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17 de maio: dia da conscientização contra a homofobia

17 de maio: dia da conscientização contra a homofobia

Como diz o ditado, onde há vontade, há caminho.

Na MDS, nossa vontade leva-nos sempre mais longe, porque nos faz crescer e mudar.

E é com essa cultura que criamos valor por meio da diferença, da inovação e da diversidade.

“Somos sensíveis a causa e respeitamos a diversidade. Queremos lembrar no dia de hoje, um marco na luta contra a homofobia, que tratamos de forma aberta e transparente dentro da empresa”, explica João Petronilho, gerente de Desenvolvimento Organizacional da MDS Brasil.

O 17 de maio foi escolhido como o Dia Internacional Contra a Homofobia por ter sido neste dia, em 1990, que a OMS (Organização Mundial da Saúde) excluiu a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID).  

Para Reinaldo Bulgarelli, educador e consultor, que trabalha desde 1978 com temas de direitos humanos, desenvolvimento sustentável, valorização da diversidade, investimento social, voluntariado e responsabilidade social empresarial, a data é um símbolo de uma luta que vem de muito antes.

“Dia 17/05 representa o dia em que a área de saúde disse não à discriminação de pessoas homossexuais, retirando da lista de doenças a homossexualidade. Isso é fruto de muitos anos de luta e que só em 1990 se tornou possível”, afirma.

Nesta quinta-feira (17), todos os colaboradores da MDS Brasil receberão um cordão de crachá personalizado com a bandeira do arco-íris, símbolo mundial da luta contra homofobia.

Como professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e consultor empresarial, Bulgarelli destaca a importância do papel das organizações para a conscientização e sensibilização dos colaboradores contra a homofobia.

“As empresas precisam reafirmar seus valores nesta data e explicitar que respeito a todas as pessoas significa dizer esse não à discriminação de pessoas LGBT+. Só de celebrar a data já está contribuindo e muito para dizer a todos os seus públicos que desrespeito é algo inaceitável”.

Vale ressaltar que o governo criou o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência LGBTfóbica no último dia 15. A prioridade desta norma é garantir o respeito à dignidade e à diversidade humana por meio das ações que combatem a violência. Para isso, o pacto promove a integração das ações e decisões tomadas pela União, pelos Estados e pelo Distrito Federal.

A diversidade como catalisadora da criatividade e da inovação

A diversidade como catalisadora da criatividade e da inovação

O ambiente de trabalho pode ser um local com preconceitos e assédios intencionais ou, até, sem querer. Isso determina, entre outros, casos de homofobia, lesbofobia e transfobia. O assédio moral também é determinado pelas brincadeiras, piadas e insultos de algum colega de trabalho, à primeira vista, inofensivos.

Pensando em um trabalho respeitoso e harmonioso, aproveitamos a oportunidade que o dia 17 de maio traz para conscientização e criamos esta campanha para que haja respeito em relação à diversidade.

Alguns links interessantes para aprender mais sobre o assunto:

Sem diversidade, não há inovação

https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2017/11/sem-diversidade-nao-ha-inovacao.html

Cartilha da Organização das Nações Unidas e a Organização Internacional do Trabalho

“PROMOÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DE PESSOAS LGBT NO MUNDO DO TRABALHO”

Utilidade pública – veja como proceder orientação sexual ou identidade de gênero

Como denunciar homofobia e transfobia: Saiba como cada estado brasileiro trata crimes contra LGBT

Livro que relata sobre líderes gays

The G Quotient: Why Gay Executives are Excelling as Leaders… And What Every Manager Needs to Know

Mapas com uma análise digital dos níveis dos direitos, reconhecimento e criminalização dos temas relacionados à LGBT

Maps | sexual orientation laws

Danielle Torres conta como foi se assumir trans em seu ambiente de trabalho

“Um breve relato sobre a minha afirmação de gênero na KPMG no Brasil”

Em alguns países, o debate já começa desde cedo

COMO O REINO UNIDO ESTÁ PROMOVENDO O DEBATE DE GÊNERO E SEXUALIDADE NAS ESCOLAS

Para criar grandes produtos, é necessário ter um grande time, e um grande time é composto por diversidade e inclusão

Where inclusion meets human-centered design

O primeiro passo é assumir que a mudança virá em algum momento

7 em 10 brasileiros admitem expressão preconceituosa

O mundo corporativo e a diversidade pode significar um ambiente mais aberto à criatividade

Por que a diversidade é estratégica para qualquer empresa

Vídeo do TEDx Talks no qual Guilherme Valadares fala sobre a masculinidade tóxica e os malefícios para os homens

Quebrando o silêncio: como os homens se transformam

 

TIRE O PRECONCEITO DO SEU VOCABULÁRIO

Mesmo sem intenção, hábitos e força de expressão carregam a ideia que muitas vezes não queremos passar.

  1. “Mas isso é coisa de viado”
  2. “Seja macho”
  3. “Não seja menininha”
  4. “Ela é uma negra bonita”
  5. “Homem não chora”
  6. “Não tenho nada contra, até tenho amigos gays”
  7. “Isso é coisa de baiano”
  8. “Pode ser gay, mas não precisa beijar em público”
  9. “Mulher tem de que se dar o respeito”
  10. “Tinha que ser mulher”
  11. “Você está parecendo um traveco”
  12. “Cabeça chata”

MUDAR É TER VONTADE DE UM RECOMEÇO! COMECE A SUA MUDANÇA!

O IMPACTO DO DIGITAL NO SETOR SEGURADOR

O IMPACTO DO DIGITAL NO SETOR SEGURADOR

“O desafio é sermos capazes de explicar coisas complicadas”

Christophe Antone é o primeiro diretor para a Área Digital na corretora de seguros MDS. Temos como desafio explicar o complicado dos contratos de seguros de forma friendly”.

“O digital não é uma moda, mas uma forma de servir o negócio; é um meio e não um fim”. A frase é do novo diretor para a Área Digital do Grupo MDS, multinacional portuguesa líder na corretagem de seguros e consultoria de riscos. A era digital é já uma realidade em todas as indústrias e os seguros estão mais à frente do que outros setores de atividade devido à complexidade e responsabilidade inerentes. Antone quer alavancar o negócio no mercado digital e promover ferramentas de ‘e-commerce’e tem uma estratégia.

Antes de mais, os seguros digitais vão permitir simplificar os contratos. “É incontornável, entramos na procura da simplificação e da rapidez. Se não formos capazes de explicar um seguro a uma criança de cinco anos não atingimos os nossos objetivos. Temos de explicar as coisas de forma simples aos clientes, para quem os seguros são uma necessidade”, adianta o especialista, que enfatiza que “o digital é um risco mas também uma oportunidade para simplificar a nossa oferta”.

Na relação entre clientes e produtores o digital “irá transformar a cadeia de valor. Tudo será modificado desde o início porque as tecnologias digitais permitem-nos classificar e identificar as melhores ofertas para os nossos clientes. Permitem-nos criar novas ofertas via internet e dentro de um modelo totalmente transparente. Será
algo novo na relação que temos com os nossos fornecedores porque vamos solicitar-lhes produtos à medida dos nossos clientes e também será novo no modelo de distribuição junto dos clientes”.

Aliás, o digital vai contribuir positivamente para a rentabilidade do setor. Um exemplo paradigmático “é o sistema pay as you drive nos seguros auto, em que os clientes pagam um prêmio de seguro consoante a utilização, ou mesmo o dos carros autônomos, onde se esperam muito menos acidentes porque os carros podem identificar e evitar obstáculos”. Um outro aspeto realçado por Antone é o fato de o digital, dentro da cadeia de valor dos seguros “permitir otimizar um certo número de processos que hoje sofrem com redundâncias e que no futuro serão mais rápidos. Será feito não por bots, mas por automatismos”. Acrescenta que o setor terá menos colaboradores, sendo que esse não é o objetivo da transformação, mas antes “libertar tempo e recursos para que os colaboradores
possam responder a necessidades relevantes dos segurados e que um computador não pode suprir”. O digital
vem também facilitar o emergir de novos tipos de seguros, tanto no setor automóvel, com o aluguer de viaturas entre particulares, assim como seguros para novos usos de habitação. “Vão ser criadas novas ofertas e do lado dos corretores haverá exigências perante as seguradoras de que haverá necessidade de criarem novas ofertas”.

E sobre a inteligência artificial e a utilização progressiva de bots, o diretor da MDS diz existirem experiências
que estão a ser desenvolvidas pelos grandes grupos seguradores para colocarem a funcionar modelos a partir de chatbots, mas “no curto prazo não poderá haver substituição da compreensão, do conhecimento e da inteligência emocional por parte dos chatbots”. Mas, frisa, “em contrapartida os chatbots vão permitir mais tempo útil. Podemos
imaginar a gestão de um conjunto de atividades simples que podem ser feitos pela tecnologia e que vão libertar tempo para que os colaboradores se concentrem em coisas que poderão não ter concorrência por parte dos robôs. A inteligência emocional repito, é impeditiva dessa substituição”.

Mas será que a revolução tecnológica será idêntica na banca e nos seguros? Christophe Antone diz que há diferenças. “Os bancos são mais transacionáveis e os seguradores funcionam num outro registo pois respondem a uma promessa
de serviço depois de identificarem uma necessidade e encontrarem a solução”.

FUTURO NAS INSURTECH
E quando se fala da era digital é incontornável tratar do tema das insurtech, as empresas tecnológicas que se dedicam a criar modelos de transformação no setor segurador. “Constatei o entusiasmo que existe pelas insurtech portuguesas, são empresas com ideias brilhantes que podem ajudar no objetivo da transformação. E desde que sejam
integradas na nossa cadeia de valor, vão ampliar a promessa de serviço. Num segundo nível as insurtech vão antecipar disrupções”, afirma.

Os seguros do futuro serão simplificados. “Os clientes não querem entrar na complexidade dos nossos produtos, pelo contrário, o que querem é, de uma forma instantânea via dispositivos móveis, poderem segurar o carro ou a partilha
do carro, a viagem no aeroporto, ou o animal de estimação apenas com uma foto. O contrato terá de ser simples, instantâneo e transparente, e para conseguir estes objetivos temos agora as melhores ferramentas que nos oferece a era digital. Através de plataformas de distribuição temos acesso ao mercado e ao cliente. O centro de contato
terá de estar operacional durante 24 horas/ dia e deve poder incluir igualmente uma presença física nas instalações do corretor, quando necessário. A função do corretor na era digital é agilizar a informação base nos vários canais que o cliente usou, tanto via net como via a sua própria rede física de contato com o cliente”. As plataformas colaborativas irão permitir seguir a via zero-papel, sendo que a MDS tem vindo já a trabalhar nesse sentido através da implementação de soluções junto dos clientes, nomeadamente no acesso às várias versões dos documentos necessários para os contratos, minimizando a utilização de papel. Contudo, Antone não acredita no nível zero papel no futuro imediato.

Nas empresas o grande desafio coloca-se a nível dos processos, diz o gestor. “A MDS desenvolveu um conjunto de iniciativas que nos permite estarmos totalmente integrados ao nível dos processos com os clientes e isso faz-se via net ou via aplicações”.

ESTRATÉGIA DA MDS
“Em termos preditivos temos de explorar e ter em atenção as novas tecnologias, atuando com modelos disruptivos por antecipação”, diz Antone. A MDS integra várias tecnologias “não porque são digitais mas porque fazem sentido no nosso negócio. Desde logo queremos identificar as necessidades do cliente, que podem ser de seguros de habitação, saúde, automóvel ou caça, entre muitas outras, e de seguida procurar a melhor oferta ou, em alternativa, termos a capacidade de criar as soluções que ainda não existem para aquele tipo de cliente”.

Fonte: Jornal Económico

Incêndio em prédio: quem paga pelo seguro?

Incêndio em prédio: quem paga pelo seguro?

Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial de mortes por incêndio. Só em 2011, foram 1.051 mortes causadas pelo fogo ou pela exposição à fumaça.

No dia 1º de maio, o edifício Wilton Paes de Almeida, localizado no centro da cidade de São Paulo, desabou após pegar fogo durante a madrugada, deixando ao menos seis pessoas desaparecidas. Além dos moradores do edifício, prédios e estabelecimentos vizinhos também foram atingidos. Ao todo, a Defesa Civil interditou quatro edifícios e uma igreja.

As 116 famílias que ocupavam o edifício que desmoronou e estão cadastradas na prefeitura receberam ajuda financeira emergencial. Além disso, moradores tiveram que abandonar prédios vizinhos por causa do risco de desabamento e só puderam retornar para seus apartamentos para retirar pertences três dias depois do ocorrido. Até hoje (10), os prédios adjacentes continuam interditados.

Em casos assim, independente do edifício sinistrado não contar com nenhuma cobertura securitária, a pergunta que muitos se fazem é de quem é a responsabilidade pelos danos causados aos apartamentos das vítimas indiretas. Em um caso assim, a seguradora seria obrigada a indenizar as famílias por eventuais perdas materiais? Fuligem, mau cheiro, rachaduras, o seguro residencial ou condominial cobriria esses sinistros? Quem deve amparar os moradores vizinhos?

Especialista explica

“No seguro residencial, os danos decorrentes da fumaça estariam cobertos inclusive pela cobertura mais básica na maioria das companhias, além de qualquer outro dano decorrente de incêndio. Já nos seguros de condomínio, o evento estaria coberto apenas na parte predial e nas áreas comuns, ou seja, o conteúdo de cada apartamento não estaria segurado”, esclarece Caio Carvalho, Superintendente de Property&Casualty da MDS Brasil.

Situação comum de muitos brasileiros, o aluguel também deixa as pessoas em dúvida na hora de decidir quem paga pelo seguro. “O conteúdo dos apartamentos – móveis, eletrodomésticos e bens pessoais – é de interesse do locatário, por isso é ele quem deve contratar o seguro. A parte predial do condomínio é de responsabilidade do próprio condomínio e, eventualmente, o locador contrata o seguro contra incêndio do imóvel através da imobiliária que intermedeia a locação”, diz Carvalho. “Nos dois produtos, estão cobertos os custos de aluguel temporário desde que contratada a cobertura de Pagamento de Aluguel, respeitando o limite máximo de indenização”, diz o executivo sobre os seguros para condomínio e para residência.

Mais comum do que parece

O Brasil está em terceiro lugar no ranking mundial de mortes por incêndio. A constatação se baseia no cruzamento de dados do Sistema Único de Saúde (SUS) com uma pesquisa realizada pela Geneva Association. Em 2011, o Sistema de Informações sobre mortalidade do SUS registrou 1.051 mortes por incêndio ou por exposição à fumaça. Mas, mesmo com números altos, dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg) revelam que o Índice de Penetração do seguro residencial ficou em 14,5% em 2016, ainda considerado um número baixo para o especialista.

O executivo da MDS acredita que “tanto o seguro para condomínio quanto residencial tem um preço bastante acessível à população”. Ele ainda cita que um acidente como o que ocorreu no edifício no centro de São Paulo motiva as pessoas a revisarem seus contratos e ir atrás de novas apólices. “Diante de tragédias assim, ocorre um aumento instantâneo de contratação nos seguros residenciais e condominiais, além da revisão dos termos da apólice que já está contratada, o que será positivo para o mercado”, complementa.

Sobre a maior parte da população não ter seguro para seu patrimônio, Carvalho opina que “o maior motivo para não contratação do seguro residencial no Brasil é prioritariamente cultural, considerando que o custo anual de seguro residencial é, em geral, menos da metade do custo de um seguro automóvel. Não vejo outro motivo plausível para a população não contratá-lo”.

Fonte: Maike Silva | Revista Apólice

DORMIR BEM, FAZ BEM!

DORMIR BEM, FAZ BEM!

A hora de dormir é um dos momentos mais importantes do dia, pois é neste período que o corpo repõe as energias, nossa mente é revigorada e nos preparamos para uma nova jornada.

É durante este intervalo que o corpo fortalece o sistema imunológico, libera a secreção de determinados hormônios e consolida a memória, entre outras funções de extrema importância para o funcionamento correto do organismo.

O indicado é dormir de 6 a 8 horas por dia, sem interrupções. Mas existem variações de acordo com cada indivíduo.

A falta de sono pode causar, além do conhecido cansaço no dia seguinte, fadiga, irritabilidade e lapsos de memória. A principal manifestação dos problemas crônicos é a sonolência diurna exagerada, passando por alterações do humor, da memória e das capacidades mentais, como aprendizado, raciocínio e pensamento.

DICAS PARA UMA BOA NOITE DE SONO

  1. Não exagere na alimentação antes de dormir, entretanto, é difícil dormir sentindo fome: coma algo leve antes de deitar-se
  1. Evite consumir cafeína, nicotina e álcool pelo menos 4 horas antes de ir para a cama
  1. Um padrão diário de sono é essencial: procure ir para a cama na mesma hora todas as noites e tente manter essa rotina nos finais de semana
  1. Caso não consiga dormir em 30 minutos, levante-se e procure uma atividade relaxante, como ouvir música ou ler
  1. Evite fazer anotações, utilizar o telefone celular ou assistir à TV na cama
  1. Tome um banho morno, tente relaxar e evite pensamentos desagradáveis
  1. Evite o sedentarismo: pessoas fisicamente ativas possuem uma melhor qualidade do sono
  1. Exercite-se mais cedo, pelo menos 3 horas antes de dormir 
  2. Atenção com a iluminação: geralmente, as pessoas dormem melhor em ambientes escuros
  1. Caso você tenha insônia ou dificuldade de pegar no sono, evite dormir durante o dia ou, se estiver muito cansado, procure dormir menos de 1 hora
  1. Aprenda a dominar o estresse: faça um planejamento do seu dia para diminuir o ritmo, especialmente no período próximo ao seu horário de dormir
  1. O controle do peso também é essencial para melhorar a qualidade do seu sono, pois a obesidade é um dos fatores de risco para desenvolvimento de apneia obstrutiva

SOBRE OS DISTÚRBIOS DO SONO

Insônia

É a dificuldade de iniciar o sono, mantê-lo continuamente durante a noite ou o despertar antes do horário desejado. Estes episódios de insônia podem estar relacionados a vários fatores, e são bastante individuais: expectativas, problemas clínicos e excitação associada a determinados eventos.

Apneia obstrutiva do sono

É a interrupção da respiração pelo fechamento da passagem do ar na garganta. Ocorre um colabamento das paredes da faringe, geralmente enquanto a pessoa está dormindo. Este fechamento pode demorar vários segundos e a pessoa só volta a respirar quando um reflexo do organismo força a reabertura da passagem do ar.

Ronco

O tônus muscular do pescoço e da faringe diminui durante o sono e com isso ocorre um estreitamento da faringe e a passagem do ar inspirado se faz a uma velocidade maior, o que leva a uma vibração maior dos tecidos (palato mole, úvula, língua etc.), gerando o ruído que conhecemos como ronco. Além de prejudicar a qualidade do sono, ao longo do tempo, o indivíduo que ronca pode ficar hipertenso e/ou apresentar infarto do miocárdio ou derrame cerebral.