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MDS no CONARH 2018

MDS no CONARH 2018

Gustavo Quintão ministrará a palestra “Saúde 4.0: novas tecnologias e inovações para as empresas”, no dia 14 de agosto às 15 horas.

Você já parou para pensar em como o RH pode ter influência direta nas finanças ou reputação de uma empresa? O departamento tem ao seu dispor um banco com informações valiosas sobre seus funcionários, e por meio da análise deste banco, é possível melhorar a gestão de risco de saúde de cada empresa, além de prever melhor a auditoria de contas hospitalares, ou até mesmo reduzir a tributação previdenciária dos clientes.

“O banco de RH das empresas dita comportamentos, tendências de riscos, padrões de consumo, entre outros hábitos importantes de seus funcionários. Analisar esses dados ajuda a entender quem são os seus colaboradores, e pode contribuir também para a retenção de grandes talentos na companhia”, explica Gustavo Quintão, Diretor de Benefícios da MDS Brasil.

O executivo estará presente no Fórum de Saúde Corporativa, lançado na edição 2018 do CONARH 2018 – o Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, que ocorrerá no São Paulo Expo durante os dias 14, 15 e 16 de agosto. A MDS, pela primeira vez, será uma das patrocinadoras do evento, que é considerado um dos maiores do mundo quando se trata da discussão de gestão de pessoas. Gustavo ministrará a palestra “Saúde 4.0: novas tecnologias e inovações para as empresas”, no dia 14 de agosto, às 15 horas. A companhia quer contribuir para o Congresso mostrando toda a sua vanguarda e expertise em produtos únicos no mercado.

O CONARH tem como objetivo compartilhar conhecimento e provocar reflexões sobre os temas mais atuais em gestão de pessoas e desenvolvimento humano. A MDS quer dividir com o público presente como é possível aumentar a performance dos funcionários de uma empresa por meio de um melhor conhecimento do seu banco de talentos.

“A área de Recursos Humanos pode se tornar protagonista de ações que vão desde a gestão de saúde ao simples estímulo à análise e conhecimento do público que trabalha na companhia”, ressalta Quintão. Para o Diretor, participar do Congresso é uma ótima oportunidade de mostrar as possibilidades que as empresas têm a ganhar ao voltarem seus olhares para novas tecnologias. Ganha-se em bem-estar dos funcionários, saúde financeira da companhia e até em reconhecimento no mercado. “Temos uma missão de trazer soluções customizadas aos clientes. A MDS montou um escopo de produtos que nenhuma outra corretora tem”, destaca.

No Brasil, a proteção de dados na internet caminha para se tornar mais segura

No Brasil, a proteção de dados na internet caminha para se tornar mais segura

Depois do grande escândalo de vazamentos de dados de usuários do Facebook, ninguém mais quer arriscar: para cadastrar dados em sites de empresas ou redes sociais, as pessoas exigem, primeiro, ter garantido o direito de anonimato na internet.

Pensando nisso, o Plenário do Senado aprovou, no dia 10 de julho, um marco legal que objetiva regulamentar o uso, a proteção e a transferência de dados pessoais no Brasil. Aprovado por unanimidade, o texto visa garantir maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais. Dessa maneira, a ideia é tornar a internet um espaço mais democrático para cidadãos que não querem ter seus dados compartilhados sem seu consentimento. Apenas após a autorização explícita para coleta e uso de dados  – seja no âmbito do poder público ou no privado – é que se poderá utilizar as informações cadastradas. Além disso, será obrigatória a oferta de opções para o usuário visualizar, corrigir e excluir os dados caso queira. O texto foi aprovado e segue para a sanção do presidente Michel Temer.

Este é um problema que pode ser mais comum do que parece. Para compreendê-lo melhor, pense, por exemplo, que a sua empresa conta com um funcionário que é desonesto. Vamos supor que ele decida roubar dados ou envie informações para pessoas que não deveriam recebê-las. Imagine o que poderia acontecer se ele perdesse um hardware – pode ser um celular – ou se decidisse extorquir alguém em troca de benefícios pessoais. Só aqui já temos muitos motivos para tentar pensar em soluções que mitiguem esses riscos.

Fora isso, deve-se pensar nas ameaças externas à empresa. Pode haver espionagem vinda de um concorrente, queda do sistema operacional da companhia, falhas de segurança na proteção de dados, interrupção de rede, entre outros riscos. Ou seja, são diversas as ameaças e, assim sendo, também precisam ser diversas as maneiras de contê-las.

A MDS, atenta a esses tipos de riscos, oferece já há alguns anos uma proteção contra essas ameaças. O Seguro Cibernético da empresa visa antecipar e neutralizar as consequências da violação de dados corporativos e pessoais. Entre as coberturas oferecidas estão: apoio em tecnologia da informação, que cobre custos de incidentes cibernéticos e determina se os dados atacados podem ser restaurados; gestão de crise, criada para proteger a reputação da empresa; riscos financeiros, que visa cobrir dados e redes afetados, entre outros serviços que podem ser checados diretamente em nossa página.

Desde o vazamento de dados do Facebook até o ataque sofrido pela campanha de Hilary Clinton por hackers russos em 2016, um fato se consolidou: os riscos cibernéticos podem prejudicar enormemente tanto a reputação quanto as finanças de uma empresa. Por isso, é importante estar cada vez mais atento a esse problema e, havendo soluções, utilizar todos os antídotos disponíveis.

Caso queira falar com nossos especialistas, envie um email.

 

Por Thiago Tristão.

ALARYS e FERMA trazem programa de rimap para América Latina e Caribe

ALARYS e FERMA trazem programa de rimap para América Latina e Caribe

Para se ter a exata noção de quais são os riscos que mais ameaçam às empresas e como cada companhia pode combatê-los é necessário, antes de mais nada, muito estudo e “mão na massa”. É preciso ter conhecimentos sobre o que mais pode afetar uma determinada empresa, e os riscos são vários. Desde roubo de dados por algum funcionário ou pela concorrência, passando pela perda de direitos autorais, plágios e riscos financeiros, e até a possíveis perdas de reputação: para conhecer a fundo todos esses danos e como mitigá-los é preciso contar com os profissionais certos.

E um ótimo caminho para aprender mais sobre a gestão de riscos é comparecer a programas educativos específicos que consigam preparar quem quer trabalhar com isso – ou simplesmente entendê-la melhor. Um desses programas é o rimap. Centrado nessa área, ele inclui um exame de certificação e o desenvolvimento do profissional.

A FERMA (Federation of European Risk Management Associations – ou Federação das Associações Europeias de Controle de Risco, em tradução livre) e a Alarys (Asociación Latinoamericana de Administradores de Riesgos y Seguros – Associação Latino-americana de riscos e Seguros, em tradução livre) agora têm uma novidade na área. Ambas organizações se juntaram para oferecer um programa de rimap na América Latina e nas ilhas do Caribe.

Em evento que se deu em Bruxelas, Bélgica, no dia 29 de junho, os presidentes das instituições, Jorge Luzzi (Alarys) e Jo Willaert (FERMA) assinaram o acordo na Assembleia Geral FERMA. “Esse acordo expressa o forte interesse nas comunidades da América Latina e do Caribe em harmonizar habilidades profissionais e as melhores práticas desenvolvidas na Europa”, ressalta Jorge Luzzi, que também é presidente da consultora de riscos Herco e, com 30 anos de experiência na área, é um dos maiores especialistas do mundo no assunto.

A FERMA levou ao evento 22 associações de gestão de risco em 21 países europeus, o que representa 4800 diretores de gestão de riscos ativos. Além disso, a Federação provém os meios de coordenação de riscos e a otimização de impacto dessas associações fora dos limites nacionais delas e a nível europeu. O acordo com a Alarys, salienta o presidente Jo Willaert, demonstra a relevância atual do rimap: “O acordo reitera a força da nossa relação com a Alarys e também mostra que o rimap da FERMA está recebendo cada vez mais relevância internacional, assim como reconhecimento europeu”.

“Nós acreditamos que os gerentes de riscos na Europa poderão se beneficiar da relação próxima que há entre essas duas organizações e os nossos programas educacionais”, explica Jorge.

Resolução Normativa nº 433 | RESUMO DAS NOVAS REGRAS

Resolução Normativa nº 433 | RESUMO DAS NOVAS REGRAS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou na quinta feira passada, dia 28/06, mudanças nas regras de cobranças de coparticipação e franquia. No quadro abaixo, comparamos o cenário atual com o futuro para facilitar a visualização dos seus benefícios quando entrarem em vigor.

Como era antes e o que muda?

Como era antes:

  • Operadoras podiam cobrar do consumidor qualquer percentual pelos procedimentos realizados em planos com coparticipação. Não havia a definição de um limite de cobrança por procedimento nem valor máximo por período mensal ou anual;
  • Cobrança podia incidir sobre qualquer procedimento. E permitia ainda cobrança diferenciada por doença ou patologia e em casos de internações por evento realizado;
  • Apenas em caso de internação exigia a cobrança de valor monetário fixo e único;
  • Não havia regras claras nem transparência para o consumidor.

Como fica:

  • Haverá um percentual máximo de 40% a ser cobrado por procedimentos no caso da coparticipação. E haverá ainda limites para o valor pago ao mês ou ano no caso de coparticipação e franquia (esses limites não serão aplicados a planos odontológicos);
  • Limite anual: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário no período de um ano não pode ultrapassar o valor correspondente a 12 mensalidades;
  • Limite mensal: o valor máximo a ser pago pelo beneficiário a cada mês não pode ser superior ao valor da mensalidade devida pelo beneficiário.
  • A cobrança da coparticipação e da franquia está proibida em mais de 250 procedimentos, entre eles consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos como câncer e hemodiálise. Fica proibida ainda a cobrança de coparticipação e franquia diferenciada por doença ou patologia, exceto na hipótese de internação psiquiátrica.
  • Estabelece valor monetário fixo e único para atendimento em internação e pronto-socorro;
  • Operadoras devem disponibilizar ao consumidor o extrato de utilização do plano com os valores aplicados;
  • Estabelece regras claras, suprindo lacunas da legislação, garantindo maior previsibilidade, clareza e segurança jurídica aos consumidores.

Definições:

Coparticipação – é o valor pago pelo consumidor à operadora em razão da realização de um procedimento ou evento em Saúde.

Franquia –  é o valor estabelecido no contrato do plano de saúde até o qual a operadora não tem responsabilidade de cobertura, em caso de Internação e Pronto Socorro.

A cobrança não poderá ultrapassar o valor da mensalidade mensal ou anual (12 mensalidades).

Ex.:  caso o valor da mensalidade seja R$100,00 o valor da cobrança não poderá ser maior que R$100,00.

As novas regras entrarão em vigor em 180 dias a contar da data de publicação da RN (28.06.2018) e serão válidas para os novos contratos.

Veja na integrada publicação realizada no site da ANS: http://www.ans.gov.br/aans/noticias-ans/consumidor/4499-ans-define-regras-para-cobranca-de-coparticipacao-e-franquia-em-planos-de-saude

Fonte: https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/noticia/planos-de-saude-entenda-o-que-muda-com-as-novas-regras-de-coparticipacao-e-franquia.ghtml

A milestone for Inclusion & Diversity at MDS

A milestone for Inclusion & Diversity at MDS

Many changes have struck MDS in the last 9 months. Some of them are very clear and straightforward to the market. When it comes to HR policies and Organizational Development strategy, we are still discreet. But May 17th (International Day Against Homophobia, Transphobia and Biphobia) was one piece of evidence: all employees received a postcard mentioning the importance of the date, a set of “respect diversity” button + layard and had access to 2 blog posts (Portuguese only) – Post 1 and Post 2.

It was a day for creating awareness, promoting acceptance and fostering respect. But also the opportunity to communicate stakeholders that we choose to be among companies that follow the positive significant correlation between team diversity and financial performance. According to McKinsey’s study from 2017*, “companies in the top-quartile for gender diversity on their executive teams were 21% more likely to have above-average profitability than companies in the fourth quartile. For ethnic/cultural diversity, top-quartile companies were 33% more likely to outperform on profitability”. And these are just two types of diversity among many that we need to value!

Since it was granted with a Directory, MDS’s HR has tried to be closer to the main sources of energy drain in the workforce. And the feeling of not fitting in has to be out of our way. HR team has been responsible for a slow but driven cultural change. As part of it, Inclusion and Diversity is key to win the war for talent, refine customer insight, and improve employee satisfaction.

Besides the candid approaches to the subject, such as social justice and legal compliance, we regard I&D as important action for the business. It is a source of competitive advantage and significant enabler for innovation and growth.

I&D seconds our values of collaborative, professional, creative and client oriented. As an article of HBR** states “Diverse teams are more likely to constantly reexamine facts and remain objective. They may also encourage greater scrutiny of each member’s actions, keeping their joint cognitive resources sharp and vigilant. By breaking up workplace homogeneity, you can allow your employees to become more aware of their own potential biases — entrenched ways of thinking that can otherwise blind them to key information and even lead them to make errors in decision-making processes”.

If a diverse and multidisciplinary team is responsible for creating the solutions at a company, chances are that they are going to have the best fit with a broader profile of clients.

And it is so rewarding and motivating to see that this spreads through our ecosystem. According to the already mentioned study, Sodexo, one of our important clients, “is an outspoken champion of diversity. Led by an enthusiastic CEO and board chairwoman, the global multinational services company has publicly committed to improving five dimensions of diversity: gender, people with disabilities, generations (age), cultures and origins, and sexual orientation and gender identity”. We received encouraging feedback from many other clients in the last days. That moves us forward and empowers our employees, who are proud to belong to an organization where respect is above all. We want to thank the insight Reinaldo Bulgarelli shared with us. The CEO panel he organizes reinforces the power of building a strong ecosystem for I&D. Special thanks to Luciana and João as well, who put energy and good ideas to this campaign.

At MDS we still have a long journey ahead of us, especially when it comes to reducing unconscious bias. But we begin a new chapter. And it speaks different languages, reflects many colours, learns from neglected boundaries, profits from new perspectives and sees human beings with positive lenses.

*Delivering through Diversity https://www.mckinsey.com/~/media/mckinsey/business%20functions/organization/our%20insights/delivering%20through%20diversity/delivering-through-diversity_full-report.ashx

**Why diverse teams are smarter https://hbr.org/2016/11/why-diverse-teams-are-smarter

 

Por Beatriz Bergamaschi Cabral.

SEMPRE MUDANÇAS

SEMPRE MUDANÇAS

A pluralidade cultural nas organizações é cada vez mais real, vemos gente com sua própria identidade cultural visível no ambiente de trabalho. Pessoas que se vestem de forma diferente, cabelos de cores diferentes. Mesmo que algumas pessoas ou empresas não estejam atentas, percebemos que as mudanças estão acontecendo. O dress code tem mudado também com novos jovens entrando no mercado de trabalho, encontrando seu espaço nas organizações. O terno e a gravata vão ficando cada vez mais reservados às áreas com maior formalidade no relacionamento.

Algumas pessoas têm me perguntado se o mundo está mais tolerante ou se estamos mais atentos a isso. Difícil responder, mas até poucos anos questões de vestimenta e opção sexual não eram vistas ou discutidas pelas organizações.

Um outro exemplo são as tatuagens que eram ligadas a desvios sociais, e hoje estão cada vez mais comuns. Me lembro de um líder que tive no início de carreira me aconselhando a não fazer que isso iria me prejudicar profissionalmente.

Vivemos um momento histórico em que as transformações sociais são mais aceleradas, consequência dessa era digital.  O convívio com a diferença não é mais uma escolha, temos contato com o diferente o tempo todo. As empresas começam a perceber que esta pluralidade traz também ganhos de criatividade, de segmentação, permitindo maior engajamento quando há respeito às diferenças.

Questões sobre homofobia e raciais são muito caras à sociedade, e estão no radar de grandes empresas que não querem seus nomes ou ambientes manchados por estas questões. Risco de imagem e rejeição são problemas reais. Na era das redes sociais, ninguém quer conviver com este tipo de problema.

Com tantas mudanças, sempre pergunto aos meus pares e colegas, ao presenciar uma situação de discriminação: o que você faz? Toma partido ou simplesmente olha para o lado?

Conviver com a diferença é aprender inclusive sobre si, admitir os seus preconceitos pode ser um caminho para entender melhor todas as mudanças.

 

Por João Carlos Petronilho da Silva.

17 de maio: dia da conscientização contra a homofobia

17 de maio: dia da conscientização contra a homofobia

Como diz o ditado, onde há vontade, há caminho.

Na MDS, nossa vontade leva-nos sempre mais longe, porque nos faz crescer e mudar.

E é com essa cultura que criamos valor por meio da diferença, da inovação e da diversidade.

“Somos sensíveis a causa e respeitamos a diversidade. Queremos lembrar no dia de hoje, um marco na luta contra a homofobia, que tratamos de forma aberta e transparente dentro da empresa”, explica João Petronilho, gerente de Desenvolvimento Organizacional da MDS Brasil.

O 17 de maio foi escolhido como o Dia Internacional Contra a Homofobia por ter sido neste dia, em 1990, que a OMS (Organização Mundial da Saúde) excluiu a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID).  

Para Reinaldo Bulgarelli, educador e consultor, que trabalha desde 1978 com temas de direitos humanos, desenvolvimento sustentável, valorização da diversidade, investimento social, voluntariado e responsabilidade social empresarial, a data é um símbolo de uma luta que vem de muito antes.

“Dia 17/05 representa o dia em que a área de saúde disse não à discriminação de pessoas homossexuais, retirando da lista de doenças a homossexualidade. Isso é fruto de muitos anos de luta e que só em 1990 se tornou possível”, afirma.

Nesta quinta-feira (17), todos os colaboradores da MDS Brasil receberão um cordão de crachá personalizado com a bandeira do arco-íris, símbolo mundial da luta contra homofobia.

Como professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e consultor empresarial, Bulgarelli destaca a importância do papel das organizações para a conscientização e sensibilização dos colaboradores contra a homofobia.

“As empresas precisam reafirmar seus valores nesta data e explicitar que respeito a todas as pessoas significa dizer esse não à discriminação de pessoas LGBT+. Só de celebrar a data já está contribuindo e muito para dizer a todos os seus públicos que desrespeito é algo inaceitável”.

Vale ressaltar que o governo criou o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência LGBTfóbica no último dia 15. A prioridade desta norma é garantir o respeito à dignidade e à diversidade humana por meio das ações que combatem a violência. Para isso, o pacto promove a integração das ações e decisões tomadas pela União, pelos Estados e pelo Distrito Federal.

A diversidade como catalisadora da criatividade e da inovação

A diversidade como catalisadora da criatividade e da inovação

O ambiente de trabalho pode ser um local com preconceitos e assédios intencionais ou, até, sem querer. Isso determina, entre outros, casos de homofobia, lesbofobia e transfobia. O assédio moral também é determinado pelas brincadeiras, piadas e insultos de algum colega de trabalho, à primeira vista, inofensivos.

Pensando em um trabalho respeitoso e harmonioso, aproveitamos a oportunidade que o dia 17 de maio traz para conscientização e criamos esta campanha para que haja respeito em relação à diversidade.

Alguns links interessantes para aprender mais sobre o assunto:

Sem diversidade, não há inovação

https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2017/11/sem-diversidade-nao-ha-inovacao.html

Cartilha da Organização das Nações Unidas e a Organização Internacional do Trabalho

“PROMOÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DE PESSOAS LGBT NO MUNDO DO TRABALHO”

Utilidade pública – veja como proceder orientação sexual ou identidade de gênero

Como denunciar homofobia e transfobia: Saiba como cada estado brasileiro trata crimes contra LGBT

Livro que relata sobre líderes gays

The G Quotient: Why Gay Executives are Excelling as Leaders… And What Every Manager Needs to Know

Mapas com uma análise digital dos níveis dos direitos, reconhecimento e criminalização dos temas relacionados à LGBT

Maps | sexual orientation laws

Danielle Torres conta como foi se assumir trans em seu ambiente de trabalho

“Um breve relato sobre a minha afirmação de gênero na KPMG no Brasil”

Em alguns países, o debate já começa desde cedo

COMO O REINO UNIDO ESTÁ PROMOVENDO O DEBATE DE GÊNERO E SEXUALIDADE NAS ESCOLAS

Para criar grandes produtos, é necessário ter um grande time, e um grande time é composto por diversidade e inclusão

Where inclusion meets human-centered design

O primeiro passo é assumir que a mudança virá em algum momento

7 em 10 brasileiros admitem expressão preconceituosa

O mundo corporativo e a diversidade pode significar um ambiente mais aberto à criatividade

Por que a diversidade é estratégica para qualquer empresa

Vídeo do TEDx Talks no qual Guilherme Valadares fala sobre a masculinidade tóxica e os malefícios para os homens

Quebrando o silêncio: como os homens se transformam

 

TIRE O PRECONCEITO DO SEU VOCABULÁRIO

Mesmo sem intenção, hábitos e força de expressão carregam a ideia que muitas vezes não queremos passar.

  1. “Mas isso é coisa de viado”
  2. “Seja macho”
  3. “Não seja menininha”
  4. “Ela é uma negra bonita”
  5. “Homem não chora”
  6. “Não tenho nada contra, até tenho amigos gays”
  7. “Isso é coisa de baiano”
  8. “Pode ser gay, mas não precisa beijar em público”
  9. “Mulher tem de que se dar o respeito”
  10. “Tinha que ser mulher”
  11. “Você está parecendo um traveco”
  12. “Cabeça chata”

MUDAR É TER VONTADE DE UM RECOMEÇO! COMECE A SUA MUDANÇA!

O IMPACTO DO DIGITAL NO SETOR SEGURADOR

O IMPACTO DO DIGITAL NO SETOR SEGURADOR

“O desafio é sermos capazes de explicar coisas complicadas”

Christophe Antone é o primeiro diretor para a Área Digital na corretora de seguros MDS. Temos como desafio explicar o complicado dos contratos de seguros de forma friendly”.

“O digital não é uma moda, mas uma forma de servir o negócio; é um meio e não um fim”. A frase é do novo diretor para a Área Digital do Grupo MDS, multinacional portuguesa líder na corretagem de seguros e consultoria de riscos. A era digital é já uma realidade em todas as indústrias e os seguros estão mais à frente do que outros setores de atividade devido à complexidade e responsabilidade inerentes. Antone quer alavancar o negócio no mercado digital e promover ferramentas de ‘e-commerce’e tem uma estratégia.

Antes de mais, os seguros digitais vão permitir simplificar os contratos. “É incontornável, entramos na procura da simplificação e da rapidez. Se não formos capazes de explicar um seguro a uma criança de cinco anos não atingimos os nossos objetivos. Temos de explicar as coisas de forma simples aos clientes, para quem os seguros são uma necessidade”, adianta o especialista, que enfatiza que “o digital é um risco mas também uma oportunidade para simplificar a nossa oferta”.

Na relação entre clientes e produtores o digital “irá transformar a cadeia de valor. Tudo será modificado desde o início porque as tecnologias digitais permitem-nos classificar e identificar as melhores ofertas para os nossos clientes. Permitem-nos criar novas ofertas via internet e dentro de um modelo totalmente transparente. Será
algo novo na relação que temos com os nossos fornecedores porque vamos solicitar-lhes produtos à medida dos nossos clientes e também será novo no modelo de distribuição junto dos clientes”.

Aliás, o digital vai contribuir positivamente para a rentabilidade do setor. Um exemplo paradigmático “é o sistema pay as you drive nos seguros auto, em que os clientes pagam um prêmio de seguro consoante a utilização, ou mesmo o dos carros autônomos, onde se esperam muito menos acidentes porque os carros podem identificar e evitar obstáculos”. Um outro aspeto realçado por Antone é o fato de o digital, dentro da cadeia de valor dos seguros “permitir otimizar um certo número de processos que hoje sofrem com redundâncias e que no futuro serão mais rápidos. Será feito não por bots, mas por automatismos”. Acrescenta que o setor terá menos colaboradores, sendo que esse não é o objetivo da transformação, mas antes “libertar tempo e recursos para que os colaboradores
possam responder a necessidades relevantes dos segurados e que um computador não pode suprir”. O digital
vem também facilitar o emergir de novos tipos de seguros, tanto no setor automóvel, com o aluguer de viaturas entre particulares, assim como seguros para novos usos de habitação. “Vão ser criadas novas ofertas e do lado dos corretores haverá exigências perante as seguradoras de que haverá necessidade de criarem novas ofertas”.

E sobre a inteligência artificial e a utilização progressiva de bots, o diretor da MDS diz existirem experiências
que estão a ser desenvolvidas pelos grandes grupos seguradores para colocarem a funcionar modelos a partir de chatbots, mas “no curto prazo não poderá haver substituição da compreensão, do conhecimento e da inteligência emocional por parte dos chatbots”. Mas, frisa, “em contrapartida os chatbots vão permitir mais tempo útil. Podemos
imaginar a gestão de um conjunto de atividades simples que podem ser feitos pela tecnologia e que vão libertar tempo para que os colaboradores se concentrem em coisas que poderão não ter concorrência por parte dos robôs. A inteligência emocional repito, é impeditiva dessa substituição”.

Mas será que a revolução tecnológica será idêntica na banca e nos seguros? Christophe Antone diz que há diferenças. “Os bancos são mais transacionáveis e os seguradores funcionam num outro registo pois respondem a uma promessa
de serviço depois de identificarem uma necessidade e encontrarem a solução”.

FUTURO NAS INSURTECH
E quando se fala da era digital é incontornável tratar do tema das insurtech, as empresas tecnológicas que se dedicam a criar modelos de transformação no setor segurador. “Constatei o entusiasmo que existe pelas insurtech portuguesas, são empresas com ideias brilhantes que podem ajudar no objetivo da transformação. E desde que sejam
integradas na nossa cadeia de valor, vão ampliar a promessa de serviço. Num segundo nível as insurtech vão antecipar disrupções”, afirma.

Os seguros do futuro serão simplificados. “Os clientes não querem entrar na complexidade dos nossos produtos, pelo contrário, o que querem é, de uma forma instantânea via dispositivos móveis, poderem segurar o carro ou a partilha
do carro, a viagem no aeroporto, ou o animal de estimação apenas com uma foto. O contrato terá de ser simples, instantâneo e transparente, e para conseguir estes objetivos temos agora as melhores ferramentas que nos oferece a era digital. Através de plataformas de distribuição temos acesso ao mercado e ao cliente. O centro de contato
terá de estar operacional durante 24 horas/ dia e deve poder incluir igualmente uma presença física nas instalações do corretor, quando necessário. A função do corretor na era digital é agilizar a informação base nos vários canais que o cliente usou, tanto via net como via a sua própria rede física de contato com o cliente”. As plataformas colaborativas irão permitir seguir a via zero-papel, sendo que a MDS tem vindo já a trabalhar nesse sentido através da implementação de soluções junto dos clientes, nomeadamente no acesso às várias versões dos documentos necessários para os contratos, minimizando a utilização de papel. Contudo, Antone não acredita no nível zero papel no futuro imediato.

Nas empresas o grande desafio coloca-se a nível dos processos, diz o gestor. “A MDS desenvolveu um conjunto de iniciativas que nos permite estarmos totalmente integrados ao nível dos processos com os clientes e isso faz-se via net ou via aplicações”.

ESTRATÉGIA DA MDS
“Em termos preditivos temos de explorar e ter em atenção as novas tecnologias, atuando com modelos disruptivos por antecipação”, diz Antone. A MDS integra várias tecnologias “não porque são digitais mas porque fazem sentido no nosso negócio. Desde logo queremos identificar as necessidades do cliente, que podem ser de seguros de habitação, saúde, automóvel ou caça, entre muitas outras, e de seguida procurar a melhor oferta ou, em alternativa, termos a capacidade de criar as soluções que ainda não existem para aquele tipo de cliente”.

Fonte: Jornal Económico

Incêndio em prédio: quem paga pelo seguro?

Incêndio em prédio: quem paga pelo seguro?

Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial de mortes por incêndio. Só em 2011, foram 1.051 mortes causadas pelo fogo ou pela exposição à fumaça.

No dia 1º de maio, o edifício Wilton Paes de Almeida, localizado no centro da cidade de São Paulo, desabou após pegar fogo durante a madrugada, deixando ao menos seis pessoas desaparecidas. Além dos moradores do edifício, prédios e estabelecimentos vizinhos também foram atingidos. Ao todo, a Defesa Civil interditou quatro edifícios e uma igreja.

As 116 famílias que ocupavam o edifício que desmoronou e estão cadastradas na prefeitura receberam ajuda financeira emergencial. Além disso, moradores tiveram que abandonar prédios vizinhos por causa do risco de desabamento e só puderam retornar para seus apartamentos para retirar pertences três dias depois do ocorrido. Até hoje (10), os prédios adjacentes continuam interditados.

Em casos assim, independente do edifício sinistrado não contar com nenhuma cobertura securitária, a pergunta que muitos se fazem é de quem é a responsabilidade pelos danos causados aos apartamentos das vítimas indiretas. Em um caso assim, a seguradora seria obrigada a indenizar as famílias por eventuais perdas materiais? Fuligem, mau cheiro, rachaduras, o seguro residencial ou condominial cobriria esses sinistros? Quem deve amparar os moradores vizinhos?

Especialista explica

“No seguro residencial, os danos decorrentes da fumaça estariam cobertos inclusive pela cobertura mais básica na maioria das companhias, além de qualquer outro dano decorrente de incêndio. Já nos seguros de condomínio, o evento estaria coberto apenas na parte predial e nas áreas comuns, ou seja, o conteúdo de cada apartamento não estaria segurado”, esclarece Caio Carvalho, Superintendente de Property&Casualty da MDS Brasil.

Situação comum de muitos brasileiros, o aluguel também deixa as pessoas em dúvida na hora de decidir quem paga pelo seguro. “O conteúdo dos apartamentos – móveis, eletrodomésticos e bens pessoais – é de interesse do locatário, por isso é ele quem deve contratar o seguro. A parte predial do condomínio é de responsabilidade do próprio condomínio e, eventualmente, o locador contrata o seguro contra incêndio do imóvel através da imobiliária que intermedeia a locação”, diz Carvalho. “Nos dois produtos, estão cobertos os custos de aluguel temporário desde que contratada a cobertura de Pagamento de Aluguel, respeitando o limite máximo de indenização”, diz o executivo sobre os seguros para condomínio e para residência.

Mais comum do que parece

O Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial de mortes por incêndio. A constatação se baseia no cruzamento de dados do Sistema Único de Saúde (SUS) com uma pesquisa realizada pela Geneva Association. Em 2011, o Sistema de Informações sobre mortalidade do SUS registrou 1.051 mortes por incêndio ou por exposição à fumaça. Mas, mesmo com números altos, dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) revelam que o Índice de Penetração do seguro residencial ficou em 14,5% em 2016, ainda considerado um número baixo para o especialista.

O executivo da MDS acredita que “tanto o seguro para condomínio quanto residencial tem um preço bastante acessível à população”. Ele ainda cita que um acidente como o que ocorreu no edifício no centro de São Paulo motiva as pessoas a revisarem seus contratos e ir atrás de novas apólices. “Diante de tragédias assim, ocorre um aumento instantâneo de contratação nos seguros residenciais e condominiais, além da revisão dos termos da apólice que já está contratada, o que será positivo para o mercado”, complementa.

Sobre a maior parte da população não ter seguro para seu patrimônio, Carvalho opina que “o maior motivo para não contratação do seguro residencial no Brasil é prioritariamente cultural, considerando que o custo anual de seguro residencial é, em geral, menos da metade do custo de um seguro automóvel. Não vejo outro motivo plausível para a população não contratá-lo”.

Fonte: Maike Silva | Revista Apólice