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MDS discute o papel do novo consumidor em evento da Proteste

MDS discute o papel do novo consumidor em evento da Proteste

Empresa participa do Seminário Internacional “O Futuro do Consumo”, um debate profundo para entender as transformações em curso na relação entre consumidor e mercado

A MDS estará presente no Seminário Internacional “O Futuro do Consumo”, promovido pela Proteste, que acontece no próximo dia 22 de março em São Paulo. O Fórum, que irá reunir profissionais e executivos de diversos segmentos, irá discutir inovações e tendências voltadas para um momento com profundas transformações em curso, com um novo perfil de consumidor cheio de muitos e diferentes anseios.

“Hoje a relação com o consumidor se estende a uma interação 24 horas por dia, por meio de diferentes plataformas. Estar preparado para atender a essa nova realidade, atendendo a uma série de regulações e modelos que ainda são recentes, é um debate importantíssimo”, comenta Thomaz Tescaro, diretor de varejo da MDS, que será um dos participantes do painel “Novo consumidor para um novo mercado – escolha, risco e crédito”. “Vamos mostrar que tudo gera uma cadeia de reação, passando pelo momento de escolha, o risco envolvido, até o crédito”, comenta Tescaro.

Ainda participam do mesmo debate Carolina Aragão (Serasa Experian), Marco Antonio Fujihara (Aggrego), Mardilson de Queiroz (Banco Central), Renato Santa Rita (Proteste), além do advogado Luciano Souza.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas por meio do site: www.ofuturodoconsumo.com. Entre outros temas discutidos estão: “O Futuro das cidades e a mobilidade”; “O Papel da mídia na orientação ao consumidor”; “Inteligência Artificial e Impactos no Consumo”; “Indústria 4.0” e “O Futuro da Saúde”.

 

SERVIÇO:

Seminário Internacional O Futuro do Consumo

Dia 22 de março, das 8h às 17h

Avenida Aratãs, 1010 – Moema. São Paulo, SP

Inscrições: www.ofuturodoconsumo.com

As inscrições da prova para obter título de Especialista em Medicina do Trabalho foi prorrogada

As inscrições da prova para obter título de Especialista em Medicina do Trabalho foi prorrogada

A ANAMT (Associação Nacional de Medicina do Trabalho) prorrogou as inscrições para a XLIV Prova de Título de Especialistas até 15 de março. O exame contará com etapas teóricas e práticas e será exclusivo para os médicos do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) que ainda não possuem o título.

A prova será aplicada nos dias 26 e 27 de maio nas seguintes cidades: Brasília (DF), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP). Os candidatos precisam estar inscritos no Conselho Regional de Medicina (CRM), atuar na área de Medicina do Trabalho há 4 anos e atestar atuação no SESMT.

O valor da inscrição é de R$ 1.425,00 para associados da ANAMT e da AMB (Associação Médica Brasileira). Para não associados o valor é de R$ 2.090,00.

Para mais informações, acesse o edital da prova. Dúvidas podem ser esclarecidas no documento de perguntas frequentes.

Navio da Maersk Honam sofre acidente

Navio da Maersk Honam sofre acidente

Fomos informados, por meio de um importante parceiro da companhia, a BSI Serviços Internacionais, da ocorrência de um acidente de navegação envolvendo o navio porta-containers de grande porte Maersk Honam, inaugurado em outubro de 2017 e que faz a linha regular entre portos asiáticos e europeus.

Por volta das 12h20 (15h20 GMT) da última terça-feira, 6 de março, o navio Maersk Honam, então em trânsito de Singapura para Suez, navegava ao sudeste da Índia quando sofreu explosão seguida de incêndio no interior de um de seus porões.

O acidente aconteceu a 390 milhas náuticas a oeste da Ilha Agatti, mar das Laquedivas, sudoeste da Índia, e a aproximadamente 900 milhas náuticas ao sudeste de Salalah, Omã.

O Maersk Honam carregava 7.860 containers a bordo, o que corresponde a 12,416 TEU (demonstrando que a maioria das unidades são containers de 40 pés). Há cargas destinadas ao Brasil, com mais de 200 containers possivelmente tendo como destino os portos brasileiros.

A tripulação do Maersk Honam era composta por 27 pessoas. Ainda em 6 de março, a empresa MRCC Mumbai realizou o resgate imediato de 23 tripulantes, que foram conduzidos pelo navio Als Ceres para Kochi (porto mais próximo, a cerca de 650 MN do local do acidente). Um dos tripulantes, infelizmente, não resistiu às queimaduras e faleceu. Outros quatro ainda estão desaparecidos, com chances mínimas de ainda estarem com vida. No mesmo dia, o navio ICG shoor foi desviado para prestar assistência adicional.

A Guarda Costeira Indiana lidera, neste momento, as operações de resgate e combate ao incêndio e reporta que boa parte da carga incendiada é de produtos inflamáveis líquidos e sólidos. No momento, apenas o navio GC 12 (MMSI 419001028) é a única embarcação trabalhando no socorro e combate ao fogo.

Esforços adicionais de resfriamento e combate ao incêndio foram conduzidos em Port Louis, sendo prudente esperar que quantidade significativa de água tenha sido lançada no interior do porão para controlar a situação. Não há previsão para a retomada da viagem.

Como resposta à emergência, a Maersk acionou o mecanismo administrado pelo ramo de arbitragem de salvamento da Lloyd’s of London (SAB), mediante formulário LOF (Lloyd’s Open Form) e invocando a sua cláusula SCOPIC, celebrados para a remuneração e contribuição equitativa dos componentes da aventura marítima (casco, bunkers, cargas e containers).

Por conta dos alegados altos custos até agora incorridos com o salvamento do navio e demais providências para a extinção do incêndio, os armadores proprietários do navio Maersk Honam decidiram declarar avaria grossa.

​Os árbitros reguladores nomeados foram os Srs. Richards Hogg Lindley (RHL – Londres).

Ainda não se sabe o nível (percentual) da contribuição provisória estimada. Caso algum porão tenha sido deliberadamente alagado para a contenção do fogo (hipótese que julgamos altamente provável), então, os danos de avaria grossa poderão ser severamente altos.

Todos os casos relacionados aos clientes MDS já estão mapeados e as medidas cabíveis tomadas.