem ser restaurados; gestão de crise, criada para proteger a reputação da empresa; riscos financeiros, que visa cobrir dados e redes afetados, entre outros serviços que podem ser checados diretamente em nossa página.

Desde o vazamento de dados do Facebook até o ataque sofrido pela campanha de Hilary Clinton por hackers russos em 2016, um fato se consolidou: os riscos cibernéticos podem prejudicar enormemente tanto a reputação quanto as finanças de uma empresa. Por isso, é importante estar cada vez mais atento a esse problema e, havendo soluções, utilizar todos os antídotos disponíveis.

Caso queira falar com nossos especialistas, envie um email.

 

Por Thiago Tristão.

ALARYS e FERMA trazem programa de rimap para América Latina e Caribe

ALARYS e FERMA trazem programa de rimap para América Latina e Caribe

Para se ter a exata noção de quais são os riscos que mais ameaçam às empresas e como cada companhia pode combatê-los é necessário, antes de mais nada, muito estudo e “mão na massa”. É preciso ter conhecimentos sobre o que mais pode afetar uma determinada empresa, e os riscos são vários. Desde roubo de dados por algum funcionário ou pela concorrência, passando pela perda de direitos autorais, plágios e riscos financeiros, e até a possíveis perdas de reputação: para conhecer a fundo todos esses danos e como mitigá-los é preciso contar com os profissionais certos.

E um ótimo caminho para aprender mais sobre a gestão de riscos é comparecer a programas educativos específicos que consigam preparar quem quer trabalhar com isso – ou simplesmente entendê-la melhor. Um desses programas é o rimap. Centrado nessa área, ele inclui um exame de certificação e o desenvolvimento do profissional.

A FERMA (Federation of European Risk Management Associations – ou Federação das Associações Europeias de Controle de Risco, em tradução livre) e a Alarys (Asociación Latinoamericana de Administradores de Riesgos y Seguros – Associação Latino-americana de riscos e Seguros, em tradução livre) agora têm uma novidade na área. Ambas organizações se juntaram para oferecer um programa de rimap na América Latina e nas ilhas do Caribe.

Em evento que se deu em Bruxelas, Bélgica, no dia 29 de junho, os presidentes das instituições, Jorge Luzzi (Alarys) e Jo Willaert (FERMA) assinaram o acordo na Assembleia Geral FERMA. “Esse acordo expressa o forte interesse nas comunidades da América Latina e do Caribe em harmonizar habilidades profissionais e as melhores práticas desenvolvidas na Europa”, ressalta Jorge Luzzi, que também é presidente da consultora de riscos Herco e, com 30 anos de experiência na área, é um dos maiores especialistas do mundo no assunto.

A FERMA levou ao evento 22 associações de gestão de risco em 21 países europeus, o que representa 4800 diretores de gestão de riscos ativos. Além disso, a Federação provém os meios de coordenação de riscos e a otimização de impacto dessas associações fora dos limites nacionais delas e a nível europeu. O acordo com a Alarys, salienta o presidente Jo Willaert, demonstra a relevância atual do rimap: “O acordo reitera a força da nossa relação com a Alarys e também mostra que o rimap da FERMA está recebendo cada vez mais relevância internacional, assim como reconhecimento europeu”.

“Nós acreditamos que os gerentes de riscos na Europa poderão se beneficiar da relação próxima que há entre essas duas organizações e os nossos programas educacionais”, explica Jorge.

Resolução Normativa nº 433 | RESUMO DAS NOVAS REGRAS

Resolução Normativa nº 433 | RESUMO DAS NOVAS REGRAS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou na quinta feira passada, dia 28/06, mudanças nas regras de cobranças de coparticipação e franquia. No quadro abaixo, comparamos o cenário atual com o futuro para facilitar a visualização dos seus benefícios quando entrarem em vigor.

Como era antes e o que muda?

Como era antes:

  • Operadoras podiam cobrar do consumidor qualquer percentual pelos procedimentos realizados em planos com coparticipação. Não havia a definição de um limite de cobrança por procedimento nem valor máximo por período mensal ou anual;
  • Cobrança podia incidir sobre qualquer procedimento. E permitia ainda cobrança diferenciada por doença ou patologia e em casos de internações por evento realizado;
  • Apenas em caso de internação exigia a cobrança de valor monetário fixo e único;
  • Não havia regras claras nem transparência para o consumidor.

Como fica:

  • Haverá um percentual máximo de 40% a ser cobrado por procedimentos no caso da coparticipação. E haverá ainda limites para o valor pago ao mês ou ano no caso de coparticipação e franquia (esses limites não serão aplicados a planos odontológicos);
  • Limite anual: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário no período de um ano não pode ultrapassar o valor correspondente a 12 mensalidades;
  • Limite mensal: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário a cada mês não pode ser superior ao valor da mensalidade devida pelo beneficiário.
  • A cobrança da coparticipação e da franquia está proibida em mais de 250 procedimentos, entre eles consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos como câncer e hemodiálise. Fica proibida ainda a cobrança de coparticipação e franquia diferenciada por doença ou patologia, exceto na hipótese de internação psiquiátrica.
  • Estabelece valor monetário fixo e único para atendimento em internação e pronto-socorro;
  • Operadoras devem disponibilizar ao consumidor o extrato de utilização do plano com os valores aplicados;
  • Estabelece regras claras, suprindo lacunas da legislação, garantindo maior previsibilidade, clareza e segurança jurídica aos consumidores.

Definições:

Coparticipação – é o valor pago pelo consumidor à operadora em razão da realização de um procedimento ou evento em Saúde.

Franquia –  é o valor estabelecido no contrato do plano de saúde até o qual a operadora não tem responsabilidade de cobertura, em caso de Internação e Pronto Socorro.

A cobrança não poderá ultrapassar o valor da mensalidade mensal ou anual (12 mensalidades).

Ex.:  caso o valor da mensalidade seja R$100,00 o valor da cobrança não poderá ser maior que R$100,00.

As novas regras entrarão em vigor em 180 dias a contar da data de publicação da RN (28.06.2018) e serão válidas para os novos contratos.

Veja na integrada publicação realizada no site da ANS: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/consumidor/4499-ans-define-regras-para-cobranca-de-coparticipacao-e-franquia-em-planos-de-saude

Fonte: https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/noticia/planos-de-saude-entenda-o-que-muda-com-as-novas-regras-de-coparticipacao-e-franquia.ghtml

A milestone for Inclusion & Diversity at MDS

A milestone for Inclusion & Diversity at MDS

Many changes have struck MDS in the last 9 months. Some of them are very clear and straightforward to the market. When it comes to HR policies and Organizational Development strategy, we are still discreet. But May 17th (International Day Against Homophobia, Transphobia and Biphobia) was one piece of evidence: all employees received a postcard mentioning the importance of the date, a set of “respect diversity” button + layard and had access to 2 blog posts (Portuguese only) – Post 1 and Post 2.

It was a day for creating awareness, promoting acceptance and fostering respect. But also the opportunity to communicate stakeholders that we choose to be among companies that follow the positive significant correlation between team diversity and financial performance. According to McKinsey’s study from 2017*, “companies in the top-quartile for gender diversity on their executive teams were 21% more likely to have above-average profitability than companies in the fourth quartile. For ethnic/cultural diversity, top-quartile companies were 33% more likely to outperform on profitability”. And these are just two types of diversity among many that we need to value!

Since it was granted with a Directory, MDS’s HR has tried to be closer to the main sources of energy drain in the workforce. And the feeling of not fitting in has to be out of our way. HR team has been responsible for a slow but driven cultural change. As part of it, Inclusion and Diversity is key to win the war for talent, refine customer insight, and improve employee satisfaction.

Besides the candid approaches to the subject, such as social justice and legal compliance, we regard I&D as important action for the business. It is a source of competitive advantage and significant enabler for innovation and growth.

I&D seconds our values of collaborative, professional, creative and client oriented. As an article of HBR** states “Diverse teams are more likely to constantly reexamine facts and remain objective. They may also encourage greater scrutiny of each member’s actions, keeping their joint cognitive resources sharp and vigilant. By breaking up workplace homogeneity, you can allow your employees to become more aware of their own potential biases — entrenched ways of thinking that can otherwise blind them to key information and even lead them to make errors in decision-making processes”.

If a diverse and multidisciplinary team is responsible for creating the solutions at a company, chances are that they are going to have the best fit with a broader profile of clients.

And it is so rewarding and motivating to see that this spreads through our ecosystem. According to the already mentioned study, Sodexo, one of our important clients, “is an outspoken champion of diversity. Led by an enthusiastic CEO and board chairwoman, the global multinational services company has publicly committed to improving five dimensions of diversity: gender, people with disabilities, generations (age), cultures and origins, and sexual orientation and gender identity”. We received encouraging feedback from many other clients in the last days. That moves us forward and empowers our employees, who are proud to belong to an organization where respect is above all. We want to thank the insight Reinaldo Bulgarelli shared with us. The CEO panel he organizes reinforces the power of building a strong ecosystem for I&D. Special thanks to Luciana and João as well, who put energy and good ideas to this campaign.

At MDS we still have a long journey ahead of us, especially when it comes to reducing unconscious bias. But we begin a new chapter. And it speaks different languages, reflects many colours, learns from neglected boundaries, profits from new perspectives and sees human beings with positive lenses.

*Delivering through Diversity https://www.mckinsey.com/~/media/mckinsey/business%20functions/organization/our%20insights/delivering%20through%20diversity/delivering-through-diversity_full-report.ashx

**Why diverse teams are smarter https://hbr.org/2016/11/why-diverse-teams-are-smarter

 

Por Beatriz Bergamaschi Cabral.